Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Sei que sou o pior
sei que já teve o melhor,
Sei que tenho vários defeitos
mas, ao seu lado faço todos ficarem perfeitos
Não vejo algo mais brilhante entre o céu e a Terra que me tire dos seus encantos. Sou louco por você, sou louco em te ver. Te amo em cada instante, a cada minuto que vai. Te amo por mais de mil palavras. Não sei o que sinto, sou sei o quanto te amo.
Não sou um defensor da existência nem da inexistência de deuses, sou defensor da nossa ignorância, de nossa incapacidade, da dúvida.
Um ser que tenha certeza da existência de deuses ou é um louco, ou é um deles.
Sou brasileira seu moço! Sou brasileira, afro descendente, tenho minhas origens de pertencimentos, ainda criança não perdi minha identidade no medo praticado por nossos algozes .Não! Não, estou perdida em identidade, meus pais me disseram quem eu sou, tenho orgulho da minha ancestralidade e ela alimentou minha causa, interroguei, pesquisei toda história do meu povo... Porque? Há! Nos porquês de uma criança negra, que conhece o preconceito, esta a formação de um adulto consciente ou não...É foi lá na base que começou a construção da minha resistência... Sou PRETA, de uma diáspora, e não permito apaguem o legado deixado por meus antepassados, eu sei quem sou, aprendi o que era liberdade ao nascer, mas entendi que para mantê-la, tem que lutar, fazendo jus ao sangue de guerreira que corre em minhas veias, não pode baixar cabeça moço. Estou convicta que o terror do opressor não pode limitar quem conhece sua raiz e tem identidade.
Á você.
Um toque,
E me fez seu,
Um beijo em minha boca,
E sou teu.
Um sorriso,
E já me desmonta,
Um suspiro,
E me atordoa,
Um gemido,
E me faz homem,
Um abraço,
E me consola.
A força que me põe em pé,
O sentido de continuar,
O sol nos dias de chuva,
A chuva na seca a castigar.
Um tudo nesse pequeno universo,
Meu tudo, nesse meu universo,
Minha vida nesta sua vida.
Não me solte,
não me deixe voar,
me segure forte,
faz de conta
que sou tua sorte.
do meu poema - Sonhar
Sem o Teu amor, não sei viver
Me ensina, Senhor, de Ti depender
Pois, sem Teu favor, nada sou, meu Senhor
Eis o que sou
a ovelha desgarrada
desmamada precocemente por ser negra feia e diferente das outras
eis o que sou
animal longe do seu próprio mundo
não era pra ser assim
mas não tenho escolha sejamos o que temos que ser .
Sou mais um na multidão. Mais um inserido numa massa humana que se movimenta por cada canto da cidade, assim como um monstro faminto em busca da sobrevivência. Mais um individualista do mundo contemporâneo, onde os meios de comunicação tomam conta do nosso estar fisicamente. Sou mais um perambulando pelos sites de relacionamento com o intuito de me aproximar da minha família, amigos etc e tal. E na verdade, sou apenas mais um que vive, a cada dia, longe de todos eles.
VIVA A PÓS-MODERNIDADE!
Tenho me esforçado para plantar
muitas flores por onde passo...
Sou movida a perfumes.
Cheiros.
Essências...
Os espinhos que por ventura eu
os encontrar por entre elas,
serão sempre um alerta de perigo!
Um sinal de preocupação.
Posso observar que algo anda dando errado.
E ao observar isso...
Eu não os arranco, são como sinais de trânsito...
Indicam quando devemos passar,
e ou se preciso desviar.
Desvio deles e sigo adiante!
Sei que logo à frente,
encontrarei sombra e água fresca...
Sou águia
que voa alto...
em busca dos meus sonhos.
Sou girassol, que acompanha o brilho do sol,
em busca de um crescimento espiritual.
Sou simplesmente Dayse Sene,
que vive, que chora, que se emociona,
que luta, que caminha por entre flores e espinhos,
como todos, mas que mesmo assim,
se sente feliz.
Assim sou eu:
AGRADECIDA POR ESTAR VIVA.
Já Tudo Fui…Hoje Sou Poeta!
Já fui fada!
Já fui bruxa.
já fiz magia…
Escrevo sonhos,
invento poesias!
Já te mandei sonhos…
Já te salvei da solidão.
Já fiz poemas…
que te tocou o coração.
Já te dei emoções!
Já fui princesa.
Bailarina.
Criança.
Fadinha.
Já fui inspiração…
Já fui desejo
e sedução.
Já fui segredos.
Versos…
Canção!
Quem escreve sonhos,
experimenta
todas essas emoções!
E só volta para a vida real…
se os versos permitirem.
Caso não… Fico poeta!
