Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Eu acho que nem preciso mais dizer o quanto te amo, todo mundo já sabe disso. Sua mãe sabe, seu pai sabe, sua avó sabe, seus amigos sabem, a rua toda sabe, até aquela vizinha neurótica que se tranca dentro de casa sabe, o universo todo sabe, e o mais importante de tudo isso, "você" sabe. Quer saber mesmo, até um cego enxerga isso em mim muito mais que os outros, porque amor é aquilo que se sente, aquilo que você respira, sorri por dentro, e logo depois joga pra fora no meio de um sorriso bobo. E toda vez que ele lê a minha alma em braile, ele suspira.
Ricardo F.
_Você gosta muito dela, né?
_Gosto. Mas eu nunca disse nada, é tão evidente assim?
_ Às vezes as evidências ficam naquilo que você não diz.
Ricardo F.
Lá nas alturas onde tu estás Senhor
Eu te peço com voz ardente
Que dês paz a este Mundo
Que de ti anda carente.
Senhor não negligencie as pobres das criancinhas
Dai-lhes os cânticos das aves
Dai-lhes o variegar da borboleta
Dai-lhes uma infância de alegria
E aos do Inverno da vida
Que de bengala caminham
Dai-lhes Senhor a tua mão
Até à finitude da vida
Eu prefiro usar o tempo que eu gastaria tentando entender porque gosto de você de outra forma e essa forma seria aproveitando cada segundo ao seu lado...
Cá estou eu mais uma vez, gente moderna,
embrenhado nas planícies, estou perdido;
quem me ajuda a encontrar uma lanterna,
para o campo iluminar o meu sentido...
Vós que sois lá da cidade e sabem tudo,
tragam tudo para alguém que não tem nada,
mas não venham com pézinhos de veludo
para a terra que não foi sequer lavrada...
Sinto a terra num repouso absoluto,
sem um braço de trabalho, em campo aberto,
que me diga, em alta voz, o que não escuto,
nestas verdes pradarias do deserto...
Não desandem todos juntos, o campo espera
pela luz que vós trazeis, e, entrementes,
tragam água para o campo (é primavera)
e mil braços de trabalho com as sementes.
Num mundo de amor e paz, eu vi uma pomba branca, com um raminho no bico, o seu voo era tão rico, a sua pose era tão franca... Voou como uma alavanca, com dez pombas logo atrás, ela disse-me que é capaz de pôr fim ao mal do mundo, para que o bem seja profundo, num mundo de amor e paz.
Triste, feliz, confusa, segura, confiante, infeliz, alegre, insegura...
Tudo isso eu já provei!!!
Sou um amontoado de sentimentos que me constroem e me desconstroem dia após dia...
E todos os dias recomeço, buscando forças para crer que tudo será diferente outra vez....
- E ás vezes são.
- E ás vezes não.
Mas sigo em frente, buscando novos horizontes, novas alegrias, e novos recomeços.
Assim sigo, fazendo de cada amanhecer uma oportunidade do "novo" acontecer em minha vida!
Eu vou Ir a festas.
E curtir com os amigos.
Vou fingir que esta tudo bem.
E beijar estranhos.
Mas NUNCA vou pedir pra você voltar.
Falarei do amor de Jesus enquanto eu respirar a fragrância deste mundo, porque mesmo em meio a poluição, existe a possibilidade de filtrar vidas, que ainda serão muito usadas por Deus.
Todos os dias eu falo que vou ser uma pessoa melhor no dia seguinte... Mas na verdade eu nem tento ser.
Se eu aumentar a frequência de relacionamentos com as pessoas que naturalmente me entendem, mais facilidades terei para na diminuição dos meus erros.
Senta aqui que eu te ensino!!
Tda vez que a gente senta para conversar com alguem, aprendemos , de alguma forma aprendemos.
Agora , sentar para conversar com a sabedoria, ai minha gente, é lição todo instante.
É pura magia, encanto.
Tem que ficar atenta, rsrsrs, para não perder nada.
É lindeza, belezura, pura alegria
A simplicidade é demais, vem carregada de aprendizados!!
Simone Vercosa
Em cima de duas rodas eu vejo o mundo passando
Pessoas tão apressadas e o tempo nunca parando
Aquele que mais pedala, mais na frente vai ficando
Aquele que não pedala, vive só se equilibrando
Na ciclovia da vida eu fico observando
Quem entra, quem sai, quem fica
E quem aos poucos vai cansando
Quem desiste em uma subida, quem corta caminhando andando
Quem relaxa na descida e quem cai ao chão chorando
Em cima de duas rodas eu sempre sigo tentando
E até à minha última subida, vou continuar pedalando.
Me deixa ser palhaço, que assim eu fico melhor. Gritando deslumbrando perdendo a minha voz: do amor do amor!
A frente da pastelaria, onde criam todas essas lendas urbanas,
Eu fiz e foi em casamentos e velorios:
Em praias, igrejas e templos.
Em meu lar, nessa cidade morta
Que nem chover certo, cê sabe.
Tudo vez que vocês quebrão um prédio,
Quebrão uma parte do meu passado.
