Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Pensei que eu era um sapo
encantado,
mas sei que isso eu não sou.
Sou um sapo normal,
ja fui beijado por algumas princesas
que nem o feitiço quebrou....
ser príncipe é ilusão
Mágoa meu coração,
estou chorando aqui sozinho
por sonhar e sonhar...
Não há momento gravado que eu possa esquecer,
se ao menos eu fosse dizer
que eu queria reviver
um momento de lembrança de confiança
que.
Um dia me marcou e despedaçou o meu coração
Que agora vive de ilusão como se fosse um qualquer
vivendo na escuridão.
Saudades é algo que não tem cura
é lembrar a todo os momentos
de algo que te marcou no tempo,
te fazendo reviver os sentimentos
marcados que ficaram na memória
e gravado na história da mente.
Te deixando contente em sentir
e deixar fluir uma sintonia de alegria
porque viveu e aprendeu com a vida cicatrizando as feridas.
Saudades é chorar, lembrar
de algo que te marcou, magoou
e te fez até sentir, chorar de emoção.
Chorar da dor, chorar de tristeza
gera sempre caô.
De uma lembrança que ficou.
Cousa uma certa sinfonia no tempo
um sentimento sem cura ao ser lembrar que passou e sonhar. ..
MÃE
Mãe, minha força maior,
com você eu não estarei só!
você está em meus sentimentos
coração e pensamentos.
Mãe, meu tesouro da vida,
será sempre minha rainha
minha flor preferida.
Mãe, agradeço a Deus por existir.
Por me colocar no mundo e cuidar sempre de mim.
Mãe, não vou deixar ninguém te ferir.
Mãe, me perdoe pelos erros que cometi
pelas falhas nas missões que até hoje não intendi.
Mãe, se eu ouvisse seus conselhos
não seria assim
eu teria feito o certo pelo certo
com você perto de mim.
Mãe, um fruto uma raridade
um amor uma metade
um laço sem fim
seu carrinho será infinito
como meu amor por ti.
Mãe, sei que em algumas vezes
fiz a senhora sofrer
pelas noites em clarão
e os sonos que fiz a senhora padecer,
Mãe, eu amo esse seu jeitinho
De me aconselhar e desviar das pedras do caminho.
Mãe, a rosa do meu jardim
seu perfume suave com cheiro de alecrim.
Mãe, seu colo e meu abrigo
minha Fortaleza meu porto seguro dos perigos.
Mãe, sem você minha vida
ela não teria sentido
iria caminhar sem rumo em qualquer estrada atingida.
Mãe te amo e obrigado todos os dias .
Por algumas horas
eu fraquejei
e cheguei a cair.
Não tinha força para levantar,
eu só pensava em desistir.
Uma força eu arranjei
com essa força eu levantei,
consegui ficar de pé
e em seguida eu andei...
recuperei minha fé.
Você foi minha luz
Quando estava no escuro
Você mudou meus passos
Quando eu já não podia andar
Você foi minha fala
Quando minha voz falhou
Você foi meus olhos
Quando eu não podia enxergar
Você foi meus ouvidos
Quando eu já não podia ouvir
Você me deu vida
Quando tudo estava morto dentro de mim!
Por que eu fui te amar tanto assim
Se eu tive oportunidade de dizer não
Mais você cresceu em meu pensamento
Um verdadeiro furacão em meu coração
Trouxe para mim o amor de volta
Que foi como fogo dentro de mim
Me ensinando a te amar
Como flor em um jardim
Porque eu fui te amar tanto assim
Você é tão especial
Um forte afeto nasceu entre nós
Um amor imortal
Uma sede inabalável
Tão difícil de matar
Meu pensamento sustentavam
Eu e você em um lugar
Por que eu fui te amar tanto assim.
Eu não resisto ao doce olhar de um frajola. Esse olhar ecoa belas lembranças em meu coração e enche minha alma de ternura.
Em minha lápide
Em minha lápide,
já mandei escrever:
Se você não me visitou em vida,
aqui eu não posso te ver.
Respeite a minha memória,
e por favor, vá em embora.
Não posso ver seus choros,
e nem a sua lamentação,
não derrameas suas lágrimas,
em cima do meu caixão.
Quando você partiu, de mim
nunca se lembrou.
Hoje que estou morto,
logo você voltou.
Não te deixo herança,
nem despesas pra pagar.
Tudo que eu conquistei
em vida, aproveitei para gastar,
até esse sepultamento, pago já está.
Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.
Filho, uma vez eu amei um amor tão puro que não tive coragem de declará-lo. Entre conversas e canções, violões e brincadeiras na rua, vivi minha primeira desilusão ao vê-la nos braços de um tipo que eu nunca quis ser. Mas, no futuro, me tornei semelhante, cansado de tanto sofrer: o tipo certo de cara errado. Consegui o que, na época, eu tanto desejava, mas me perdi ao me moldar ao que parecia eficaz. Levaram-se anos para que aquele bom garoto encontrasse o caminho de volta.
