Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Sou pele em alerta,
respiração aberta,
fome que aprende teu nome no escuro.
Cada aproximação tua me rasga por dentro,
sem ferir — só abrindo.

⁠Não preciso que gostem de mim,fique sabendo,não sou doce pra barata estar lambendo!

⁠Passageiro sem destino

Sou aquele tipo de gente que insiste, que vê o que não existe...
sou triste.
Sou aquele tipo de gente que não desiste, que espera, que labuta...
vivo na luta.
Sou aquele tipo de gente que persiste, que não para, que continua...
vivo no mundo da lua.
Sou aquele tipo de gente que você ama, que você quer, que não cansa de procurar...
trago a esperança no olhar.
Espero o que não existe,
sou triste.
Encontre o que você quer,
em mim - sua mulher.
Passageiro clandestino, sou eu o seu destino!!

A cada dia sou surpreendido pela decepção que surge quando as certezas sobre as pessoas se revelam ilusões.

QUANDO A PORTEIRA SE ABRE!

Há dias em que sou princípio.
Eixo.
Coluna erguida no meio do vendaval.

Defendo a vida como quem acende lamparinas
em territórios onde a noite insiste.
Meu verbo é justiça.
Meu gesto é permanência.

Mas há dias,
em que o existir me enverga.

E algo dentro de mim range.

Não é descrença.
Não é abandono do que acredito.
É o corpo lembrando de todas as lutas
que a alma sustentou em silêncio.

Vem primeiro um abalo,
não na ideia,
mas na carne.

Um peso que não tem nome,
uma vertigem que não pede licença,
uma névoa que atravessa o pensamento
e colore tudo de nefasto.

É quando a porteira se abre.

E os pensamentos que eu sei que não sou
correm pelo pasto da minha mente
como bois assustados.

Eles gritam exageros.
Sussurram desistências.
Inventam um mundo sem saída.

E eu, por instantes,
exagero nos goles da dor.

Bebo como se a tristeza fosse água
e a razão, pequena demais para conter o dilúvio.

O sentimento derruba a lógica
sem piedade,
sem perdão.

Mas ainda assim,
há algo que permanece.

Mesmo quando tudo em mim vacila,
há uma centelha
que observa.

Ela não grita.
Não acusa.
Não foge.

Apenas permanece.

E é ela
que me lembra,
quando o vendaval cessa:

Eu não sou a tempestade.
Não sou os pensamentos que me atravessam.
Não sou o peso que me curva.

Sou a consciência que atravessa a noite
e ainda escolhe amanhecer.

E mesmo que a porteira se abra outra vez,
mesmo que o abalo retorne,

há em mim
um princípio inegociável
que nenhuma dor consegue desalojar:

defender a vida,
inclusive a minha.

Sou uma lágrima nua d’Ele, causada pela solidão do mundo. Mas não sou importante como a causa do choro, sou a consequência de sua tristeza. Ele me chorou por estar só, e eu nasci, não porque ele queria que eu existisse, mas existo em prol a sua existência, existo sem liberdade, estou preso a algo ou alguém que não vejo e nem sinto. Em favor da dor d’Ele estou aqui, não sou seu fruto, sou seu caminho, não tive o sopro de vida, não tenho glória.

⁠❤

"Você marca minha carne
como se fosse brasa.
Sou excesso naquilo que me
transborda e
você, meu amor ... ❤
é a gota que falta para
iniciar a enchente."

Sinto o que sinto
Sou genuína não minto
Gostaria de saber ser …
Sinto que não sei viver
Nesta sociedade corrosiva
Que vive uma mentira
Sinto o que sinto …
Transpareço … não minto
Mas gostaria de mentir …
Nesta vida a corroer …
Sinto … mas quero sentir
Quero ser eu; não quero fingir
Sinto o que sinto …
Porque não posso transparecer
O que sinto … quero dizer
A vida parece encenação …
Vida sem razão de ostentação
E temos que ocultar …
Para o mundo agradar
Sinto que quero …
Por ser genuína desespero …
Sinto o que sinto …
Gostaria de mentir …
Mas não minto

Sou feita do som da chuva, do inverno, do som do mar, do azul do céu e do barulho do vento. Gosto de filmes melancólicos . aprecio a natureza e as trilhas, assim como música e dança. Nem sempre amo a vida, mas luto cada dia para ficar bem."

A máscara pesa mais que o próprio rosto,
Engulo o choro, o medo e o desgosto,
Sou o pilar que todos vêm buscar,
Mas no silêncio, minha a estrutura range.
Sou o oceano que não pode transbordar,
A dor contida que a ninguém consegue enxergar.
Tristeza e cansaço escondido no rosto
Com sorriso disfarço, o meu triste esforço.
Meu grito ecoa o vazio no peito.
Que ainda acredita em um mundo perfeito.

Não sou exagerada.
Só tenho razão em alta definição

Não sou simpatizante da mesmice, embora, seja obrigada a conviver com ela. Ponho um pouco de entusíasmo na rotina e vou enfeitando os meus dias comuns.

Mil sentimentos, um milhão de interrogações.
Sou composta por certezas e confusões, me sinto comôda na minha desordem, o que pra você parece simples, para mim é motivo de revolução.

(Palavras da alma)

Sou forte, com toda a significância da palavra.

De tudo que sou, de tudo o que sinto, exala em mim o desejo de ser livre.

Sou um teorema perfeito com um coração em branco.

A minha idade ja não define mais, quem sou.

⁠Sou o encontro de passado e presente
uma história que se enlaça
em tantas outras vidas
são anos de aprendizado,
de gente querida
de momentos bons
e outros nem tão presentes

Mas em mim está a força
de seguir em frente
a certeza de que a vida
é mesmo uma partida
e que cada passo dado
nos leva a outra vida
q ue o tempo é gigante
e ao mesmo tempo tão carente

Eu sou um livro aberto,
folhas amareladas pelo tempo
mas ainda trago em mim
a esperança e o sentimento
de que é possível criar
um mundo melhor

E assim vou caminhando,
entre o passado e o agora
tão vasta é minha jornada,
tão grande é o meu tesouro
sou o tempo que persiste
e que não tem borda nem sabor.

Sou filha da loucura
Da coragem
Da criatividade apurada
Da energia não canalizada


A loucura mantém a sanidade
a coragem vem da loucura
criatividade foi um bônus
sou energia que paraliza


Tamanha energia me faz única
anseio pelos prazeres da vida
anseio para aprender
me sinto humana


amo a loucura
a maioria é normal demais
quem é normal demais
não costuma ser notado e nem lembrado.

Sou como a areia... você pode até me ter em suas mãos. Mas... se apertar... escapo por entre os seus dedos...!