Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
O que pode o mundo mudar.
Aquilo que você tem a dizer e não diz
É isso mesmo o que eu quero ouvir.
Aquilo que está aí entalado
Quase conseguindo seu corpo sufocar,
É precisamente o que
Pode o mundo mudar!
A milagrosa Palavra que o criou
Também no seu ouvido um mister sussurrou,
O seu quinhão para tornar nossa azul esfera
Em harmoniosa atmosfera...
Mas você só pondera: será?
Sim! A voz assim engasgada é estéril!
Como seu fruto desabrochará?
É oração, já febril, sedenta de seu rumo tomar!
Ah, por favor, não diga: mas eu não sei falar.
Exclama! Clama! Ama!
Sua missão é comunicar!
“Me agarrei na oportunidade que eu tinha como se aquilo fosse o ar que precisava para viver. Sem saber se iria quebrar a cara ou me dar bem por isso”.
Óh querida, não me peça absurdos,
como se meu poema fosse fel!
Eu escrevo aquilo que me vem,
se você me vier, vou te pôr num papel...
Óh querida, não te perturbes
se nas linhas que escrevo vão lhe reconhecer.
A inspiração é quem me toma sem reservas
ela sim é minha amante, não você.
Eu luto pra fazer a coisa certa, luto por aquilo que acredito, luto pelas pessoas que eu amo, mesmo sabendo que só elas podem lutar por elas mesmas.
Ontem a noite eu vi uma sombra em meu quarto
Não sei explicar o que era aquilo
Mais sempre que iluminava ali sumia
Eu tentei achar algo que estivesse refletindo aquilo mais não tinha nada ali
E eu estava no meu quarto a noite TD e aquilo apareceu na HR que me deitei
Se isso significa algo eu não sei
As sombras estão ao meu redor
Elas estão saindo de mim através de mim
Estou me preparando para algo maior
De tanto olhar pro outro lado
O outro lado está falando comigo
Me disseram um dia, que aquilo era coisa de homem, eu não acreditei e me propuz a fazer tal coisa, pois bem, consegui!
hoje conheço um bocado de "não homem".
Saber que algo é lindo e se importar com aquilo são duas coisas muito diferentes, e eu não me importava.
Parabéns, FILHINHA LINDA, por fora e por DENTRO; tal como:
Neste viver pra morrer;
aquilo que eu te desejo;
é que O que eu em TI, tanto vejo;
jamais VENHA a perecer!...
Agora, desfruta deste soneto, que com AMOR, te dedico:
Um ano, se passou minha FILHINHA;
Sem esse TEU CORPO, de tal fé dar;
Nada de TI levou, pois nada tinha;
Prá tão BONITO DITO, retirar!...
Por isso venham mais, e MUITOS mais;
E os VEJAS, para a eles, muito brindares;
Pois que; IRÁS festejar os CENTO e tais;
É tão certo como o deles, PASSARES!
Que bom, é TUA VIDA Festejarmos;
Por ser, um já passou, sem TE matar;
O TÃO BOM, que tanto EXISTE; em TEU SER!...
Que venham muitos mais, para os gozarmos;
Por NADA HAVER como O BEM festejar;
A VIDA CONQUISTADA, ao morrer!
PARABÉNS e um FELIZ ANIVERSÁRIO, minha MENINA “pequenina”; mas tão GRANDE MULHERZINHA e MÉDICAZINHA!!!!!!!!!!!
AMO-TE e AMAR-TE-EI; para todo o SEMPRE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Com O CARINHO, que de mim mereces, [pois só me tens dado ALEGRIAS nesta vida, mas mesmo que assim não fora, de mim; o mesmo merecerias, pois a culpa das tuas falhas, certamente teria sido minha, (por não te ter sabido educar) porque ninguém nasce ensinad@!] a TI, minha FIILHINHA MUITO AMADA; dedico esta VONTADE/VERDADE!
Ai, como te ADOROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!
De Teu Pai;
Neste viver pra morrer;
aquilo que te desejo;
é que O que eu de Ti, não vejo;
jamais venha a perecer!...
Parabéns e FELIZ Aniversário!
Aquilo que você chama de sorte eu conheço como cuidado. É com pequenas doses diárias dele que se constrói o amor.
O RECOMEÇO
Eu já acreditei no que não existia, enquanto desconfiava de tudo aquilo que se revelava óbvio. Achava a esquisitice normal, pois a normalidade nunca se despia da sensatez. Apostei o que não tinha, arrisquei vultosas patavinas, e perdi o que não malparei. Já segui os meus instintos, ao passo em que desobedecia as minhas maiores convicções. Aspirei o impossível, escolhi o improvável, e rejeitei o desimpedido. Eu já menti para não magoar uma pessoa, assim como também blefei apenas para me proteger. Escolhi o sentido oposto dos atalhos retos, e perambulei na contramão da prudência. Porque, eu sempre tive receio de andar no encalço dos desígnios de outras pessoas, e perder o caminho de volta para mim mesmo.
Dos meus desacertos... Eu perdi as contas de quantas vezes errei. Já errei por intuição, errei por escolha, por ausência de opção... E por pura teimosia – quando a culpa parecia menor que o prazer – ainda insistia em cometer os mesmos erros no meu afã desatinado de acertar. Cai, levantei, me perdi, me abandonei, me puni, me critiquei, me perdoei, e por inúmeras vezes, tropecei esbaforido, na intensidade dos meus próprios sentimentos. Mas nunca – em momento algum – eu pensei em desistir dos meus sonhos. Pois, eu jamais deixei de acreditar no denodado vigor que provém dos recomeços. Sobretudo, quando compreendi que as nossas atitudes determinam a distância entre aquilo que almejamos e aquilo que possuímos. Porque, não são apenas as vontades, tampouco os quereres. Mas, a nossa temeridade para sairmos em busca daquilo que realmente acreditamos que nos concede o poder de transformarmos todos os nossos sonhos contemplados em realidades tangíveis.
Preguiça de ser quem eu fui...
Tédio de ser quem desejo ser...
Impaciência de tornar-me aquilo que sou...
ser o que sou, não me basta, mas é a paciência.
Eu ainda irei acertar muito, errar muito, mas independente de tudo, sempre irei fazer aquilo que eu tenho vontade.
Não é por que eu desisti que me torno fraca. É questão de força reconhecer e aceitar que aquilo não estava me fazendo bem.
Me abraça forte e diz que não quer outra vida
Eu vi no seu olhar tudo aquilo que eu procurava
Vi que amor era tudo que eu precisava
A vida é foda, eu sei, tem coisa que não passa
Mas me beija agora e me faz sentir em casa
