Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Sempre que estamos distante! Criamos coragem de falar tudo aquilo que nunca queríamos ser, ou dizer enquanto estávamos perto.
Tem pessoas que não saem do lugar por isso, estão sempre reclamando de tudo e digo mais se fazendo de coitados e tentando passar a perna em quem der mole.
Quem nos vê sempre de pé nem imagina os tombos que a vida volta e meia, reserva a cada um. (taw ranon)
Sabe, acontece que a gente fica sempre pensando em como se prevenir de certas dores. Sempre imaginamos que a pessoa amada tá com outra, ou imaginamos o que ela está fazendo naqueles vários momentos do qual não fazemos mais parte. Daí a gente acha que assim estamos nos preparando para de fato ver algo quando um dia tiver que ver. Achamos que assim a dor seria menor (porque né, eu já imaginava o que estava acontecendo). E o pior é que acreditamos que estamos preparados para tal feito.
Mas não é bem por aí, ah mas não é mesmo.
A gente tenta se enganar, só tenta!
Porque aí vem a tal da realidade e como um tapa na cara lhe mostra que não tem como se enganar ou fugir do que ainda está por vir.
O fato é que ver é diferente de imaginar. E quando vc de fato se vê diante da realidade ali presente, vc percebe a dor q ainda há dentro de si. Como chamas quem vem subindo rasgando o seu peito,e nao tem o que fazer ou pra onde correr,vc está completamente sitiado pela dor, a dor de não viver mais aquele amor e de ve-lo partir pros braços de outro.
E nesse momento chega de achismos,imaginações,suposições ou teorias. Você sabe,você sente,você vê. Sem ter o que fazer, é a sua realidade batendo na porta!
Sem poder fugir, você segue trocando os passos,carregando dores,passando noites em claro, com um coração machucado...
Tendo que aceitar essa coisa louca que é viver.
Criem suas superstições, seus medos, forças, mas será sempre o ser humano a causa do bem e do mau que as cores e números são acusados.
Você até foge, mas sempre se rende feliz. E o sentimento, assim que estamos abraçados, é querer entender quem foi o verdadeiro recapturado.
Quando é amor não existe barreiras , quando é paixão existe sempre uma nova chance , mas quando é ilusão existe só esperanças de se tornar amor
E me considero lucida,pois do coração é a razão.
E nas escolhas, dos certos, sempre acerto e busco o Amor
os bons sentimentos, que venham somar, e trazer crescimento.
Pois nada somos, quando nos desprendemos de nossos valores.
E na paz e agindo de conformidade e com lucido coração, que
poderemos enfim, florescer e crescer em nossos sentimentos.
E florescer nossas alma.!!
.....................................MJCabrera.
Amarei-te sempre!
Amarei-te, por toda a minha vida
Amarei-te, todas as estações do ano e em todos os momentos amarei-te
Amarei-te como se fosse a primeira e única vez
Amarei-te, como se fosse a última vez
Amarei-te, mesmo que nunca te encontre,
Amarei-te, mesmo que me decepcione e mesmo que nunca sinta as batidas do seu coração amarei-te.
Amarei-te, sobre qualquer pressão, qualquer distancia, acreditando sempre que o amor não tem raça, não tem mapa geográfico e nem noção.
Amarei-te mesmo, que não tenha certeza que seja correspondido com mesma intensidade, mesmo que me machuque e mesmo assim, amarei-te até o meu fim.
A visão sempre engana. Até para os olhares dos mais sábios e dos perfeccionistas nunca nada poderá ser tão prefeito As maiores e mais amplas bem feitorias nem sempre serão tão perfeitas e jamais poderão ser vistas.
A enormidade do amor que Deus tem por nós é de uma lindeza sem fim! Que sejamos sempre envolvidos pela magia deste amor.
Não devemos nunca culpar ''Deus'' por dias difíceis.
Momentos de escuridão sempre existirão.
É exatamente nas trevas que Ele segura nosso mundo, quando tudo está prestes a desabar.
O PUPILO
comparecia; comparecia sempre, era pertinente, talvez não soubesse fazer direito, mas comparecia; era frequente como aquele aluno dedicado que estuda obstinadamente pra passar de ano. Talvez não devesse ser assim, o amor não é matemática, geografia ou uma matéria que se decora; mas era didático, exato nas suas ciências e na sua consciência; depois a brisa e as estrelas entravam pela janela e as vozes dos bichos rimavam na noite um poema pantaneiro. Eu fugia numa lembrança, um galope ingênuo de uma adolescência cambiava em cores fantástica e o rosto do namorado inesquecível que se perde no tempo, nos contratempos e em suas fragilidades, sorria por trás dalguma árvore ou galopava solitário como um fantasma perdido entre as águas e o verde divino do pantanal. Era uma lembrança boba que reprovava aquele aluno dedicado e comprometido que pela manhã encarava os jacarés em busca dos frutos que o rio oferecia, e na volta cuidava de algumas poucas cabeças de gado que rasgavam o silencio dando brilho e lógica às manhas ensolaradas e esperança de fartura às tardes chuvosas. O resto era dedicação e preocupação com o ano letivo. Quem entenderá a alma feminina; as fantasias sempre povoarão os mais inóspitos desertos; nos pântanos seus sonhos emergirão dos rios uma teimosia absurda que torna o complicado, o impossível, um sentimento resistente ao tempo e às pelejas naturais. O espectro existia, agora ostentava um bigode bem aparado e uma barba rala de uma década, a idade de Ísis a filha mais velha, que desconhece suas verdadeiras origens e diariamente brinca com Irina na escolinha da comunidade, com quem percebes-se uma amizade só explicada pelos seus laços sanguíneos. Fico as vezes olhando e imaginando, conjecturando o que poderia ter sido uma família... estivemos no lago mais jamais revelei sobre Ísis; não era mais a mesma coisa, os olhares eram outros, as palavras eram pesadas e submergia na água turva do lago afundando todos os anos de sonhos e tudo que na minha mente pudesse ser factível. Assim passei a dedicar-me totalmente ao pupilo, a admirar a sua dedicação, a sua obstinação, a frequência que me exauria, mas preenchia os vazios e tangia o passado... passava sempre, as vezes no limite, as vezes ficava em recuperação, mas se recuperava espetacularmente me surpreendendo, e agora começa a pensar que é poeta; escreve algumas abobrinhas, fala muito na Clarice e na Cecília; sei não...
Percebo que tudo na vida nada fica completo... Por mais que tem todo o desejo alcançado, mas sempre existe alguma coisa - independente de número e grau - que vai estar em falta. Em suma, a vida é infinitamente incompleta!
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