Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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Algumas coisas não podem mais ficar presas só no pensamento. Eu guardei todo o amor que sinto por você aqui dentro, em silêncio. Não foi porque o sentimento diminuiu ou perdeu a força; foi apenas porque eu ainda não tinha coragem de entregar o meu coração de novo para você — ou para qualquer outra pessoa.Esse amor ainda pertence a você. Ele carrega as suas lembranças e a forma única como você entrou na minha vida e mudou tudo, sem que eu nem percebesse o quanto eu estava mudando por dentro.Às vezes, eu tento me convencer de que preciso seguir em frente, fechar essa porta e deixar o tempo apagar o passado. Mas o meu coração não aprende essas coisas fácil. Ele é teimoso. Ele insiste em guardar esse espaço e em acreditar que, talvez, um dia você olhe para trás e perceba que ainda existe um lugar aqui cheio de amor, esperando por você.Por isso, por enquanto, eu escolho deixar esse sentimento bem guardado e protegido. Não faço isso para viver preso ao que passou, mas porque sei que o que sinto por você é raro demais para ser esquecido ou jogado fora.Quem sabe, um dia, você aceite receber o que eu tenho para te dar. E quem sabe, nesse dia, todo esse amor finalmente encontre o lugar que sempre foi seu.

Se um dia eu não estiver mais aqui, guarde estas palavras como o meu último suspiro de amor. Você foi, sem dúvida, a melhor história que a vida me permitiu viver. Ao seu lado, eu não apenas existi; eu descobri o mundo de verdade.Levo comigo a beleza de tudo o que fomos:O seu sorriso, que sempre será o meu primeiro raio de sol, espantando qualquer escuridão.O seu toque, leve como uma pluma, e a suavidade da sua pele que ainda sinto em mim.O seu beijo, doce como o mel, um vício do qual eu nunca quis me libertar.A sua voz, que traz a paz das ondas do mar e acalma o meu coração.Obrigado por ter sido o meu porto seguro e o meu abrigo mais bonito. Se eu partir, levo a paz eterna de ter te amado e deixo a minha gratidão por cada segundo que compartilhamos.

Se chegar o dia em que eu não estiver mais aqui, guarde estas palavras como a minha última declaração de amor. Você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Ao seu lado, eu não apenas vivi; eu descobri um mundo inteiramente novo.O seu sorriso sempre será como o primeiro raio de sol da manhã, afastando todas as minhas tristezas. Ainda sinto a suavidade da sua pele e o gosto doce do seu beijo. A sua voz me acalma como o som das ondas do mar.Obrigado por ter sido o meu porto seguro. Se eu partir, levo comigo a paz de ter amado você e deixo a minha eterna gratidão por cada segundo que compartilhamos.

Desde que você se afastou, percebi que a vida ao meu redor continua, mas eu ainda não consegui seguir em frente. Sinto um vazio enorme e uma ausência total de sentido no meu cotidiano hoje.Passei muito tempo tentando defender o meu ponto de vista, mas a verdade é que eu estava completamente errado. Você estava certa em acreditar no nosso relacionamento quando eu mesmo duvidei. Hoje entendo que a sua presença e a sua alegria eram o que davam direção ao meu futuro. Sem você, os dias se tornaram difíceis e sem motivação.Resumo o que sinto hoje em três pontos:Arrependimento: Por ter deixado o meu orgulho falar mais alto do que o meu sentimento e pelas falhas que cometi.Saudade: Da parceria que tínhamos e da segurança de saber que o meu lugar era ao seu lado.Esperança: De que ainda dê tempo de assumir os meus erros e tentar consertar as coisas entre nós.Eu não quero mais deixar o tempo passar, porque cada dia distante de você é um desgaste muito grande. Não estou apenas pedindo para você voltar; estou me comprometendo a ser o parceiro que você sempre mereceu e acreditou que eu pudesse ser.Gostaria muito de uma oportunidade para recomeçarmos e fazermos dar certo. Podemos conversar?

Brasil de quem?


