Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Mas tá tudo bem, sério. Eu acordo todo dia lá pras 6 horas, tomo o meu café, como qualquer coisa na cozinha e saio. Tenho meu dia normal, até demais pro meu gosto, durmo um pouco à tarde, leio uma dessas revistas, como um pouco quando acordo e penso um pouco na vida. É sempre assim. Aí lá pras 7 horas da noite, enquanto eu tô sentado assistindo algo completamente imbecil na televisão, ou vendo um desses posts chatos na internet, dá aquela saudade, sabe? Sei lá, aquela vontade de te apertar, de mandar qualquer coisa besta no celular, de te gritar, ou ligar e dizer que foi sem querer. Sei lá, só pra você falar alguma coisa comigo e eu ficar lembrando dessa coisa o resto da noite. Qualquer coisa que fosse uma coisa inexplicável. nem sei que coisa seria essa. É que, eu disse que tá tudo bem, mas tá tudo bem mesmo, é só que, eu acho, sei lá, que com você provavelmente estaria muito melhor, só tenho vergonha de dizer.
É que eu nunca acho o que eu queria. E nunca quero o que eu acho que queria, sabe? Nunca me basto, nunca me bastam. Nunca me completam. Tem sempre algo faltando quando nada deveria estar faltando. Às vezes é milímetros pra preencher, mas falta. Eu quero mais, eu quero tudo, eu quero o mundo, eu quero nem que seja um pouquinho a mais. Não só a metade de alguma coisa, um sentimento morno, algo normal, eu quero o que mereço. Quero o que eu ainda nem sei se existe, talvez pra poder inventar. E, de vez em quando, dá um desânimo de tanto procurar. E se no final for só isso mesmo? Essa busca inalcançável por algo que não tem nome, nem endereço, telefone, algo que seja suficiente pra mim, que baste.
Tava com vontade de fazer doce de abóbora e acabei me queimando no fogão. Minha mãe falou que eu emagreci mais, que meus olhos estão sempre entupidos de lágrimas e meu rendimento nos estudos continua piorando. Não sei o que anda acontecendo comigo. É algo bem grave, mas realmente não sei. Só sei que desde que você se foi minha vida se tornou uma coisa insuportável, repleta de bagunça, e olha que ela nunca foi arrumadinha.
Na terça-feira, eu acordei às 3 da manhã e sai andando pelas ruas, rindo, cantando, reclamando, vendendo dor. Na quarta, eu amanheci de porre, interpretando as músicas da Maysa, ainda com os olhos fechados, com o copo de vodca na mão, cercado de livros de astronomia e brasas de cigarro espalhadas pela cama. Mas foi na quarta-feira que me dei conta: eu realmente estava perdidamente louco, desequilibrado e que isso não teria volta.
Ele tá lá fora bebendo vodca, falando besteira e sorrindo com os amigos. E eu tô cá dentro, trancado, levando as coisas a sério, reclamando de tudo e escrevendo tanto (...)
Eu sei que você vai segurar minha mão no meio da conversa, eu vou prender o ar na garganta, e você vai fingir que não me quer, que é só amizade.
Eu sinceramente gostaria de explicar o que é você, mas também sinceramente posso dizer que isso é impossível, já tentei mil definições, mas tudo me parece tão vago quando se trata de você, talvez você seja isso, um vazio que nunca foi preenchido.
Sabe... Eu fico pensando em todos os nossos momentos e sorrio, sorrio e percebo minha felicidade porque te amar agora virou um vício, e eu acho que não remédio para isso? ou será que há? Não me faça chorar nem desistir, as vezes o amor não é tudo mas continue me fazendo sorrir,querido.
Situações cômodas demais me causam tédio. Eu gosto mesmo é da adversidade! Meu prazer está em desafiar quem deseja ter para si o pleno controle da situação.
Graças a Deus eu desfruto de uma liberdade e de uma naturalidade que os hipócritas jamais conseguiriam suportar.
Ela: Preciso de alguem que se importe comigo de verdade.
Ele: Eu me importo e muito.
Ela: Alguem que me ame e nao me deixe.
Ele:Eu te amo e jamais te deixarei.
Ela: Alguem que nao minta.
Ele: (S I L Ê N C I O).
Evitar...Antes eu evitava...Evitava tudo que pudesse me gerar problemas...Tudo que viesse a me tirar do eixo...Tudo o que poderia induzir de alguma forma algo que não transcrevesse a verdade ou a realidade dos fatos...Evitava...Evitava mesmo...Porém, por algum motivo, percebi que no meio de tanta “evitação” eu evitava minha felicidade, minha alegria de viver, meu jeito de ser, minha espontaneidade e nada, nada mesmo, justifica “sufocar” essas alegrias...Se hoje evito? Sim, claro, evito! Evito o que de fato tem relevância, o que de fato vai contra o meu "certo”... Evitar coisas banais só por medo do que os outros vão achar ou pensar vai contra o principal sentido da vida que é ser feliz e isso eu não faço mais... Ah... Não faço mesmo! Ser feliz é o que interessa...
