Eu sou aquela q Mesmo Triste Sorri
Onde estão os seus sonhos? Os seus desejos? Aquelas vontades? E até mesmo os seus medos?
Onde está quem você é de verdade? Por que, você se esconde?
Por que, você tem tanto medo de amar?
"Mesmo que não tenha havido o reconhecimento dos que deveriam fazê-lo: Fui parceiro de Joviniano Perenha, na formatação e adequação aos meios de comunicação, televisão, do ORÇAMENTO DIRETRIZES ORÇAMENTARIAS, muito antes de realizar o curso de planejamento da Southern Califórnia University, em 1977, que me orgulho muito!
CAMINHO DE VOLTA
Jussara Marinho
"Tememos o comprometimento. Mesmo que seja algo bom, algo que só nos fará bem, pela beleza e poesia que trará à nossa vida, fugimos.
É mais fácil. É mais cômodo....sequer nos damos conta do que poderíamos ter tido...sem que ninguém estivesse pedindo nada. Fugimos daquilo que queremos. Daquilo que precisamos. Como podemos ser tão irracionais?
Talvez, nestes momentos, o gesto mais sábio e generoso possível seja, com toda a calma e sinceridade que soubermos, começarmos a sair do monólogo despropositado, para dialogarmos, a partir do coração. Sem medo.
Descomplicar. Derrubar desnecessárias defesas. Fazer o caminho de volta, sempre que necessário for, sem medo. Com humildade. Aquela que agiganta, já que é qualidade de poucos.
E, se o sentimento compartilhado for sincero e precioso, quem sabe cada um pedir, um ao outro: “...Não Desista de Mim.”
A Vida, então, poderá se revelar em todo seu esplendor e, claramente, veremos que a jornada não só está valendo a pena, como tudo passa a fazer sentido."
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"Os açoites do mesmo vento podem dar, à árvore mais robusta, uma inclinação definitiva."
Jussara Marinho
Você foi minha amiga e me falou a verdade. Até mesmo quando o mundo estava desmoronando, você foi minha constante... Meu porto seguro.
Pense bem, talvez não seja para tanto! Se você olhar isso por outro ângulo, pode até mesmo acabar rindo da situação.
Cada um tem seu caminho, e ninguém poderá tilharo por você, os teus passos é você mesmo que guiá.
O caminho é estreito e cheio de obstáculos, pois a vida é imprevisível.
De cansaço em cansaço, tenho buscado um lugar aonde eu possa repousar.
Talvez seja no céu, talvez seja no mar, talvez naquelá estrela lá no alto que não para de brilhar.
Ao longo do caminho espero não ter nada para carregar, a não ser minha própria vida que é o que basta para mim continuar.
Chegando ao fim do caminho despido de todas as coisas eu quero estar, pois nú nasci do ventre da minha mãe e é nú que voltarei para lá.
Sobre aquele velho amor:
-Ele deixou de me fazer sonhar, e ao soltar minhas mãos mesmo que por mero segundos, me fez querer uma liberdade que não mais encontrava em seus braços.
A sensibilidade é a janela colorida que nos abre os olhos para enxergar a beleza das coisas, mesmo as mais simples; ela nos alerta para ver as atitudes erradas dos seres humanos; deixe-nos olhar para o outro com os olhos de quem o enxerga com profundidade. E não há coisa mais bela do que saber sentir, saber ver para além dos olhos, saber ouvir os silêncios que dizem muito. Saber dar sentido ao que nos toca pelos sentidos: pelo tato, pelo olfato, pelo paladar, pela audição e pela visão.
Talvez, não fosse pra ser. Talvez, tinha que ser mesmo assim... Muitas vezes esperamos a tal oportunidade certa. Durante essa espera convivemos com a fantasia, sonhos, desejos imaginários para suprir a falta do que nunca se teve. Esperamos a hora certa pelo simples fato de não fazer para os outros o que não queremos que retorne a nós. Ou porque queremos, dessa vez, fazer a coisa certa; ou pela única certeza de sabermos que será a última tentativa e que tudo valerá o tempo que se aguardou.
Por vezes a gente tenta se aproximar, mas as circunstâncias sempre vão contra nosso favor. Nesse momento paramos, respiramos, olhamos para o céu e na maioria das vezes repetimos: “- Meu Deus se for pra ser esperarei o momento certo!”. E seguimos adiante, com na música “...dois pés sozinhos e uma estrada...” o tempo passa. A vida segue. Momentos nos ensinam, aumenta às cicatrizes, o cansaço chega. Já não se espera mais, e é nesse momento que a vida nos dá um presente.
A música se completa: “...dois pés sozinhos e uma estrada, dois pés chutando latas. Aí eles tropeçaram em você, tropeçaram em você. Você me beijou e eu voltei do espaço com poeira da lua nos sapatos...” e todo o tempo, sonhos, espera ganham vida de uma forma tão imensurável, que em exatos sete dias se é capaz de viver uma vida toda, sorrir todos os sons, olhar a alma, abraçar o coração de uma tal maneira que se torna inexplicável.
Mas a vida, a vida vem com toda sua força e mostra que não são todas as esperas e histórias que tem começo, meio e fim. Talvez... eu nunca venha a saber como seria se tivéssemos o meio e jamais qual será o fim. Tudo ficou no começo, um começo cheio de coisas boas, de calmaria, de fotos, cuidado. E... e o céu está estrelado, né? Risos.
Talvez, por isso tudo, o abraço tornou-se apertado, as lágrimas teimaram em cair, os olhos olharam o chão e, incrivelmente, a voz ficou sem força e tornou-se silêncio para não dizer adeus.
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