Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Sou uma curiosa por natureza. Eu fuço, mexo, vasculho, pesquiso, ouço, toco. Mas tudo tem um limite e o limite é traiçoeiro, porque é uma linha invisível entre o senso crítico e a personalidade própria, a auto avaliação. Ouvir porque estão todos ouvindo, pra decidir se eu também gosto. Não pode ser jamais, fazer porque estão todos fazendo. Sem justificativa nenhuma. Sem um pouco de mim naquilo. Tem coisas que eu sei que não devo fazer mesmo que outros façam. São caretices minha mesmo, porque as pessoas tem esse conceito errado de que pra viver é preciso se gastar. Não vejo onde isso é viver, mas enfim... que as experiências dos outros nos sirvam de exemplos e que nem toda prática nos leve a perfeição.
Se você pretende saber quem eu sou, nem eu posso lhe dizer. Faz o seguinte pergunta em um posto Ipiranga, depois volta e me conta.
Eu não sou algo
Sou alguém
Não sou feita de papel feita para amassa e depois joga no lixo
Sou de ossos
Minha carne e fraca
Meu corpo e coberto por sangue
Minha mente devia ser de gesso
Mas é de papel .
Quem eu sou
Eu sou apenas um ser chamado de Homosapiens nesse universo insignificante , e egoísta que só pensa no seu próprio reconhecimento.
QUEM SOU EU?
Sou simples, para quem me entende...
Sou complexo, para quem não me gosta...
Sou amigo, do que me compreende...
Sou um indesejável, ao que em mim não aposta...
Sou um louco, para quem só me repreende...
Sou um cara legal, quando lhe dou a certa resposta!
Pedro Marcos
Não sou dessas que corre para um abraço, sou orgulhosa demais, quieta demais, a verdade é que eu nem abraço… não qualquer um, melhor, só abraço umas duas pessoas das dezenas que conheço. Sou dessas que depois de não te ver por 2 meses chega ao teu pé devagar, põe um sorriso tímido no rosto e fala uma merda qualquer, sou dessas que nunca corre para o abraço por medo mas sempre abre os braços para quem corre na minha direção.
Prefiro escrever sobre o que sou e penso, à escrever sobre o que gostariam que eu fosse e pensasse...
Ela era poesia eu nao sabia ver,
Com uma caneta na mão e um
Caderno nos braços escrevo quando,e onde
Eu vou morrer.
Quem sou eu?
Será que sou um ser-humano
Da terra?
Ou eu sou um alienígena obscuro
De um planeta das trevas!!
Quem sou eu?
Será que eu sou um protóxico
Criado pra sofrer?
Ou eu sou uma arma criada
Para fazer as pessoas se sentirem
Incapazes de saber,poder,querer
Morrer com o pensamento de
SALVAÇÃO tentando escapar do desprezo,da dor de ter Depressão
Sou assim. Tomo cautela pra falar de qualquer assunto, mas quando se trata dos meus sentimentos, eu falo sem pensar. Não sei fingir o que não estou sentindo. Posso esconder por muito tempo, mas quando eu sentir que posso, irei falar, sentimentos foram feitos para ser compartilhados e exteriorizados, se coisas ruins eu guardo pra mim, qual seria o sentido em guardar as boas também?
O que eu quero ser em vida não posso, o que sou ainda não está tão perfeito como queria, mas o que eu sou hoje, dá para viver toda a minha vida que me resta diante de Deus! Esse cara sou eu!
Eu sou o vento que você sente, eu sou a flor que você vê, em tudo que é vida estou presente, até mesmo dentro de você.
Hoje eu vejo... A vida é um fio que me conecta a quem veio antes.
Percebo que nada em mim é por acaso — sou continuação, sou história, sou sonho antigo que se realiza.
Gratidão à minha ancestralidade, que me sustenta, me guia e me faz ser quem sou.
Edelzia Oliveira
Entre o corpo e o pensamento,
o eu hesita, vacila, e se fragmenta.
Não sou apenas carne, nem só razão,
sou o espaço onde o impossível ganha forma.
Neste limiar de dúvida e esperança,
descubro que ser é perder-se,
e que a verdade do ser se esconde
no gesto frágil do instante.
Quero ouvir-te discernir a meu respeito!
O teu relato o divergir de quem sou "Eu".
Esclarece-me sobre mim!
Responda aos meus anseios de entender e compreender quem sou?!
O que vês de um "eu", que não sabe de mim.
Vossa explanação, o relato feito por ti.
Mas espero que, como se diz por aí, o ver a olho "nú" o percebido do teu Eu, quem tu encontras em meu "Eu"!
Por fim, ou por início, imagine o ser, aquele, aquela persona observada de fato a partir do teu relato.
Sim!
Por cada análise - O análogo observado do meu eu partir do teu eu.
Este eu, a partir do teu eu, diz mais do observador que do observado.
Uma vez que nem Eu sei quem sou.
Sobretudo sou nada
apesar disso sou eu
e tudo faz parte de mim
porque tudo junto sou eu
Doctorstrangelove
