Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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⁠Comunique às pessoas ao seu redor um ou mais dons espirituais, porque todas precisam saber que suas habilidades vêm do Alto e como tais edificarão as suas vidas em prol de um bem comum, aproximá-las do Senhor.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Nenhum líder de igreja tem o direito de cortar, excluir, ignorar ou omitir os dons espirituais de seus irmãos, senão honrá-los, usá-los e reconhecê-los em seus ministérios da igreja para o bem do crescimento e da edificação da igreja.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Talentos devem ser exercitados e dons devem ser manifestados; caso contrário, nada muda.

Inserida por HelgirGirodo

As palavras dos pastores de igrejas deveriam ser aplicadas à verdade, aos exercícios dos dons e dos ministérios espirituais das ovelhas para a expansão do seu crescimento e da sua edificação no corpo de Cristo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Você só descobre quais são as suas habilidades para os Dons Espirituais, quando trabalha, coopera e participa dos trabalhos e ministérios da igreja.

Inserida por HelgirGirodo

Líderes religiosos que ignoram as ordens do apóstolo Paulo quanto aos dons, são pontes quebradiças, velhas e perigosas, mandando só os seus escolhidos, manterem-nas com olhos da miopia.

Inserida por HelgirGirodo

Há muitas coisas lindas nos talentos e nos dons dos irmãos.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Na matemática divina é assim: soma de bênçãos, subtração das maldições, multiplicação dos dons e divisão de bens.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Muitos só aprendem a dar valor àqueles que possuem dons,habilidades, talentos e qualidades, quando descobrem que lutam sozinhos sem sucesso.

Inserida por HelgirGirodo

As orações devem visar a pregação da sã doutrina, da santidade, dos dons e dos compromissos em busca dos perdidos e do bem-estar espiritual, do crescimeno e da edificação da igreja.

Inserida por HelgirGirodo

A Língua: Um Poderoso Instrumento do Bem e do Mal

A língua é, sem dúvida, um dos maiores dons do ser humano. Com ela, experimentamos os prazeres da vida, degustamos o doce, o amargo, o azedo, o quente que aquece e o frio que gela. Ela nos dá a capacidade de saborear as delícias do mundo, transformando simples alimentos em experiências inesquecíveis. No entanto, a língua vai muito além do paladar. É um instrumento poderoso que pode construir ou destruir, alegrar ou entristecer, unir ou separar.

A mesma língua que elogia também pode ferir. Aquela que abençoa pode amaldiçoar. Ela pode ser nossa maior amiga, mas também a mais perigosa das inimigas. Por meio dela, pronunciamos palavras de amor, apoio e verdade, mas, se mal usada, ela se torna um veículo para mentiras, calúnias e destruição. Muitas vezes, as palavras que saem de nossa boca têm o poder de ferir profundamente, de provocar sofrimento, de destruir relacionamentos e vidas.

E você, o que está fazendo com a sua língua?

Como diz o versículo em Mateus 15:11: “O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.” Essa frase nos faz refletir sobre o impacto das palavras que proferimos. Elas têm um peso imensurável, e cabe a nós decidir como usá-las. A língua, quando usada para o bem, pode abençoar, promover a paz, inspirar e trazer alegria. Mas, quando usada para o mal, ela semeia discórdia, mágoa e arrependimento.

Será que suas palavras têm promovido o bem ou causado sofrimento?

É por isso que precisamos de cuidado. Muitas vezes, o silêncio pode ser mais sábio do que palavras precipitadas. Uma língua quieta e controlada é santa; ela não provoca danos, não espalha mentiras, não gera sofrimento. Mas, quando se exalta, movendo-se sem controle, pode causar reações devastadoras, tanto para quem fala quanto para quem ouve.

E você, tem usado sua língua para edificar ou para destruir?

Devemos usar nossa língua para abençoar, edificar e trazer o bem ao próximo. Que nossas palavras sejam verdadeiras, que sirvam para apoiar e confortar, para expressar amor e gratidão. Porque, ao contrário, quando a usamos para espalhar mentiras, injúrias e calúnias, ela se torna um inimigo poderoso, que destrói não apenas a nós mesmos, mas também aqueles que mais amamos.

Pense: suas palavras têm sido um reflexo de bondade ou de egoísmo?

A língua tem o poder de ser uma ponte ou um abismo. Cabe a cada um de nós decidir como usá-la. Que ela seja um instrumento de luz, um reflexo do melhor que podemos oferecer ao mundo. Afinal, é com ela que damos forma às nossas intenções, e é com ela que podemos escolher construir um legado de bondade e verdade.

E agora, ao final desta reflexão, pergunte-se: o que você está fazendo com a sua língua? Use-a para espalhar amor, paz e bênçãos. Assim, ela será não apenas uma dádiva, mas uma fonte inesgotável de alegria e significado para você e para todos ao seu redor.