Antes de mais nada, começo dizendo que eu não vou me distribuir por aí. Chega de me perder em noitadas por diversas bocas, rostos e nomes. Essa versatilidade de sujeitos não faz mais minha cabeça. Para ser sincera, acho que sempre busquei um coração que me desse a oportunidade de plantar minhas sementes, cultivar, fazer crescer, regar, podar, e todas essas etapas que a gente cumpre quando planta feijão no algodão. Beleza, dinheiro ou status nunca foram as minhas prioridades ou sequer estiveram dentre os meus focos. Rostos feios têm beijos alucinantes. Bocas carnudas mordem línguas e trincam dentes. Não quero conversar com cifrões. Na verdade, prefiro as cifras. As nossas músicas e gostos em comum. Hoje, estar sozinho não é necessidade, mas sim opção. É que eu prefiro ir ao cinema, mas não quero ter ao meu lado alguém que nem sequer ri das piadas do filme. Eu, do alto das minhas maiores decepções, busco alguém que me faça querer saltar dum penhasco por esse amor. Alguém que faça meu coração descompassar. Que faça ele disparar. Acelerar. Ou apresse o passo. Passe fora. Dê no pé. Rale peito. Porque, se for para ser assim, prefiro que nem seja. Não gasto lágrimas, tão pouco roupas. Fico em casa, ligo a TV e sonho. Ou leio livros. Ou ouço músicas (prefiro muito). Ilusão por ilusão, prefiro as da ficção. Chega de forçação, por favor. Eu mereço alguém de verdade. A sociedade não me convenceu, em todos esses anos, que os "felizes" são os casados ou os solteiros. Minha vida levo como quiser, com quem quiser. Não conheço "exemplos" de felicidade. Comercial de margarina é só na tv.. Minha vida não é rosa, e nem a sua. Realidade, gente! Eu me permito! Eu não sou obrigada!"
Beta Dourada - Fingindo demência e Praticando ausência..
E o que eu posso te falar,
que já não esteja em seu coração?
O que posso te mostrar, que já não esteja em seus sonhos?
O que posso escrever que você já não tenha lido?
Que você já não tenha rabiscado nas
suas paredes ? O que posso eu ? O que ainda posso eu?
Sem mais , estarei em silêncio . Um silêncio cortante
onde apenas a brisa a todo instante me
faz lembrar os sussurros das noites vazias.
O que ainda farei ? Para onde vou levar meus passos?
Não sei. E se ousar contar posso está errada.
Mas tu que sabes onde repousa meu silêncio.
Porque não me diz?
Porque não ergue a mão e levanta-me?
Mas tu, que poderia levantar-me, onde estás?
Onde estás que não encontro?
Onde e pra qual estrela devo olhar e pedir rendição?
Onde é teu céu? Pergunto e não encontro respostas.
Meu céu, silencia agora. Mas minha voz contida não cansa.
Sem entender, deixo o que é .
O que é talvez seja minha liberdade.
Ou seja minha fuga.
Ou apenas seja minhas feridas vivas em chamas.
Não tenho mais razões, nem sei como usar os sentimentos.
Mas a muralha não é forte o suficiente.
Não sou sempre assim.
Não sou triste assim.
Mas tenho dias de poucos sorrisos e de devaneios.
Tenho dias, perdidos em mãos
que não me encontram.
_____Lene Dantas.
Tem situações e pessoas que me cansam. Para estes entrego o meu silêncio e me afasto. Não que eu os queira mal... Mas por não poder permanecer próxima do que faz pesar minha alma. Ultimamente procuro ficar perto do que eleva. Ando cansada de pessoas pesadas.
Lene Dantas.
RO-SA-NA ( O leite ou o vinho?)
