Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
O homem vendido por outro pode não ser escravo; o que se vendeu a si mesmo, esse é o escravo absoluto.
Não se apegue ao passado: é a partir de agora! Bom ou ruim, o que passou, passou. à sua frente existe um mundo a desvendar.
Não queira alguém aqui, achar explicações.
No amar não há entendimentos, há amor somente,
E só sabe descrever o amor, aquele que o sente.
Mas quero te contar umas coisas. Mesmo que a gente não se veja mais. Penso em você, penso em você com força e carinho.
Só há duas ocasiões na vida duma pessoa saudável em que ela não toma decisão: no nascimento e na morte!
Acertei, errei, estou de volta ao começo. Procurei um sentido e não cheguei a nada. Hey garoto, bem-vindo à realidade.
Não sei o que foi que engoli desta vez pra causar tamanha indigestão. Talvez, as minhas próprias palavras.
Toma, é teu.
Não preciso disso,
Não aguento mais essa pressão arritmada.
Fica com esse coração que me atormenta,
pois pra mim ele não serve de nada.
Cansei de sentir esse coração apertado,
pressionado, dividido, maltrapilho.
Toma! Que ele agora é teu!
Quando já não tinha espaço pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer acomodei
Minha dança os meus traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha sem ser tua
Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranqüila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas
E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver
Nada do que eu fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra a tua boca
E mesmo que em ti me perca
Nunca mais serei aquela
Que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela
Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranquila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas
E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver.
Amigo de poucas palavras
Não te condeno pelo silencio, pelo contrario, te admiro pelo mesmo.
É engraçado ver como estamos tão próximos e tão distantes. É como se desse a volta ao mundo em frações de segundos e retornasse diante de uma simples palavra, que vez ou outra sai meio seca, sem contexto, servindo apenas para nos aproximar
Hoje eu tentei te entender, neste momento meio estranho onde você poderia dizer tantas coisas, mas preferiu ficar em silencio boa parte dele.
Vai ser tudo tão novo pra mim a partir daqui, sei que será pra você também.
Nos acostumamos a estar sempre por perto e daqui a poucos instantes estaremos longe.
Eu te observo caminhar por todos os lados, a resolver todos os problemas, vejo os teus olhos fugirem de mim e do que levarei comigo.
Me encabulo as vezes ao ficar pensando que poderia ser melhor, que poderia haver mais liberdade entre nós e que muito ainda poderia ser dito... mas não há nada que me diga mais, do que o teu olhar.
Em todo esse tempo juntos aprendi muito, aprendi a decifrar seus sinais que se manifestam de forma involuntária, demonstrando assim toda a tua essência e quem realmente és.
Sei que às vezes pensas que não te amo como deveria, e que por algum motivo gostaria que você fosse diferente. Felizmente tenho que dizer: você é a pessoa mais brilhante que já conheci.
Por onde eu for, onde eu estiver, com quem eu estiver, eu serei apenas um menino que recebeu de Deus a graça de ter um companheiro tão especial. Você. Meu exemplo. Meu herói. Meu amigo. Meu pai...
Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio. Até o último momento esperei que você me chamasse pelo telefone. Que você fosse ao aeroporto. Casablanca, última cena. Todas as cartas de amor são ridículas… E eu estava só começando a entrar num estado de amor por você. Mas não me permiti, não te permiti, não nos permiti.
