Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante
Não é só força
É técnica
Não é ser rápido e afobado
É ser ágio e hábil
Não é arte
É ciência
É o olhar clínico, crítico e atendo para as manifestações de quem passa pelos piores dias
É o saber, diagnosticar, intervir e avaliar
Implementando sempre o que for necessário, para o bem disseminar.
É ser cativo vitalício da responsabilidade da vida perpétua.
É ser Enfermagem !
A louca, a deusa e a feiticeira
A mulher é ser tão especial, que nada tem de frágil.
Ela tem várias versões, mas entre elas, suas verdades.
Dentro dela tem uma deusa, uma louca e uma feiticeira.
Mesmo com todas suas manias, quando quer, ela conquista.
Quando tratada com carinho, com certeza vai ser recíproco.
Mas lembrando que dentro dela, tem uma carga explosiva.
Te leva do céu, para o inferno, no piscar da sua vista.
Ela é doce, mas as vezes amarga fica.
Mas se cuidar bem direitinho de todas suas versões, dessa mulher você terá eternamente, o amor e paixão.
Mesmo sendo um turbilhão, ela ama com emoção. Ela não quer ser entendida, nem ao menos ter razão. Mas para ficar na sua vida, tem que ser com o coração!
A louca, a deusa e a feiticeira, é a essência desse mulherão!
Autora: #Andrea_Domingues ©
Todos direitos autorais reservados 17/02/2019 às 19:00 horas
Dar crédito ao autor original
O Poder Judiciário não pode ser considerado como justo. Muitas vezes a conveniência nos impede de rebelar-nos frente a ditaduras de instituições que deveriam zelar pela aplicação das leis, e não criá-las.
As vezes tem problemas externos que parece ser mais fácil de resolver do que seus próprios problemas internos.
É tolo aquele que prega que um ser justo, com conhecimento total e irrestrito do curso, aplicaria penalidade para um inocente.
Quando um padrão compra o teu silêncio e inibe a tua maneira de ser, você está sacrificando a própria essência de ser feliz.
Faz o que gosta!
Independente do posicionamento recíproco alheio, não deixe a vida passar sem antes se entregar ao que te constitui, ao que te completa; viva intensamente, viva feliz!
Vai ser difícil mudar conceitos, mas se pagará um preço tão alto, onde o conceito desaparecerá e será apenas uma existência esvaziada,
De partes mortas em mim
O vazio em mim
Ensurdece, me emudece
Queria voltar a ser oceano
Sentir nascer em meu peito
Todo o fulgor de outrora
Perder o meu corpo em bocas sem nome
Que minha carne anseia o profano
Mundano, devasso…Inteiro.
Bebeis noutro corpo meu medo
Meu peito está seco
Meu coração hoje pulsa por vício
No fundo de mim, me guardo do limbo
Nefasto de mim, sou assim
Hoje em mim a vida pousou no deserto
O ar é vazio
Em vão meu peito avança pró nada
Estou só
Morri e não vi
Senti uma parte de mim
Que partiu, me deixou
Acabou…
Eu sigo sentindo o vazio em mim
A perda em mim, ensurdece
Emudece...
O ar é vazio
Estou só no deserto de mim
(Adilson Santana) (Matheus o Navegante Ferido) Arq. Biblioteca Nacional de Lisboa . Portugal
QUERIA SER COMO UM RIO
Queria tanto beber em meu pranto, está seco, já não sei nem mesmo chorar...
Um rio inteiro podia cair, inundar por completo esse meu mundo deserto
Não sei bem de onde vem, é lá bem do fundo e dói tanto o meu peito vazio
Destruir é sempre mais fácil que reconstruir,
descer é mais simples que subir
Meu coração é forte, aguenta a pressão,
Mas não sou eu, eu sou vago, sou triste
Sou só.
Caminhos mil eu andei, atravessei desertos fantásticos na escuridão extrema
Me dei por completo, traí, confiei, busquei um jeito de não ser vazio
Aqui dentro o meu peito
Como dói o vazio, corrói mais que ácido
Me entrego a tortura de mim, meu peito me cala
Queria tanto poder ser abrigo, um canto qualquer, não quero ter paz
Nasci no inferno, em trevas profundas,
Eu quero ver luz, não sinto meu corpo, só tenho alma e vazia
Explode meu peito, nasci como um deus, agora sou homem, ando na vida
Cansado de tanto assim ter vivido,
Caindo sempre de canto em canto, de vida em vida...
