Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
Cada escolha um destino,
cada destino uma construção,
cada construção um sonho.
Duas figuras sonhada,
pode ser realizada...
Tão importante quanto sonhar é acordar desse sonho para realiza-lo, caso contrário não passará de um sonho.
seja meu sonho,
seja minha vida,
seja cada momento...
que espero que aconteça,
em dias tristes e alegres,
sois meu sorriso minhas lagrimas,
sois dia que se passa e a noite que chega...
em cada estante que passamos ate morte.
no conchego do teu amor,
tudo passa se e por tudo espero,
ao nada vejo e nada espero,
de tudo que sois o mais precioso,
amor de repente que tocou e nunca passou,
vendo o tempo e lagrimas da chuva e ador do sol,
te amo meramente por amar,
em desafio espero com temperança da intrigada,
á paixão para o qual nasce e morre,
esperando a esperança do teu amor,
chorar e tanto chorar, porquê te amar?
se sois o vento a chuva que alimenta vida...
e conduz a morte na temperança de tal sentença...
de fato a encruzilhada se trata da corrupção...
entanto nas profundezas te amo...
relutar nos difusos na opera do destino...
foste ou será ou até sempre foi...
a paixão notória desde então amor.
Riso e Lágrimas
Sonho que a mim domina sempre pelas noites,
é rotineiro vires à mim.
Pelos dias, a cada hora te vejo à minha
frente, és constante.
Teu sorriso lindo, ilumina as minhas idéias,
teu olhar além de ao meu lado estar,
é um vigilante eterno, que junto a mim vai.
Te queria perto, meu pedaço de amor, que me faz falta.
Sinto que as vezes serás minha eternamente,em outras,
vejo-te distante.
Martiriza, a idéia de não te ter,
suaviza a visão que os sonhos trazem constantemente.
És o riso lindo, quando te vejo.
És a lágrima da saudade, da realidade presente.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Já é real para todos nós o poder de um sonho, todos nós temos desafios, e o sentido de cada obstáculo é mostrar o quão forte nós chegaremos à linha de chegada, para manter o prêmio
Você e feito de solidão
E de sonho que não vão si realizar
Então Si você tiver caído
Si levante sozinho com sua próprias mãos
Pois nem deus vai ti ajudar
Sem querer nada em troca
leve gravidade de um sonho
ao pesadelo de fora ao longe
espreito a morte num desejo,
esbravejo palavras sem sentido,
apenas um sentimento pesado
para tais que foram o amor...
Compreenda
Que quanto melhor for o sonho
Que se tem...
Mais leve e doce se tornam o sono
Em que dormes...
E mais belo é o despertar da vida
No amanhecer que DEUS te preparou...
JANELAS
Abro as janelas do mundo
sempre que me fecho
em meu quarto,
onde com palavras,
sonhos e iluminuras
eu inundo.
Arrombando as travas,
vai arrebatando farto
o coração em torrentes,
transbordando dores e agruras
e levando a alegria junto,
em lavas
adormecentes,
até que
pelo mundo,
boiando, já nas alturas,
saltando feito um sapo,
de janela em janela
eu me escapo.
Se for para ter um sonho, que ele seja grande. As pequenas coisas ou o "nada", a vida já nos dá gratuitamente.
Aquela conta do meu brinco
é gota transparente
esverdeada :
sonho de beijo teu.
Eliana Mora, 12/03/2008
" Sabe aquele teu sonho de me
ver de cabeça baixa? Esqueca!
não deixarei cair a minha coroa,
nem regarei o solo com minhas lágrimas.
no chão nada meu verás senão minhas
pegadas, pois sempre firme seguirei."
Este é um amor que teve sua origem
em um sonho imaculado
e em um medo tão ligeiro como brisas de verão.
Um amor inventado pela escuridão dos seus olhos,
um amor com aroma de chuva cálida,
um amor que não tem cura nem salvação,
nem o golpe derradeiro, nem sequer um breve alívio.
Este é um amor rodeado de plantas carnívoras
e de mil luas ardentes
e de lágrimas que queimam como o fogo
e da ânsia que se respira sob um céu de Abril
E de tudo o que se oculta e se esquece
e se deseja e não se alcança
e se sucumbe e volta a crescer.
Pois o amor é dono da derrota e do triunfo
e nos faz escravos e senhores
e deuses e vagabundos.
E o amor é minha desgraça e elevação
meu reino e minha ruína,
um castigo com sabor a vinho doce e perdição.
Esta é a história de um amor com escuros e raros orígens:
Veio nas asas feridas de um joão de barro
e cruzou países de nomes estranhos
e oceanos repletos de monstros
e campos de florzinhas azuis
E me senti tão grande a ponto de tocar o céu
e tão miserável a ponto de tocar o inferno
E escrevi poemas em nuvens de outono
e esqueci meu nome na cauda de um cometa
e roubei os anéis de Saturno,
porque queria gritar que te amo
e que o amor no meu peito não fez morada
porque é maior que o cosmo
e mais poderoso que o trovão.
E eu vi algo indizível nos seus olhos
uma mescla de milagre e perigo
que condenou meu espírito e minha vontade.
E até as rochas
e os infames
e o crepúsculo
e a morte, adivinharam que estou com o amor
até o sangue,
até o estômago e os poros da pele.
E sabem as ruas emudecidas
e as fotografias
e o chuvisco
e as senhoras detrás das janelas.
E sabem os anjos
e os caídos
e as criaturas do abismo
e do arco-íris.
E sabem porque eu sei,
eu sei que passaremos a vida lutando contra as tragédias
para que não rompamos a alma
e morramos de amor.