Inserida por nereualves

⁠Quanto mais dons recebemos, maiores capacidades teremos, tornando essencial usá-los com sabedoria.

Inserida por RonaldoRS

⁠Pessoas especiais tem dons extraordinários,as vezes, não explorado pelo sistema.

Inserida por Diogovianaloureiro

Uma verdade:
“Não se conquista o amor com habilidades, talentos ou dons…
‘Amor’ se ganha!”

Inserida por LucasCoelhu

⁠Os dons e os ministérios, vêm do Espírito Santo (Dons) e de Jesus Cristo (Ministérios) para edificar a igreja de Cristo e nunca para a glória do crente. Tudo o que o crente é, o é dado por Deus (a salvação e tudo o resto) é sempre e deve ser para a glória de Deus.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠O Espírito SANTO, Além de batizar no espírito Santo os crentes; além de dar dons no Espírito Santo. Também e principalmente dá o Fruto do Espírito Santo, cuja base é o amor de Deus no coração do crente!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠O crente se apega nos dons e esquece do caráter.
A alegria de muitos estão em receber aplausos pelas façanhas realizadas pela carne.

Inserida por auloscarvalho

⁠Numa certa feita, uma multidão de incrédulos duvidou dos incríveis Dons que o Grande Nume Universal, confiara a LUCIUS. Porque zombavam da forma "simples" dele viver. Então LUCIUS os reuniu ao redor de uma pequena montanha, e disse-lhes que lhes daria um poderoso sinal, do que pairava sobre seu espírito Místico. LUCIUS ergueu então suas mãos para os Céus, pronunciou e fez alguns sinais místicos, e, de repente, começou a se formar uma densa nuvem no Céu límpido, e choveu granizo. Mas não era granizo de gelo. Era simplesmente granizo de DIAMANTES. O solo ficara repleto da mais brilhante e valiosa pedra do mais puro quilate!!!
Um alvoroço se fez. Gritarias de delírios! Não havia nenhuma viva Alma, ali, que presenciara tal fenômeno, que não se impressionasse. E foram todos, unanimemente, em direção das preciosas pedras, a fim de se apoderarem delas e ficarem ricos. Porém, quando tocaram nelas, imediatamente elas viraram saraiva de puro gelo. LUCIUS ao contemplar sua frustração, encheu-se de orgulho e satisfação, virou as costas para o populacho e se limitou apenas a dizer o seguinte: - "a vocês foi dado tão somente contemplarem essa maravilha. Mas por causa de vossa incredulidade e zombaria, bem como blasfêmia dos Mistérios SAGRADOS, jamais a fazerem parte dela. Pois ela é reservada apenas àquele que CRÊ".

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Sobre os dons da arte da Oratória e da Escrita

Em relação ao primeiro, é sabido que Cícero orador, fora considerado o maior orador de todos os tempos ( embora haja divergência de opinião). Este, entre os latinos. Entre os gregos, poderíamos citar Demóstenes, o gago. Era gago, praticou a oratória e se tornou o maior orador da Grécia! Quanto ao segundo dom, o da escrita, houve infindáveis habilidosos escritores, não mencionando eu nomes, mas que na arte oratória, não eram proeminentes oradores. Mas existiram os que, por sobreexcelência da natureza, eram dotados dos dois dons - tanto o da arte oratória quanto o da escrita. Isto é, eram tão vigorosamente estilosos e sofisticados tanto falando quanto escrevendo. De modo a não sabermos exatamente que dom escolher, caso tivéssemos que nos ater a apenas um, dos dois que possuísse!
Cícero, não tivemos o privilégio de ouvi-lo, como tantos outros. Mas se julgássemos sua oratória apenas com base na sua escrita, que podemos ler, não o classificaríamos como o orador que a História lhe laureia. Então , a meu ver, Cícero não é tão escritor quanto orador; sobrepujando neste dom, mais do que naquele. Em contrapartida há os que são muito mais sobreexelentes no dom da escrita que no dom da oratória. O que podemos concluir deste curtíssimo ensaio, é que, nem sempre o eloquentíssimo escritor também o será, como orador. E o eloquentíssimo orador, como Cícero, a julgar o que sobre ele dizem os anais da História, nem sempre se destacará na escrita, como se destaca ou destacou na oratória. E que com certa raridade, haverá os eloquentíssimos tanto na escrita quanto na oratória; como Sêneca, Giordano Bruno, Dr. Rui Barbosa, Dr. Enéas Carneiro...


Às 19h03 in 01.08.2024

Inserida por FabioSilvaDN

Há um princípio fundamental para se equilibrar os dons da carne com os dons do espírito. Aprendi, com muito sofrimento e vivência, que a arrogância do saber sufoca o que temos de melhor no espírito. Todo talento herdado ou aperfeiçoado com estudo e prática laboriosa, quando sobrepõe a modéstia, a humildade e o amor, vira lixo, lixo humano que nada edifica...

Inserida por EvandoCarmo