Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Se todos sentissem o que eu senti, a visão sobre as mães seria outra! Não aquela de empregada, mas a de anjo. No final, o sentimento seria de gratidão ao invés de obrigação por nos ter colocado no mundo.
A Lápide da Alma:
Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.
Eu necessito, eu necessito…
como quem já não distingue desejo de falta,
como quem arde por dentro
sem saber onde termina o fogo.
Necessito sentir você
não só na pele,
mas no intervalo das coisas,
no silêncio entre uma palavra e outra,
no espaço onde o mundo desacelera.
Necessito estar perto…
perto o suficiente
pra que tua respiração bagunce a minha,
pra que tua presença dissolva
o excesso que me transborda.
E, ainda assim,
no meio de toda essa fome,
há uma pausa em você
que me salva do excesso
que, contraditoriamente,
é tudo o que eu mais necessito.
O que eu aprendi nos meus 40
Falou mal de mim?
Não tiro mais satisfação.
Virou a cara, se afastou?
Não tiro mais satisfação.
Me julgou sem me conhecer?
Não tiro mais satisfação.
Criou histórias sobre mim?
Não tiro mais satisfação.
Não gostou de mim?
Não tiro mais satisfação.
Aprendi que paz mental vale mais do que qualquer explicação.
Quem vive em paz não precisa provar nada para ninguém.
Dengue
Sabe hoje? Eu tô me sentindo doente.
Mas não é de hoje. Já faz uns dias.
Um mundo mais pálido, a vista fechada,
A vontade de viver secando em mim.
Tipo... eu tô doente. Doente de verdade.
Eu não tenho fome e nem coragem de sair da cama.
Na verdade, tenho uma bola na garganta.
Não, não é uma bola. É um bicho vivo.
É um gato arranhando a carne por dentro,
Rasgando pra fora, num desespero contínuo.
Eu tento cuspir, eu tento expulsar,
Mas ele crava a unha e não sai.
E o pior? O pior é estar sozinha.
Eu não sou fraca. Mas hoje me encontro frágil.
Odeio a fragilidade me arrastando pro chão,
Nesse poço sensível onde me afundei.
Eu não consigo pensar. Eu não consigo agir.
Eu só consigo ficar deitada. E chorar.
Qualquer som lá de fora me faz desmoronar.
Como se a doença vazasse pelos meus olhos.
Como se eu precisasse rachar de uma vez,
Com um choro contido e engasgado,
Pra engolir a verdade que eu sempre recolho:
Eu não tenho ninguém. Ninguém pra chamar.
Ninguém que me chame sem segundas intenções, sem transações sociais.
Alguém que só queira saber como estou e venha ao meu socorro.
Isso me lembra algo.
Eu tive dengue quando era criança.
Família grande. Casa cheia e vazia ao mesmo tempo.
Tudo acontecendo, mas nada era dito.
Eu ficava doente, encolhida no canto...
Pequena. Insignificante. Engolindo o grito.
Ninguém cuidava de mim. Ninguém me via.
E isso bate na ferida que nunca fechou.
A carne viva rasgada que não cicatriza.
É a minha maior ferida.
Talvez seja o abandono me fazendo doente.
Ou talvez seja dengue, que me paralisa.
Eu não sei. Eu só quero chorar.
Esperar que alguém me salve. Que alguém venha.
Mas ninguém nunca vem. Ninguém liga. Ninguém.
E eu choro mais forte, engasgada na dor
Desse gato maldito arranhando a garganta.
A vergonha sufoca. O vazio me esmaga.
Eu olho pro lado. O silêncio decreta.
Não tem ninguém.
Nunca teve ninguém além de mim mesma.
Volta pra cá
Eu sei que errei, as palavras doream. O silêncio cresceu mais a amizade não morreu. Volta pra cá, sem medo, sem pressa Quero teu risos de volta, e te dá meu ombro outra vez.
A força sobrenatural que eu acredito ser Deus, não é aquela que precisa de lamentações públicas ou forçadas, mas é aquela que me orientou desde o ventre da minha mãe até o meu último dia.
Eu não tenho o menor interesse na vida privada das pessoas, sabe? Nenhum, em hipótese alguma… Num país onde a fofoca é comércio, eu prefiro o silêncio.
Eu nunca fui pobre.
Já estive sem dinheiro, mas nunca sem visão.
Pobreza não começa na conta bancária,
começa na mente.
Estar sem recursos é uma fase.
Pensar pequeno é uma escolha.
Dinheiro é circunstância.
Mentalidade é destino.
Evans Araújo
Preciso me recompor. Sacudir a poeira e voltar ao centro da Tua vontade. Se eu não focar em Ti, Senhor, não chegarei ao meu destino final e não poderei dizer, como Paulo:
"Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia." (2Tm 4:7-8)
Tenho começado a discernir a sedução sutil do inimigo... Ele não vem com barulho, mas com distrações suaves, pensamentos aparentemente inofensivos, ideias ousadas que tentam se disfarçar de liberdade. Percebo agora como o pecado se forma: tudo começa na mente , uma sugestão, um desejo não confrontado , e quando vemos, ele já foi gerado, pronto para nascer e nos afastar de Ti.
Quão pequeno é o homem quando se deixa levar pelos desejos da carne. Mas eu não posso continuar assim. Preciso me levantar com todas as minhas forças e voltar para os Teus braços.
Não quero apenas começar a caminhada... quero terminá-la contigo, com fé preservada, com o coração limpo, e com os olhos fixos no Céu.
Ajuda-me, Senhor, a permanecer firme, porque sem Ti, nada sou.
Hoje eu entendo… eu não nasci para o comum.🔥
Sou movimento.
Sou intensidade.
Sou transformação constante.
Carrego dentro de mim a energia de quem não aceita viver no automático. De quem questiona, sente, evolui e, acima de tudo… muda. Quantas vezes for preciso.
Se tentam me prender, eu expando.
Se tentam me limitar, eu me reinvento.
Meu caminho não é linear e nunca foi.
Ele é feito de experiências, aprendizados, desafios e recomeços que me constroem em cada fase.
Eu não temo a mudança…
Eu entendi que é nela que eu encontro quem eu realmente sou.
Minha segurança não está na estabilidade,
está na minha capacidade de me adaptar, de criar, de transformar qualquer cenário em crescimento.
Eu não observo a vida passar…
Eu vivo. Eu mergulho. Eu sinto. Eu evoluo.
E hoje, mais do que nunca, eu sigo guiada por algo maior:
minha consciência, minha intuição e a certeza de que meu destino é expansão.
Porque onde há liberdade…
há verdade.
E onde há verdade…
é exatamente onde eu devo estar. 🚀✨
— “Gostam de mim no silêncio, nos detalhes… porque eu sou daquelas que não precisa forçar pra marcar.”
De tanto ouvir que eu não conseguiria, quase acreditei; mas, como gosto de teimar, segui minha teimosia.
Nildinha Freitas
Pensante
Eu como poeta não sou nada.
Não sou trovador, nem menestrel.
Nem xilografista na literatura de cordel.
Não sou cordelista e nem faço embolada.
Não sou repentista, nem tenho língua afiada;
não sou doutor, nem bacharel;
não sou embaixador, nem coronel;
não sou hipnólogo e nem sei contar piada.
Sou apenas mais um na multidão.
Sou o cidadão comum, irrelevante.
Nem Sócrates nem Platão
nem Marx nem Dante.
Do alto de minha humana condição,
apenas um ser pensante.
"Ô beleza que não vi
Com meus olhos eu desejo
Com meu coração eu almejo
Como aquele que desdenha
Sua Beleza encontrar."
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