Eu Sonho o que eu quero Pedro Bandeira
"Eu reconheço cada mancha na sua íris de cor verde. Elas ficaram marcadas nos meus olhos que só enxerga você"
Pessoas como eu não sentem dor quando pisam em espinhos, é muito foco, determinação e perseverança, mas é preciso muita humildade, e paciência, ao contrário do que muitos pensam, aprendemos lidar com a exclusão e rejeição, sem ser infeliz.
Eu creio que DEUS tem o poder para fazer TUDO, todavia não CREIO em muitas coisas que o homem diz por aí que foi DEUS quem fez.
Toda vez que eu fujo de você, mais eu sou levada para perto. É como se eu fosse a onda e você o mar. Como se eu fosse uma nuvem e você o céu. Como se eu fosse o pão e você o padeiro. É como se eu precisasse de você, como preciso do ar para respirar. Eu te amo com força e com urgência e, por sorte ou destino, você me ama também.
Nos seus olhos vi um brilho
Por seus olhos me apaixonei
Por vc eu Fasso tudo
Nem que seja mais de uma vez
Como eu acredito e defendo a real liberdade de expressão, não posso fazer campanha ou tentar calar, pessoas que não concordo com ideias e ideais, por mais detestáveis que me possam soar.
Musica Esperando um pelo outro
Compositor Poeta Adailton
Sem que eu saiba a verdade
Eu não posso te acusar
Sem que você não tenha certeza
Não quer me deixar
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar
Sei que você tem outro que te quer bem
Você sabe que eu tenho outra também
Nos falamos no confidencial
Trocamos mensagens também
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar
Somos inquilinos do mesmo lar
Não dividimos o mesmo colchão
Sofremos do mesmo mal
Somos reféns da mesma situação
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar.
Eu não vou durar muito aqui
Apesar de sinais preciso ir
Assista minha despedida
O céu hoje brilha
E não há nenhum significado
Eu era quente como o verão, mas depois que você partiu eu estou presa em um longo e sombrio inverno.
Não sou mais eu, não me sinto mais, não me vejo mais. Fui roubada, fui tirada de mim, levaram meus sentimentos, carregaram minha alma. Me resta apenas tentar me refazer com os cacos do que sobraram de meu ego.
Flávia Abib
EU NÃO DESISTIR
Apenas entendi que existe verdades confortantes para a continuidade dos mantenedores e dependentes do Sistema dominante, mas sair da caverna em busca da VERDADE: A VERDADE DESTRUIDORA da verdade confortante. Ai meu amigo é uma outra conversa, para um outro tempo, de uma outra Realidade.
O mundo é um grande jogo de xadrez. Existem dois tipos de pessoas: o jogador e as peças. Eu sou o jogador. Não vejo as pessoas como seres sentimentais. São somente peças que eu analiso e dou o xeque-mate. Quem se preocupa com moralidade ou compaixão, está fadado ao fracasso.
Tempo
Eu mostro o fácil, escolha o que você define. Não sou isso, eu sou tudo e muito mais.
Você pode esticar e tentar rasgar, às vezes até duvidar, mas não pode cobrar.
Se as estrelas estivessem aqui de novo elas estariam testemunhando o meu amanhecer.
Oh, eu nasci sem tempo para isso.
Então pegue a estrada iluminada para longe de mim.
Não se preocupe eu sei.
Nem sempre sou frio, só tão bom sozinho.
Erro sim, choro sim,
Somos outrossim; como assim?
Vá em frente, o sol está refletido em nossas lágrimas. O horizonte sou eu; ele também é você.
Não duvide, acredite.
Minha bela manhã deixe eu exemplificar: vá, pois ele não quer ficar.
Cada lágrima que dos meus olhos saí eu me fortaleço mais e assim eu vou vivendo as vezes ganhando as vezes perdendo mas independente do resultado eu sei que amanhã será um novo dia.
A PLANTA
A planta
vistosa
formosa
quieta
ereta
esguia,
na via
estreita
eu via!
o tronco
abria
movia
saudava
se dava,
sorria,
na via
estreita
eu via!
em cena
aceno!
a vida
seguia,
o dia se ia,
volvia,
na via
estreita
eu via!
nas folhas
molhadas,
brilhavam
a água
da chuva
escorria,
na via
estreita
eu via!
o sol
que nascia
banhava
de luz
a planta
quieta
ereta
esguia,
na via
estreita
eu via!
a noite
chegava
escuro
ficava,
e a luz
camuflava
a planta
vistosa
formosa,
na via
estreita
eu via!
a planta
vistosa
formosa
quieta
ereta
esguia
cortaram
um dia,
na via
estreita
não mais
existia!
Momentos
De repente tudo voltou a ser como era há muito tempo,
eu voltei a Monchique ao campo de trigo, às vinhas,
no mês de Outubro, aos socalcos de batatas e ervilhas,
À muita chuva na serra e às tempestades de vento.
Tudo voltou a ser lindo, as ovelhas pastavam nas verdes ervas
com seus borreguinhos aos saltinhos, muito branquinhos,
eu muito pequenino ia à Portela do Cano sozinho, sem pressas,
à casa da avó buscar os seus doces e bons bolinhos.
Em Alvor o mar estava calmo, e eu nadava nas águas azuis.
Depois vinha por entre as figueiras de figos de Verão,
e apanhava os figos maduros, com satisfação....
Então chegava a casa e tomava banho no tanque do campo,
sem esperar, que estes meus momentos, voltassem alguns,
quando eu fechava meus olhos, em saudade e em alegre canto!
