Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Então vai... vai na paz e não volta jamais! Quem vive de passado é museu e caranguejo é que anda pra trás.
Nossa história é dessas que a gente não sabe quando começou, mas tem certeza que nunca vai ter um fim. Porque você é dessas pessoas que me fazem esquecer o que um dia doeu. Você é dessas pessoas que me fazem acreditar no amor. Dessas pessoas lindas que faz um dia simples se tornar inesquecível.
Farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo, por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz… Também é bom porque em geral se pode ajudar muito mais as pessoas quando não se está cega de amor.
Nota: Trecho de carta para Elisa Lispector, escrita em 19 outubro de 1948.
...MaisA crueza do mundo era tranquila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos.
Não queira ser
Não ambiciones
Não marques limites no teu caminho
A eternidade é muito longa
E dentro dela tu te mover, eterno
Se o que vem o que vai
Sem forma
Sem termo
Como uma grande luz difusa
Filha de nenhum sol.
Mas ela já o amava tanto que não sabia mais como se livrar dele, estava em desespero de amor.
Sede assim qualquer coisa serena, isenta, fiel. Não como o resto dos homens.
Nota: Trecho do poema "Sugestão": Link
...Mais"A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos."
Autor: "A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos."
Autor:
Somente no moral se vê minha elegância.
Enfeitar-me não sei; nem dou para casquilho,
Julgo estar muito bem, não sendo peralvilho.
O que eu não faço nunca é, franco e por incúria,
Sair sem lavar bem a recebida injúria
Trazer o pundonor ébrio de sono e vinho,
Ter os brios de luto e a honra em desalinho!
Ando, sem nada ter que pela cor agrade,
Emplumado de orgulho e garbo e liberdade;
Se não prendo a cintura esbelta num corpete
A vergonha ajustou minh’alma num colete.
São-me os feitos e ações as fitas que apresento;
Qual bigode gentil, retorço o meu talento;
Faço, por onde vou, tornando-as bem sonoras,
As verdades vibrar como tlintlins de esporas!