Ora, de quem eu não sei, mas é meu também.
Meu Brasil, brasil do golpe, da ditadura, brasil de Vargas, mas também Brasil de Eunice, mãe amada


brasil com o solo manchado de vermelho, mas também regado pelas lágrimas do brasileiro. Sim, país de muitas desigualdades
mas pertencente a um Povo resplandecente, que em meio a tanta dor, encontra espaço para um sorriso


Dizíamos na segunda guerra que "A cobra vai fumar", sim, mesmo lá tinha espaço para nosso riso


Povo amado que tanto valorizo, Povo que torna do Brasil brasileiro.

Está escrito nas estrelas e guardado no meu coração: eu ainda pertenço a você. Não importa quantas páginas a gente já tenha virado ou quantas lições a vida nos impôs. Cada passo que demos e cada dificuldade que enfrentamos só serviram para mostrar que o nosso amor é a única certeza que eu tenho no mundo.Em minhas orações, eu sempre peço por nós dois. Peço aquilo que as palavras nunca conseguiram expressar direito, não importa a distância que tente ficar no nosso caminho. Eu já sonhei um milhão de sonhos e, em cada um deles, era o seu rosto que eu buscava.A vida passa rápido demais e o futuro logo vira passado. Por isso, não quero perder mais nenhum segundo. Quero te abraçar novamente e, dessa vez, para sempre. Quero caminhar pelo caminho que a gente já conhece — aquele que finalmente nos leva de volta para casa, para o nosso refúgio.Hoje, posso dizer com toda a minha alma: eu dou tudo por nós e por esse amor. Você é o meu amanhecer, a minha lição mais bonita e o meu destino final.

Eu te amo, não com este coração que morrerá, mas com a alma, que um dia deseja lhe reencontrar.

Eu que pensei:
" hoje não é dia de poesia"
bastou lembrar de ti
musa de apolo
amarga inspiração
medula óssea
costela mitológica de Deus
mulher inconformada
por ser feita de carne
e não de barro
como é feita
a poesia de Adão.

UMA CANÇÃO DE AMOR JAZZ

⁠Eu sei,
Que não é fácil viver,
Sozinho sem um alguém,
Por isso eu amo você.
Pedi ao sol
Pedi à lua
Para encontrar um amor
Um anjo me responder.
No lindo sonho acordei
ouvindo a voz do alguém
a me dizer sorridente
Sou eu,
Que estou aqui com você
Também estava sozinha
E agora tenho o céu...

⁠Ela amava o mar,
assim como eu amava o rio
mas a estrada do destino
não cruzou nossos caminhos,
assim o mar ainda a espera,
o rio que era meu sonho,
virou um deserto de quimera.

ELA FINGIA

Ela fingia entender tudo o que eu dizia.
Ela fingia saber o que não sabia,
enquanto eu tentava explicar,
enquanto eu tentava explicar

o caos deste mundo,
a falta de amor,
a busca da paz,
o inferno e a dor.

Ela nada sabia de filosofia,
nem de poesia, de Pessoa ou Drummond.
Ela tampouco sabia de democracia,
ou de anarquia de Foucault a Proudhon.

Mas ela sempre aceitou minha fantasia.
Ela sequer perguntou sobre a minha ironia:
de me achar tão sabido
e o sentido da vida não ter entendido,
que, segundo ela, era viver
bem distraído,
que, segundo ela, era esquecer
o mal sofrido.

A Canção em Valparaíso




Eu tinha vinte e seis anos e usava um anel que não significava nada.
Nem amor.
Nem compromisso.
Apenas hábito.
Tocava piano em um bar pequeno, escondido nas encostas de Valparaíso — um lugar onde os telhados se inclinavam em direção ao mar e as noites carregavam cheiro de sal, vinho barato e vidas inacabadas. O piano era meu altar. A noite, minha cúmplice.
Já havia estado ali antes, visitando um amigo — músico, livre de um jeito que eu não era. Ele morava com o irmão numa casa que sempre cheirava a pão quente e conversas silenciosas.
Foi ali que a vi.
Helena.
Cabelos escuros. Olhos que não olhavam — atravessavam. Tinha dezoito anos, mas nada nela era inacabado. Havia um fogo contido em seus gestos, como se soubesse exatamente o que podia causar — e escolhesse quando.
Já tínhamos nos cruzado antes.
Um almoço.
Um olhar sustentado um segundo a mais.
Nada além disso.
Mas naquela noite, dividíamos o mesmo espaço. O mesmo silêncio.
Então toquei.
Uma canção que raramente me permitia — uma das poucas que eu podia executar sem me esconder. Não toquei para o ambiente. Toquei porque algo em mim precisava ser ouvido.
As pessoas falavam. Copos se moviam. A noite seguia.
Ela não.
Deu um passo à frente.
Não o suficiente para chamar atenção.
Apenas o bastante para escutar.
Quando a música terminou, não houve aplausos.
Apenas um sorriso pequeno — inteiro, definitivo.
E aquilo bastou.


