Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante
Resiliência
Quando crescer, quero ser como essa formiga…
Pequena no corpo, gigante na coragem.
Quero sair da zona de conforto, quebrar padrões,
enfrentar as dificuldades que eu mesma escolhi atravessar.
Ser chamada de louca
por não aceitar o raso, o fácil, o morno —
enquanto tantos preferem o comodismo,
mesmo morrendo um pouco a cada dia.
Vão desistindo dos sonhos,
deixando as expectativas pelo caminho,
com medo da morte…
sem perceber que respirar não é, necessariamente, estar vivo.
Quero ser como essa formiga,
porque o céu nunca foi o meu limite.
Aprendi que não existe sacrifício sem aprendizado,
nem queda que não ensine sobre altura.
E nem todos que estão à beira do abismo querem pular…
Às vezes, estão apenas em silêncio,
admirando o quanto precisaram escalar
para, enfim, sobreviver.
Viva a solitude
Não viva definhando embrenhado na profunda solidão. Essa incapacidade de ser feliz, corrobora a baixa autoestima de qualquer ser. A sensação de estar sempre faltando algo, deixa o coração despedaçado. Interiorize as suas emoções, sinta a glória e a felicidade de estar sozinho. Coloque em ordem os seus pensamentos e ignore a solidão! Viva a solitude.
260722III
A brisa, essa fiadeira de segredos, traz notícias das flores que ainda não ousaste ser. Escuta: até a sombra é feita de luz adormecida.
Deve ser porque
talvez…
a vida seja,
simplesmente,
essa trajetória audaciosa
que me empurra para além das margens
que me desafia a romper o contorno
que me recusa o raso.
Talvez seja isso:
um chamado constante
para atravessar os limites
que eu mesma desenho
com receio e desejo.
Ir além
não como fuga,
mas como expansão.
Muito além
do que me ensinaram,
do que esperavam,
do que tentaram podar.
Porque há em mim
essa fome de horizonte,
essa sede de infinito,
essa inquietação
que não se aquieta
com migalhas de mundo.
E se a vida é travessia,
que seja ousada,
que seja vertigem,
que seja salto.
Porque ficar
nunca foi o meu verbo.
✍©️@MiriamDaCosta
"Essa conversa de 'melhor idade' é algo muito pessoal. O que é 'melhor' pra alguns pode ser pior pra burro e é pior pra mim. Bem simples!"
0790 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Ser emo nunca foi uma fase ou um mero modismo pra mim. Mesmo antes de conhecer essa palavra, já era a personificação do seu significado. O emo, tanto o original, enquanto vertente do rock, como no aspecto do estilo, assim como modo de ser, sempre me agradaram e foram parte de mim. Conheci um pouco antes de se tornar um modismo, e nunca neguei ser e gostar.
Quando gosto de algo, não me importa se ninguém conhece, se ninguém gosta, se é uma "moda do momento" ou se é extremamente popular. Pra mim, a única coisa que sempre importou foi se eu gostei ou não. Se me identifico, se aquilo conversa com o meu mundo particular, se me agrada.
Lembro de uma amiga que dizia que quando eu estivesse um pouco mais velha, veria como não gostaria mais do emo e nem me afirmaria como tal. Bom, ela se enganou. Fui, sou e sempre serei emo. Keep emo alive! Mantenha o emo vivo! Viva a cena alternativa!
- Marcela Lobato
O ser humano necessita da aprovação do outro, mas quando essa dependência é excessiva, torna-se patológica.
Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.
Fico aqui me perguntando o que você tem. É, essa mania de ser tão errado, cheio de estragos, e ao mesmo tempo tão incrível. De prender minha atenção de uma forma que tudo que você faça se torne algo especial. De uma forma que quando estamos juntos, esqueço do mundo. É tudo muito novo pra mim, acho que nunca conheci alguém que me transmitisse essa paz e vontade de que o tempo pare ali. Não sinto mais aquela necessidade de sair em excesso e fazer tudo o que a maioria das pessoas fazem quando acabam de terminar um relacionamento. Tudo o que você me proporciona já me basta. Nossa liberdade é tão boa que acaba prendendo a gente. Prende de um jeito leve, sutil. A gente se sente tão à vontade quando estamos um com o outro, que acho que ri mais durante esse último mês do que durante a vida toda. Fico rindo quando alguém vem falar comigo “perdeu a noite ontem, deu muito mole”. Mal sabem eles que além de ganhar a noite, ganhei o dia inteiro.
Não nasci pra ser bem comportada. Essa história que a mulher tem que lavar, passar, cozinhar, e estar sempre linda pro marido; me dá preguiça. Também não nasci pra ser princesa e ficar esperando pelo meu príncipe bundão. Essa coisa de: vestidos cor-de-rosa, cabelos soltos esvoaçantes, e ser sempre simpática; me dá um sono profundo. Não sou uma mulherzinha, e o meu pé é 38 pra eu ficar sonhando em ser a Cinderela. Hoje, a mulher trabalha pra fora, e não tem a obrigação de carregar a casa nas costas sozinha. Marido meu, não vai ter essa folga de ficar sentado na frente da televisão, me pedindo mais uma cerveja, enquanto eu faço a linha princess e me mato de trabalhar sozinha, sem reclamar e com um sorriso lindo no rosto. Amélia morreu, junto com todas as submissas do século passado. Princesa pra mim, é aquela que levanta cedo e vai trabalhar de tênis, cabelo preso e calça jeans. Princesa é quem cria os filhos sozinha com um salário mínimo, e não deixa faltar amor e carinho pra nenhum deles. Princesa é aquela mulher que depois de ter trabalhado o dia inteiro, pega um ou mais ônibus e vai pra casa lavar, passar e cozinhar, por vontade própria, e não porque tem um príncipe pançudo em cima do sofá com o estômago roncando. Princesa é aquela que se casou com um sapo, mas transformou ele em um príncipe, que ajuda em tudo o que ela precisar em casa. Ser uma princesa linda, rica, bem vestida, em cima de um salto 15, é fácil. Difícil é continuar sendo princesa depois de uma dupla jornada de trabalho.
Ainda não entendo essa obrigatoriedade de ser feliz, as mais belas poesias, músicas e pinturas foram criadas em momentos de melancolia.
Essa época de nossas vidas em que viver se resume em brincar e ser feliz. Problemas, simplesmente não existem.
Não conhecemos a falsidade e nem a ganância.
Desejamos apenas ser felizes, nessa época chamada infância.
Ja deve ser a hora de esquecer, preciso me esquentar e entender que não existe essa de ganhar ou perder, não existe
“As vezes essa distancia pode até ser a melhor maneira para me aliviar a dor de ti ver todos os dias e lembrar que eu te perdi.”
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