Eu sou como sou
Canto maior
Eu sou como gente-chuva
Cai, levanta, gira, sofre
E corre para o mar.
Aprendi
Que o meu espaço
Sou eu mesmo que o faço
Para eu poder viver.
Eu sou como gente-fogo
Vai, enfrenta, briga, alastra,
E foge para o ar.
Quero a dor da gente
Dor que o povo sente
Volto a gritar ferir.
Não me faça um estandarte
Ponto e vírgula
Esta arte
Pode acontecer.
No meu cordão
Em meu refrão
Não há lugar incerto.
Livro: Travessia de Gente Grande
Ademir Hamú
Deguste.
Como uma boa bebida, eu sou servido em doses,
Vai por mim, você não aguentaria uma garrafa.
Em um mar tempestuoso de emoções inconstantes
Sou lançado como um navio no oceano
Eu ajustei o curso para os ventos da sorte
Mas eu ouço as vozes dizerem
Siga em frente, meu filho rebelde
Eu sou a intensidade,
Embora seja visto como maldade,
O mergulho é inevitável,
Me torno previsível,
Te entorno,
Como bebida de álcool,
Embriago,
Deixo-me levar,
Meu corpo esquenta,
Eu só quero que se aqueça em mim,
No calor das nossas intimidades,
O disparo no peito,
O sorriso no rosto,
O desejo inevitável,
De estar mais do que perto,
Dentro,
Então te pego,
Te ajeito,
Viro do avesso,
De apertos,
Mordiscos,
Ficam as marcas,
Mas,
Como diria tu,
Na hora ninguém reclama,
Me rola na tua cama,
Na minha,
No teu sofá,
Ou em qualquer lugar,
E você sabe do que estou falando!
Quero teus cabelos em minhas mãos,
Gemidos incontidos,
Pensamento pervertido,
Derrete em mim,
Até o fim,
Da amizade ao prazer,
Foi fácil reconhecer.
Quem sou eu para dizer para você o que você deve ou não fazer, a escolha é sua, bem como as consequências delas também.... No entanto, posso, no máximo, dizer o que eu não faria estando em lugar.
Eu sou como o coringa
Eu quero apenas ver o mundo queimar
Os meus hérois foram queimados em fogueiras
E nas minhas histórias os Demônios sempre vencem
Os meus deuses não construem seres de barro
Eles criaram seres de auto-destruição
Eu não espero uma salvação para a minha alma
Não acredito mais nessa ilusão
A morte se tornou minha aliada
E a beijo todos os dias
Eu faço dessa dura e árdua jornada
Apenas mais pedaço da minha vida
As dores eu não sinto mais
O peso na consciência não existe
Tudo se torna tão relativo
"Eu sou livre como um pássaro ,As vezes preso como um pássaro,o tempo passa o tempo não espera e voa como pássaros"
Como é que supera...
Sua voz dizendo, já era...
Como é que supera....
Se eu não sou mais
O amor da vida dela...
Como é que supera.....
Se eu áinda To gamado nela...
Como é que supera....
Se meu coração ainda te espera...
Vou me divertir enquanto sou pequena
Barbie é legal, mas eu prefiro a Makena africana
Como história de griô, sou negra e tenho orgulho da minha cor
Encadeamento -
Hoje é véspera de amanhã
e eu não sou véspera de nada
como a tarde e a manhã ...
O meu ontem é passado
o teu hoje é uma espada
e o meu corpo está cansado ...
Anteontem foi mentira
estar só uma verdade
e minh'Alma tão perdida ...
Como nos superarmos entendendo o outro, que também sou eu?!.
Simples! Jamais ou se quer, entender que "sou melhor".
Os erros são de uma raça, nomeclaturada de "humana".
Percebem que; oque aprisiona ou vicia o outro são debilidades particulares as quais devemos superar.
Odiar o outro é ter, sem saber asco de si mesmo.
Se você não me aceita como eu sou, então não é amor. Quem me ama, vai me amar como eu sou, vai amar cada traço do meu corpo, vai amar até mesmo meus defeitos bobos, vai amar o meu jeito de ser, certo ou errado, e não querer construir um modelo pronto em cima de mim
"O culpado sou eu. Sempre sou eu. Como querer um ser sem lutar? Conquistar sem tentar? Batalhar sem enfrentar? Como?... Tento procurar as respostas, mesmo sabendo que elas não existem. Talvez as perguntas sejam as respostas que procuro, as temidas perguntas que me sufocam, tira-me o fôlego dos sentimentos surreais, transcendentais, enfim... o abismo me espera, os grandes cânions dos meus sentimentos me esperam, mas ainda tenho uma leve impressão que existe uma lagoa azul no final disso tudo formada por minhas lágrimas que caíram em forma de gotas de sangue, lágrimas em gotas petrificadas no mais árduo âmago do meu ser. Indescritível sentimento que foi me matando aos poucos, sentimentalmente... emocionalmente... paulatinamente. Tirou-me a dignidade de dizer: “Agora sou homem por completo!” Lágrimas rolam em meu rosto no formato de diamante, acho que eles são sintéticos, pois se fossem verdadeiros teria encontrado as respostas para todas as perguntas que fizera outrora. Agora, tento lapidá-las mesmo sabendo que será impossível. Quero imaginar o inimaginável. Quero viver o que não foi vivido – se é que a vida me entende. Quero viver a vida vendo com os ouvidos e ouvindo com os olhos. Quero degustar sua fragrância, seu aroma... seu cheiro. Não quero mais colocar o meu coração nesses paradigmas, nesses desafios. Acho que ele não suportaria outro romance sem sentimentos. Por isso, EXPIRO..."
A vida me ensinou a ser como eu sou, e se for o caso, ela vai mostrar que essa não é forma correta de ser, e até isso acontecer eu vou continuar, continuar a viver.
Tenho a impressão que nunca olhou em minha alma, eu compreendo o seu receio de ver como eu sou.
Não sou pervertida, não sou santa, não sou boa, não sou má...enfim não tenho rótulo, estou fora do seus conceitos, incompreensível, no seu lugar eu também me privaria de olhar, ou não.
Porque você não vem até a mim e me aceita como eu sou, ao invés de chegar cobrando perfeição? Meu caro, é como dizia Nelson Rodrigues: "Perfeição é coisa de menininha tocadora de piano". E convenhamos que eu não toco nem de longe piano, muito menos posso ser considerada menininha. Eu sou troncha mesmo, cheia de defeitos. E sabe, eu prefiro ser assim.