Eu — Ao invés de uma, sou duas. Não duas. Digo melhor, seria muitas. Agora, estou sentada a mesa, tenho leite e vinho diante de mim. O que deverei beber? Se eu beber o leite, fortaleço meus ossos, antes que eles decomponham-se aqui e como cinzas fúteis e velozes, misturem-se a todo invisível que permeia esse ar, esse ar tão meu e tão de outros. Pergunto-me: Como serei apenas uma, se respiro os outros? Respiro minha vizinha que me observa todas as tardes , quando me dirijo calmamente à área de estar, para saciar a sede de minhas rosas. Respiro os olhos inquietos do meu chefe, que moribundo, hipocritamente pergunta-me se está tudo bem, sem nem ao menos esperar, que eu, entre um segundo e outro, abra meus lábios e insinue um simples sorriso corado, e o fale, o que entala meu paladar, toda vez que tento engolir seu sorriso ironizado. Respiro a orquestra de sussurros entre olhos, ao entrar cedo pela manhã num ônibus lotado, onde procurando calmamente um espaço, único e meu, eu fique ali, contida, quieta, encostando-se a todos e ao mesmo tempo, sozinha, num particular entre sonhos e anseios, entre conversas que ainda não tive tempo de terminar comigo mesma, num espaço de tempo em que reflito, enquanto vejo as mesmas imagens diárias passar sobre meus olhos. Não olho pra ninguém e ao mesmo tempo vejo todos, não conheço ninguém e ao mesmo tempo são tão íntimos e trazem o mesmo cheiro do dia anterior, trazem assim como eu, a mesma expectativa consciente que o tempo passe rápido e que logo o dia termine, para que em regresso possa desfazer-se de toda roupa e sentir seus pés livres de seus sapatos. Adoro sapatos, também respiro meus sapatos, semana passada enamorei-me de um scarpin cor de vinho, olhei-o e ainda me propus a tocá-los, na bolsa olhava meu cartão de crédito, eu sábia não poder possuí-lo no momento. Mas, meus pés nervosos queriam calçá-los. Senti-me então como uma adolescente, que encontra seu primeiro amor e anseia pelo gosto do primeiro beijo, aflita teme não saber os movimentos precisos quando se encontra um lábio em outro, ansiosa sente o gosto na boca do beijo desejado, mas, com a mesma voracidade de possuí-lo encontra-se no receio de executá-lo e corre para longe do alvo de desejo, ou apenas o maldiz com uma expressão desdenhosa, ansiando na realidade o bem querer. Eu corri do sapato. Se lembrei de José do Egito, que correu para não trair a confiança de seu Amo e nem de seu Deus. Eu corri, para não trair a mim e nem ao meu bolso. Mas, ainda no ônibus penso, que embora meus pés calcem um conforto que escolhi (embora não seja o scarpin vinho) não vejo à hora de poder livra-me deles, do meu sapato preto de verniz, com uma simples e delicada fivela prateada, do lado esquerdo, não vejo a hora de em casa, longe dos olhos curiosos de minhas colegas, escolhidas ironicamente pelo mesmo chefe que me faz ter surtos nervosos, posso enfim, olhar meus pés, poupá-los e deixá-los livres. Posso também, olhar meu reflexo no espelho, quando finjo não perceber que a pele corada ,mostra os sinais de tudo o que me rodeia á tantos anos. E o que eu fui há tantos anos? Senão uma criança que ansiava o saber e entre aromas e sabores, respirava o universo de todos que, estavam ao meu redor. Respiro meu casamento, em um estado de inércia, em que os cheiros que me agradavam ha um tempo, agora se alastram como fungos ociosos, e se escondem acomodadamente num ambiente de conforto. Como? Como não ser mais de uma, se todos os dias, confundo-me entre o que sou e o que quero ser?
Se bebo o vinho, inebrio minha alma, a faço cantar e sorrir de coisas que muitas vezes sutilmente escondo. Inebrio minha alma, antes que ela congele, e ali, sem vida não possa alcançar os céus, nos momentos que em sonhos encontro meus tesouros. Saciar-se desse vinho, ainda que me tire de um estado sóbrio, pode dar-me coragem para enfrentar meus medos, antes que eles me tomem, antes que eles me façam permanecer em círculos obsessivos e doentios. A mesa convida-me e algo me diz que devo provar do leite, mas também do vinho. Algo diz que devo sim ser uma ou mais de uma, ou apenas me perder em meus caminhos descalçados.
Hoje na lanchonete, percebi um homem olhando-me, mas ele não olhava apenas pra mim e sim para nós, todas nós. Éramos quatro e ele não olhava-nos com os olhos, ele olhava-nos com os ouvidos. Discreto, quieto, perdia-se em seu alimento e achava-se no que falávamos. Talvez tentasse entender o que pensamos, já que nós mulheres, temos tanta facilidade de falar de nossas dores, de repente deixaríamos claro em nossos segredos forjados o que tantos tentam entender. Ele respirava-nos com tamanha vontade como se a vontade de o saber fosse maior do que saciar sua fome. Mas nós mulheres sabemos. Sabemos como ludibriamos a nós mesmas e também aos outros, como dançamos com passos quietos em situações avessas. No fundo o que falamos em uma mesa em quatro, nunca são fatos perfeitamente contados, nenhuma de nós confiamos plenamente na outra e sempre nos resguardamos do que dizemos. Talvez á minha amiga; Sim, aquela que eu tanto admiro, eu possa contar um pouco mais, um pouco mais do que ensaiei. E ainda assim, que fique um pouco em mim que nem eu mesma sei se devo dizer-me, daqueles dias em que tomei atitudes que ao me inebriar de vinho ou saciar-me de leite, deixei de ser o que achava ser. Coisas que Deus sabe e só ele sabe, nos passos que percorri o caminho que meus pés escolheram pisar e por onde tropecei, nos dias quietos, nos dias tristes, nos dias frios e também nos dias eufóricos e quentes.