A casa foi se esvaziando devagar, como todas as noites fazem.
Corpos desapareceram em colchões e cobertores improvisados. As conversas se dissolveram em respiração. As luzes se apagaram sem cerimônia.
Ficamos.
Uma televisão acesa ao fundo mostrava algo que nenhum de nós via.
No começo, nada.
Um ombro tocando o outro.
Uma pausa longa demais.
Então ela virou o rosto.
Sem perguntar.
Sem hesitar.
Permitindo.
O beijo veio sem negociação.
Não havia inocência ali —
mas também não havia culpa.
Apenas reconhecimento.


Não fomos para um quarto.
Não houve necessidade de distância, preparo ou significado.
Ficamos ali mesmo — entre almofadas, entre horas — dentro desse território frágil onde o desejo se torna imediato e a linguagem deixa de ser necessária.
Foi intenso.
Não por ser selvagem.
Mas por ser certo.
Há noites que acontecem.
E há noites que decidem algo.
Essa decidiu.


De manhã, não havia nada a dizer.
Nenhuma promessa. Nenhuma pergunta. Nenhuma ilusão de continuidade.
Ela se vestiu em silêncio.
Eu não pedi que ficasse.
Ela não fingiu que ficaria.
E talvez essa tenha sido a única verdade que fomos capazes de oferecer um ao outro.


Para ela, pode ter sido curiosidade.
Um instante.
Um desvio.
Para mim, foi outra coisa.
Não amor.
Nem memória.
Reconhecimento.
O momento em que entendi que aquilo que eu carregava — nas mãos, na voz — podia alcançar alguém além da superfície.
Que, por um breve instante, eu não estava apenas tocando.
Eu estava sendo sentido.


Às vezes, quando toco aquela mesma canção — com o mesmo cuidado, a mesma precisão silenciosa — não lembro do rosto dela.
Nem do corpo.
Nem da voz.
Lembro de outra coisa.
Do exato instante em que me tornei inesquecível
na vida de alguém que nunca ficou.

O que é o amor? Não sei responder. Mas, quando eu descobrir, volto aqui para contar.

Um dia me disseram que o mundo ia acabar. E não é que eu acreditei?

Acaso


Talvez tenha sido acaso...


Você cruzar meu caminho,
justamente quando eu não procurava ninguém.


Talvez tenha sido apenas coincidência
o instante, o lugar, o momento...


Mas algumas coincidências
são difíceis demais de chamar de acaso.


Porque, depois de você,
alguma coisa mudou em mim.


Como se a vida, por um breve instante,
tivesse colocado tudo no lugar
só para que nossos caminhos se encontrassem.


E desde então,
quando penso em destino,
não imagino caminhos, estrelas
ou lugares distantes.


Imagino você.


Talvez tenha sido acaso...


Mas, se foi,
foi o acaso mais bonito
que a vida poderia ter me dado.

Eu não preciso de muito para viver...
Eu preciso apenas de Jesus!
O resto é troco na vida...

"Eu não falo de Jesus porque mereço, eu não mereço nada, pois sou pecador, porém a sua misericórdia é fiel aqueles que o buscam"

"Eu posso perder tudo na vida, mas que não me falte a fé, porque, sem fé é impossívelagradar a Deus"

Pedir perdão por falhas exdrúxulas, é o mesmo que dizermos "eu errei pela não pela desconhecimento, grafia ou da gramática, mas sim por causa do infame teclado que voltas e meia nos expõe ao ridículo erro inocente!"

Eu era jovem.
Eu era louco.
Era ousado.
E sei que não era pouco.
Não sou mais o que ja fui
Me esqueci onde estava
E nem sei pra onde vou