Trazendo sempre a dor profunda, que faz de mim conhecimento
Queria tanto cair como um rio, o mar secou, a vida é árida
Tudo o que é belo não me pertence, nasci um deus
Que seja então eu deus de mim, que seja eu meu próprio pai
Eu vejo o mundo, mas não é meu, terá sido um dia?
Ando aqui e nem é por mim, eu nada sei, eu tudo sinto
Que venha o pai, que me resgate, que me dê vida, que seja eu um rio inteiro
Que seja pranto, mas que seja algo que não seja assim...
Assim me dói tanto.
Viver num mundo que não é meu, eu ando aqui, mas nem é por mim´
Foi sempre assim, nasci assim, nasci um deus, sem pai para mim
Queria tanto fazer sair aqui do meu peito o mundo inteiro
Para quê lucidez de uma vida, se ela atormenta?
Eu queria o canto do mundo, um canto lindo, um canto calmo
Queria ser rio, queria inundar o meu mundo inteiro
Queria ser louco, queria ser livre, queria partir, sair daqui
Que venha o Pai, que me consuma, que eu já não sou mais dono de mim
Eu nunca fui, eu fui sempre assim, nasci vazio
Nasci um deus
Sem pai para mim
Queria ser como rio, nascer numa fonte, descer pelo monte
Por campos verdes andar, ser forte corrente, e bem lá na frente, voltar a ser mar
Inundar o abismo, o vazio de mim, poder no meu tempo evaporar
Subir lá pró alto, meu peito abrir, livrar o tormento
Queria chorar, chorar forte pranto, vir lá do alto
Tomar as entranhas da terra, subir a montanha, ressurgir numa fonte
Queria ser como um rio, por vezes tranquilo, mansinho
No tempo fugaz, trazer na corrente do meu pensamento
Somente um conto do vale encantado, ter sido por mim
O mundo criado.
Não sei, sou assim, sou meu próprio destino
Eu sou o meu canto, não, não vejo meu pranto
Porque no meu mundo, eu sou deus de mim.
(Adilson Santana) (Queria Ser Como um Rio)
ISBN: 9789898080790 - Arquivo. Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal
e a vida é tudo ou nada
tudo baseado em nada
tudo em vão
nada com nada
e não é pra ser compreendida
e sim amada
o amor em vão não é nada
mas no vão onde se encontra o amor
pode haver tudo
e tudo é uma questão de amar(-se)
no vão do coracao
que te levará ao céu
de tudo o que se esperava
e assim decidida
eu me entregava ao amor
e suspirava de paixão
o amor começa aos poucos
eleva o ser pequeno
aduba o terreno
onde nascerá uma flor
bendito é o fruto do amor!!!
não sou Iemanjá
aliás estou anos luz de distância
de ser como a rainha do mar
sou somente a rainha
das águas impuras
imundas, que banha o meu ser
os meus pensamentos
e sentimentos indignos
do meu amor
do meu prazer
da minha dor
de todo o meu caos
nasce uma flor
sento em meu trono
minha coroa é feita
do próprio espinheiro
que sempre dará um jeito
de me recompor
de refazer a minha vida
fechar as feridas
do que sobrou da falta de amor
e filtrar o coracao e os sentimentos
me lavar nas águas do Senhor
me limpar da negatividade
tentar fazer um milagre
e me devolver a felicidade
que há muito eu empurrava
para as ondas levarem
pra bem longe da minha pessoa
e que agora trouxeram
estou bem feliz
rindo a toa!!!
da janela observo
a borboleta amarela
voar singela no entorno da flor.
a vida, às vezes, pode ser suave e bela
como um simples olhar da janela.
não aguento mais
de saudade
de voce cair sobre nós
de refrescar o nosso ser
de umedecer nossa vida
de fechar nossa ferida
de molhar nosso jardim interior
de nos trazer paz e felicidade
de nos inundar de amor!!!
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