Eu sou o Homem Certo pra Voce

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⁠Muitos que afirmam que Homem não Chora, nunca se esconderam para chorar — num Corredor Hospitalar.


Talvez os “durões” nunca tenham precisado fugir para os corredores hospitalares, só para chorarem em silêncio…


Nunca tenham sentido o peso de uma notícia atravessando o peito, enquanto o mundo continua andando como se nada estivesse acontecendo.


O corredor de um hospital ensina lições que nenhum discurso pode alcançar.


Ali, onde os grandes também se esvaziam, se aliviam, o choro não é fraqueza — é sobrevivência.


É o lugar onde muitos homens escondem as lágrimas, não por vergonha, mas por amor: para poupar os seus, para sustentar quem precisa de força, mesmo quando a própria já está prestes a se esgotar.


“Homem não chora” — especialmente em público, dizem.


Mas chora na solidão, na madrugada, no banheiro trancado, no veículo, andando ou parado, no corredor frio onde esperança e medo disputam espaço.


Choram porque sentem.


Porque amam.


E, porque carregam responsabilidades que já não cabem nas palavras.


Talvez o verdadeiro sinal de maturidade emocional não seja conter as lágrimas, mas saber por que elas caem.


E, ainda assim, seguir em frente, de cabeça erguida, coração ferido, alma lavada e inteira…


Sempre cientes de que se esforçar para não chorar dói tanto quanto se esforçar para sorrir.

⁠O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.


A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.


Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.


E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.


Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.


A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.


E isso fere.


Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.


Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.


A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.


Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.


Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.


E isso não é arrogância — é coerência.


Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.


Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?


Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.


Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.


Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.


A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.


E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.


No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.


Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…


mas somente a Verdade sustenta a essência.

O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.


Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.


E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.


Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.


Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.


E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.


Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.


Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.


Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.


Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.


Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.


E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?


Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.


No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.


Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.


Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.


E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.


Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.


Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.⁠

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


⁠

⁠Ser Homem ou Mulher de verdade é, sobretudo, honrar o que fala, mesmo com o sacrifício da própria vida.


Vivemos tempos em que a palavra perdeu valor.


Promete-se muito, cumpre-se quase nada.


Fala-se de princípios enquanto for conveniente, defende-se a verdade enquanto ela não exigir nenhum sacrifício e proclama-se coragem quando não há risco algum a correr.


Mas o caráter começa justamente onde termina a conveniência.


Honrar a própria palavra não significa ser incapaz de reconhecer um erro, mudar de opinião ou corrigir uma decisão.


Significa algo ainda mais profundo: não vender aquilo que se disse em troca de vantagens, aplausos, medo ou interesses pessoais.


É ter uma consciência diante da qual a própria palavra possui peso.


Homem ou Mulher de verdade não é quem nunca cai, quem nunca erra ou quem se apresenta como perfeito.


É aquele que, tendo dado sua palavra, entende que ela passou a carregar parte da sua dignidade.


E quando chega a hora difícil — quando cumprir custa caro, quando permanecer fiel traz perdas, quando abandonar seria mais fácil — é justamente aí que se revela quem somos.


Porque falar é muito fácil quando não há consequências.


Difícil é permanecer de pé quando cumprir aquilo que se prometeu exige renúncia.


Difícil é dizer “eu sustento o que disse” quando todos ao redor aconselham o contrário.


Difícil é conservar a honra quando seria muito mais vantajoso perdê-la.


A vida pode até nos obrigar a rever caminhos, mas não deveria nos ensinar a transformar a palavra em mercadoria.


No fim, não seremos lembrados apenas pelo que conquistamos, pelo que acumulamos ou pelo poder que tivemos.


Seremos lembrados, sobretudo, pela coerência entre aquilo que dizíamos ser e aquilo que fomos capazes de fazer quando ninguém estava nos obrigando a nada.


A palavra verdadeira é uma espécie de compromisso silencioso com a própria consciência.


E talvez seja por isso que, em um mundo em que tantos mudam de discurso conforme o vento sopra, uma pessoa que permanece fiel àquilo em que acredita se torna muito rara.


Porque honra não é dizer palavras bonitas sobre princípios.


Honra é estar disposto a pagar o preço deles.


E quando alguém chega ao ponto de preferir o sacrifício à traição da própria palavra, talvez tenha compreendido uma das maiores verdades da existência:


há coisas que podem custar a vida, mas perdê-las pode custar a própria razão de viver.