O homem ansioso, talvez quisesse apenas saber como nós em quatro, podíamos em alguns minutos falar milhares de dezenas de palavras, onde a maioria é deixada e despercebida, trocadas mais tarde por um simples, até logo. Trocadas depois por particulares entres duplas que se desfizeram ou entre o leito conjugal de cada uma e seu amante. Ele atento, talvez riu no seu olhar de escrutinador, talvez comentou com alguém, talvez se encantou por nós mulheres mais uma vez, ou talvez percebeu o quanto somos parecidas. Nos enfileiramo-nos depois, deixando o ambiente quieto, silencioso, deixando apenas a vaga lembrança de nossos risos e confissões permitidas. Onde entre uma conversa e outra olhávamos uma para outra e nos enxergávamos, um pouco as mãos, ou cabelos, ou até os sapatos de verniz. Percebo que ele também compactou conosco e mais tarde vai respirar um pouco do que viu ali. Gostei dele! Acho que o seu jeito tranqüilo fez cócegas em meu coração eufórico. No final então, eu o respirei, e isso me deixa com uma impressão esquisita, sobre qual será a probabilidade de vê-lo mais uma vez. Dessa vez, quem sabe eu calce meus sapatos novos! Sim porque vou à loja e comprarei o scarpin cor de vinho e assim, ele pode até, ao invés de nos enxergar, enxergar meus sapatos. Embora homens não enxerguem sapatos. Gosto dos meus pés e ele pode gostar também. Ele pode até enxergar meu nome na tatuagem que fiz no pé esquerdo e quem sabe, entre uma mordida e outra do pão de queijo que devorava num ato involuntário de desejo, soletrar: RO-SA-NA. Fazendo com que eu perceba que , entre todas , foi eu que o chamei atenção.
Devo ter provado o vinho e agora estou aqui bêbada, falando bobagens que só conto a mim. Sim é dessas bobagens que falo que respiramos e inalamos e guardamos conosco. Essas ficam assim, deixadas em lugares ocultos aos outros, mas de fácil acesso á nós. Preciso levantar-se agora, não sei bem que horas são, mas é tarde e agora devo conversar com meus lençóis.
Deixou a mesa, sem provar do leite e do vinho, deixou a mesa lentamente com um sorriso enfeitiçado no rosto, como se na cama, fosse deparar-se com o homem que a enxergou com os ouvidos.
Lene Dantas
Deixo ainda o que não sei... e quando souber , talvez nem seja mais Eu. Talvez eu já tenha me descoberto de outra forma e nessa fome de mim, encontre sempre o que aprendi no avesso das minhas verdades!
Lene Dantas
Eu amo
Tu amado
Ele não imagina como é sagrado
Nós somos amor e vento
Voz dos sentires e
Eles veem de dentro
Eu não sou mais por ser exagerada,
É que eu sou infinita, sou intensidade
porque não me dou só um pouco,
porque quando me verto
espalho-me por toda a mesa
e corro pela abertura estreita do chão
só para inundar...
“Eu não morreria por ti” Parte 2.
Não, eu não morreria por ti.
Pois morrer é o fim, e eu busquei o começo.
Viveria por nós, se houvesse um "nós" inteiro.
Tentei por nós, até que o cansaço
se tornasse o único laço
que ainda me prendia ao teu lado.
Nas tuas águas, mergulhei sem fôlego.
Nas tuas crises, fui o porto que não tive.
E nos teus silêncios sombrios,
tentei iluminar caminhos que você insistia em apagar.
E em um poema que agora se transforma,
escrevo o que sobrou de mim.
Se um dia leres estas linhas,
não me chames de tolo por ter partido...
chama-me de corajoso por ter desistido
de quem já havia desistido de si.
Às 23h47, não há mais o peso da espera.
Amei-te por quem tu eras,
mas não posso amar quem te tornaste
para justificar o vazio que criaste.
Teus mil e um defeitos eram aceitáveis,
mas a tua cegueira tornou os meus esforços invisíveis.
Tu escolheste ver apenas o raso,
enquanto eu te oferecia o oceano.
Trataste o sagrado como uma simples paixão,
algo que desabrocha no tédio e morre na primeira confusão.
E assim, como meu último ato de cuidado — por mim:
Não, eu não morreria por ti.
Eu escolhi viver sem ti.
