Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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"Tive a certeza: esse não serve nem pra amigo que você cumprimenta quando cruza na rua uma vez a cada quinze anos."

A questão não é "eles pensam?" ou "eles falam?", a questão é "eles sofrem?".

Acorda coração! A sua função é bater e não apanhar.

Não tinha futuro, mas ainda tinha um pouquinho de presente.

E a gente vai por aí, se completando assim meio torto mesmo. E Deus escrevendo certo pelas nossas linhas que se não fossem tão tortas, não teriam se cruzado.

Quem gosta assim não come migalhas porque é melhor do que nada, come porque as migalhas já constituem o nó que ficou na garganta. Seus pedaços estão colados na gosma entalada de tudo o que acabou em todas as instâncias menos nos meus suspiros. Não se digere amor, não se cospe amor, amor é o engasgo que a gente disfarça sorrindo de dor.

Mas aí, daqui uns dias... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo.

Eu chorei porque precisava de colo, porque precisava te mostrar a minha fragilidade escondida no meu mau-humor.

Intimidade publicada em rede social
não é intimidade,
é publicidade.

Beleza não é tudo. Do que adianta ser a mais bonita se você fica aí parada, quieta? Confiança e atitude é tudo. Mostre sua personalidade, mostre confiança. Se você acreditar em você mesma, todos irão.

Talvez a pessoa não tenha te esquecido. Vai ver ela só finja tão bem quanto você.

Mostrar sentimentos não é sinal de fraqueza, é sinal de força interior.

Não importa o que aconteceu, a pergunta é: Você se divertiu?

Ela não é do tipo que se nota quando passa na rua. Não é do tipo que se destaca entre as outras. Ela é bem normal, aliás. Tem uma beleza moderada e o sorriso dela não é de tirar o fôlego. Ela é como todas as outras, até você conversar. Ela tem um tipo diferente de falar, aliás, ela fala muito. Ela é diferente. Ela tem gostos e manias estranhas. Ela gosta de escrever. Ela não gosta muito de pessoas. Ela é tímida quando não conhece alguém, mas se você conhecê-la, te juro, não vai conseguir parar de rir. Ela pode não ser popular, mas ela tem um jeito meio estranho que é encantador. E ela não se importa se não for notada pelo mundo, porque o único mundo que ela se importa, é o seu.

Gosto de caras que não fazem promessas, que não dizem o que estão sentindo antes de realmente ter certeza disso.

E dói, porque você sabe que não vai ter quem substitua. E você sente falta. E a vontade de chorar vem. E você só pode respirar fundo e segurar as lágrimas, para não perceberem o quanto você é fraca.

Não odiamos enquanto nosso estima é pouca, mas quando estimamos alguém como igual ou superior.

‎Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir.

‎Tem um lema de vida – aliás muito apropriado: “Somente as pedras não sobem à tona quando caem no fundo de um poço”.

D. SEBASTIÃO, Rei de Portugal...

Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.

Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?

Um aperto de mão comovido foi o nosso adeus no aeroporto. Sabíamos que não nos veríamos mais, senão por acaso. Mais que isso: que não queríamos nos rever. E sabíamos também que éramos amigos. Amigos sinceros.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Amizade sincera.

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A dúvida não é uma condição agradável, mas a certeza é absurda.

O dia mais perdido de todos é aquele em que você não riu ao menos uma vez.

Quando os pais dão um nome muito feio ou esquisito
aos seus filhos,
tais crianças não têm outra opção
além de se tornarem 'marcantes'!