⁠Às vezes, o Barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem Autoridade até sobre a Tempestade.


Quando eu era mais Medo que Fé, olhava mais para as águas agitadas…


Agora, sendo mais Fé do que Medo, já posso Vê-lo — vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!


Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!


Ele sempre está agindo!


Porque há Tempestades que não chegam para anunciar a nossa ruína, mas para revelar, de maneira mais profunda — Quem verdadeiramente governa o Barco.


Há momentos em que o Senhor não acalma imediatamente o vento, não porque tenha perdido o controle, mas porque também deseja transformar o nosso olhar.


A Tempestade, que antes ocupava todo o horizonte, começa a perder a sua grandeza quando os nossos olhos aprendem a reconhecer Aquele que vem ao nosso encontro.


A Fé não é a ausência de ondas, tampouco a garantia de que nunca sentiremos Medo.


Fé é aprender que a dimensão das ondas, da turbulência, não determina o tamanho do nosso Deus.


É compreender que, mesmo quando não conseguimos discernir os Seus movimentos, a aparente ausência de intervenção não significa ausência de ação.


Pedro, ao caminhar sobre as águas, descobriu que era possível dar passos extraordinários enquanto os olhos permaneciam em Cristo; mas também descobriu como o Medo pode ganhar voz quando a força do vento passa a ocupar o centro das atenções.


Talvez amadurecer espiritualmente seja justamente isso: não fingir que o vento não existe, mas recusar-se a tratá-lo como se fosse soberano.


E há algo ainda mais precioso: antes de Pedro clamar, Jesus já estava ali.


Antes da mão do Mestre segurá-lo, a presença do Mestre já rompia a distância.


Antes do mar se aquietar, Cristo já era Senhor sobre ele.


Por isso, aos meus — consanguíneos e em Cristo — digo: tende bom ânimo!


Não façam da Tempestade a interpretação definitiva da própria história.


Não confundam demora com abandono, silêncio com indiferença, nem águas agitadas com a falência das promessas de Deus.


Nem sempre saberemos por que o barco balança tanto; nem sempre compreenderemos os caminhos pelos quais o Senhor nos conduz.


Mas podemos descansar nesta certeza: o vento não tem a última palavra, o mar não estabelece os limites de Cristo, e a Tempestade jamais ocupará o Trono que pertence ao Senhor.


Que, nos dias de calmaria, sejamos gratos.


Nos dias de Vento Forte, sejamos perseverantes.


E, quando as ondas tentarem roubar-nos a visão, a atenção, que a nossa alma se lembre de olhar novamente para Jesus.


Porque a nossa segurança definitiva nunca esteve na estabilidade do barco, mas na soberania d’Aquele que tem Autoridade até sobre o mar.


O Barco pode balançar.


O Vento pode soprar.


As Águas podem se levantar.


Mas Cristo continua sendo o Senhor.


E, se Ele vem ao nosso encontro caminhando por sobre aquilo que nos ameaça, então até a Tempestade pode se tornar cenário de uma grande revelação: aquilo que para nós parece impossível continua debaixo dos Seus pés.


Tende bom ânimo.


Ele está presente.


Ele reina.


Ele sempre está agindo!


Amém?

Relacionamento. O papel da mulher é ser companheira do homem, e não o homem ser companheiro da mulher. A mulher independente não aceita isso, se sente só porque recusa ser companheira do homem cumprindo o papel dela. O companheiro deve ser a prioridade.

Dificilmente um homem que gosta de dinheiro e carros quer só uma mulher, boa parte pensa nessas coisas exatamente para atrair mais mulheres e as mais bonitas.

Considerando a multiplicidade de seres que ocupam os quatro cantos desta Terra,foi o homem dotado das maioresasas oferecidas pelo Criador a umdos Seus filhos:
as asas da razão!

Ontem, diante o espelho
Vi um homem cheio de vida, de beleza e sedução.
Sorri para mim mesmo, sem motivo pra esconder,
E pensei: o mundo é grande, hoje eu quero aparecer!


Saí de casa leve, com vontade de caminhar,
Com um brilho diferente e um sorriso no olhar.
E por onde eu passava, algo vinha acontecer,
Eram sorrisos, eram olhares, era bom me perceber.


