Eu sou assim Completamente Indefinida
O BAMBINAR DO PELO DA GATA
Você me faz tão bem,
Com não ser alguém,
Porque sou ninguém,
Assim então me vem.
Desce de seu muro,
Vivo num chão duro,
Meu querer é puro,
Confie sou seguro.
Vejo seu pelo bambinar,
No miado quer me amar,
Você está a sazonar,
Cresce e vem para o lar.
Deixa de ser sem juízo,
Pois ambos temos prejuízo,
De você é tudo o que preciso,
Venha me aceite sem aviso.
Bambinarei o seu ser,
Você terá todo o meu ter,
No bambinar nada terá a temer,
A não ser o nosso envelhecer.
André Zanarella 28-09-2012
Bambinar Agitar-se como bambinela.
Agitar-se com a aragem ou com o andar; esvoaçar.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4501492
Não serei mais o mesmo, porque todo ano assim não o sou. Mas levem meu profundo abraço e importa salientar que estarei sempre de braços abertos para acolhê-los, caso seja necessário.
Vou tentar ser melhor pra mim mesmo a partir de sempre
Assim, vou tentar te mostrar q sou melhor pra você também.
Se eu me amar mais do que a você não me considere menos amoroso
Apenas aceite que sou tão rico em amor e carinho, que posso doar a vc
Tem gente por ai que tem pouco amor, ainda dá o que tem aos outros, não confie nessas pessoas.
Elas vão pedir mais do que deram.
E nao da nada nao...
sei la, sou teimosa assim mesmo..
pego o celular so pra ouvir tua voz..
mesmo a cabeca dizendo nao..
meu coracao insiste no sim..
e meu sorriso ainda e bobo..
o motivo ainda e vc...
e mesmo vc tao distante..
nao consigo te esquecer..
AS VEZES ME VEJO ASSIM
O homem que sou é assim
Pequeno e de breve fim...
Um sopro, afresco a desbotar
Só quero o que quero no instante
Contraditório inconstante
Vivendo a se apaixonar
Meus versos são tão assimétricos
Sem rima, sem clima, só verso
Reverso no meu universo...
O homem que sou é assim
Poesia livre não cativa
Rota louca incompreendida
Regando a vida fugaz
Jorrando sem hora e nem dia.
Amar é assim... É isso...
Não sou feliz só "de vez em quando",
sou feliz sempre! O tempo inteiro!...
Sou assim
Firme como uma rocha,
quando tomo minhas decisões.
As vezes não dá certo
Sou teimosa, dengosa, manhosa,
E quando decido que estou certa
Em minhas decisões e não estou
Ainda sim, teimo e vou
Sou carinhosa ao extremo
Não sinto raiva ( quer dizer...)
Nem de meus inimigos
Deles esqueço.
Sou meiga.
Quando amo, amo mesmo!
Me dou por inteira
Sou verdadeira
Sofro quando amo,
Pois sou ciumenta
Se já amei intensamente um dia?
Sim eu amei, fui amada
Eu sei!
Ainda sou.
Amo e me dou
Afinal sou assim
Simples demais
Amando demais
Tentando chorar de menos!
Samba comigo, amor, e não repare nos meus desajeitos. Sou cheia de defeitos, mas ainda assim, quero sambar.
Dance comigo, amor, e não ria dos meus desritmos. Sou desajeitada, mas ainda assim, quero dançar.
Vem amar comigo, amor, e não repare minha instabilidade. Sou vasta e, às vezes, me canso, mas ainda que não seja contigo, quero todo dia me apaixonar.
Desculpa pela bagunça, é que sou meia assim, meio sei lá, quase nunca sou certeza. Na maioria das vezes eu sou talvez. Ou sempre.
Sou tocado pela mesma sensibilidade com que minhas lágrimas representam o amor e assim sendo, mesmo nas curvas sinuosas da desilusão, a confiança em Deus supera toda e qualquer necessidade de ficar bem comigo mesmo e com os outros...sou este ser sensível.
Literalmente, meu bem, sou bem assim sim:
Justa, leal, amorosa, beijoqueira e brasileira,
Enfim, reta, direta, dengosa e muito faceira!
Guria da Poesia Gaúcha
Cinismo.
Não amo ou sou amado, não são amadas nem amam...
mesmo assim vivo de amores esquinais...
gorgeantes, multicores, úteis e plurais.
Entre esses momentos haverá um dia um fim ?
Não o creio, seria quase extinguir o frio...
aparar a queda ou encher o cálice em mim.
Mas se acontecer e essa alma me encontrar,
por favor fuja rápido e não pense nisso mais...
Eu a sufocarei se ficar, querendo em você... todas as demais.
Criatura Felina
Com um andar que fascina
Olhos de gata
Com autoestima
Sou assim feminina
Olhar que penetra na alma
Que despe sem tocar
Sem tirar a calma
Mas consegue provocar
Mulher de sete vidas
Gata, leoa, onça, pantera
Mãe, filha, amante
Efêmera dominante
Que o futuro da espécie
Nos garante!
POETA
(auto (des) afirmação)
Não sou um poeta,
seria uma ousadia,
assim pensar,
mas, sinto-me, às vezes,
como um deles – utopia, sei lá...
Carrego, de muito jovem,
o gosto pela literatura – a poesia.
Aprendi a ler,
escrever e admirá-la.
Ganhei dos poetas,
das rimas,
apenas a vocação
e, vez por outra, até me inspiro...
Raramente lírico,
realista sempre...
Poeta?... Não, não sou,
nunca fui...
Minha débil aptidão (julgo)
tem me sonegado, até hoje,
essa maravilha: o Dom de ser um poeta...
sou assim mesmo, bem do tipo não liga, n faz questão de falar? Ah entendi quer ibope. Então espera sentado(a) que talvez um dia alguém babaca o suficiente vai te dar atenção medíocre que você tanto adora agora se você quer que eu o faça, perca as esperanças e n sonha tão alto pois quando voltar a realidade o back será pior.