Havia algo no meu jeito, uma luz que me envolvia,
Uma força que há tempos eu talvez não percebia.
Os olhares me encontravam, a conversa florescia,
E eu sentia que a beleza também mora na alegria.


Não precisei de palco, nem de aplauso ou atenção,
Bastou andar de cabeça erguida, escutando o coração.
Quando a gente se descobre e aprende a se admirar,
Até o mundo ao nosso lado parece se iluminar.


E quando a noite terminou, fui viver meu próprio encanto,
Entre desejos e carinhos, sem censura e sem espanto.
Porque a vida também pede seu momento de prazer,
E não há idade que impeça um homem de florescer.


Hoje guardo essa lembrança com um sorriso satisfeito:
Há dias em que a beleza parece nascer no peito.
E quando a gente se ama, sem vergonha de existir,
Até o espelho nos revela o que esquecemos de sentir.


Pois ontem eu não saí somente para passear:
Saí para celebrar a vida, meu desejo e meu olhar.
E descobri que o segredo, que o tempo não desfaz,
É quando a gente se reconhece… e se sente bonito demais! 🌹

Nos tempos de hoje, o homem de verdadeiro caráter é muitas vezes confundido com um tirano, porque sustentar princípios inegociáveis parece, aos olhos frágeis, uma ameaça maior do que a própria decadência moral.

Certa vez, uma mulher pediu a Deus que colocasse um homem bom em sua vida, pois estava cansada de ser maltratada em seus antigos relacionamentos. Deus respondeu: “Não se preocupe, eu irei te enviar o amor da sua vida”. Passados alguns anos, essa mulher voltou a falar com Deus novamente: “Deus, você não me prometeu um homem bom? O que apareceu depois da sua promessa foram homens exatamente iguais aos que eu já tive”. Deus respondeu: “Eu te enviei o homem, sim... mas você escolheu ser apenas amiga dele”.

O sonho do homem foi que todos humanos fossem iguais, mas Deus sonhou diferente.

⁠"Ninguém é mais forte ou mais perigoso do que um homem capaz de controlar suas emoções e lembrar de seu passado. Use como combustível, como munição, como tinta para escrever a carta mais importante da sua vida"

⁠Eles me ensinaram que nenhum homem poderia se tornar seu líder, a não ser que comesse a mesma comida, vestisse as mesmas roupas, vivesse da mesma forma que eles e, ainda assim, parecesse ser melhor.

T. E. Lawrence
Os sete pilares da sabedoria (1926).

Um homem de poucas companhias e muitas tempestades deixa de temer o mundo; a vida o fez imbatível.

*Sede de nome*

Um homem apaixonado é diferente
desaprende a mastigar o dia
troca o prato pelo copo
e a fome vira silêncio.

Não come, não dorme direito
só bebe o tempo pensando nela
cada gole é uma tentativa torta
de afogar o que não sai do peito

Mas a sede não passa, só muda de estado,
desce amarga, volta em saudade
e no fundo do copo vazio,
ainda mora o rosto que ele jamais esquece.

Cuidado que essa conta é cara
e não vem só em real no papel,
vem em manhã seguinte
com o nome dela intacto na sombra da parede do quarto.
(Saul Beleza)

10:37 24/05/2023


Sonhei com um homem pulando de paraquedas, ao lado de um avião em chamas, o avião estava em queda livre, achei que fosse cair em cima da minha casa, mas o homem alcançou o telhado e duas crianças o salvaram, eu fiquei olhando e feliz por ele.
Depois passou pra outro sonho, que eu estava em um lugar, onde tinha duas meninas que estavam doando roupas, mas, quando chegou a minha vez de receber às doações delas, elas não queriam me dar, e era como se sentissem inveja de mim, por causa da forma como me olhavam, então, me chamaram pra um quartinho e me deram uma sacola de roupas, mas antes disso, elas haviam cortado todas as peças com tesoura, havia calças, shorts, mais nenhuma estava em bom estado, porque elas cortaram tudo, antes de me dar, elas não falavam uma única palavra e no sonho, eu me senti triste e rejeitada, porque eu queria muito aquelas roupas, depois acordei ...

O homem que se vê às portas do inferno, já não lhe cobrem véus — e é então que se revela, nu, diante de si mesmo.

Há de vir o dia em que o homem se veja despojado — e, no despojo, enfim se conheça.