Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
O amor não é uma emoção finita. Não temos só uma certa quantidade para dar. Nosso coração cria amor à medida que precisamos dele.
“Quando não escrevo, meu universo se reduz, sinto-me na prisão. Perco minha chama, minhas cores”.
— Anayde Beiriz
Assim sou eu... Necessito escrever!
Meu cavalo e meu cachorro
Meu cavalo e meu cachorro
Não regalo, não troco e não vendo.
É bom ficar sabendo
Que não tem pila no mundo
Que compre o meu Clinudo,
Muito menos o meu Guaipeca.
Desconheço nessa vida
Quem me seja mais parceiro,
Mais fiel, mais companheiro
Na lida, na mangueira, no galpão,
Nas horas de solidão
E nas funções de campeiro.
E quando vamos ao bolicheiro,
Um espera pelo outro.
É assim desde potro,
E de cusco criado guacho,
Um roendo meu barbicacho,
Outro patinando lá na cocheira.
Mas eu me apeguei às porcarias
Que pra mim são como gente,
Mais serventia que muito vivente
Que anda a esmo pra nada.
Com eles eu dou risada,
Choro nos dias tristes,
Mas a felicidade existe
Quando vejo os dois na volta:
Um levando minhas botas,
O outro tirando o buçal.
Nem aparentam animal,
E com franqueza lhes digo:
Não há melhor amigo.
É verdade, não leve a mal.
O Guaipeca parece falar,
E o Clinudo só pra indicar:
Na sombra da figueira
Relincha com a forneira
Só pra vê-la gritar.
E pode até parecer
Que eu, por certo, tô louco,
Mas me importa muy pouco.
Só me ponho preocupado
Com esse mundo mal domado,
Por certo mal enfrendado,
Ou tardaram na puxada,
Erraram no bocal,
Nesse reparte desigual
Donde reina pila e ganância,
Que transforma grandes estâncias
Em pedaços de piquete.
Eu, no mais, só um jinete
Que gosta do meu Clinudo
E do Guaipeca orelhudo,
Já velho, quase sem dentes,
Que deixo jas pra semente,
Apenas a tradição:
Rancho, mangueira, galpão.
Nesse pedaço de campo,
Donde a luz dos pirilampos
Ainda à noite aparece
Pro índio fazer uma prece,
Que o pampa é chão sagrado
Pra aprender com o passado,
Que o pouco ainda é um regalo,
Que um cusco e um cavalo
Têm valor e têm estima.
Assim se declama e se afirma,
Nesses versos macanudos:
Não vendo o meu Guaipeca,
Muito menos meu Clinudo.
Renato Jaguarão
Se o rótulo ou a bula das medicações curassem as doenças não precisaria ser ingerido o líquido, as cápsulas ou usar os injetáveis...
Assim também é a rotina da vida, nem sempre a cobertura bonita do bolo é definição de bom sabor...
Não sou perfeita, mas sou autêntica. Aceito minhas fases, versões, imperfeições e celebro minhas peculiaridades.
Afinal, são elas que me tornam única.
Não sou nenhuma cópia, mas uma obra-prima original, que nem sempre agrada a todos e, tudo bem!
O amor não tem idade, não tem prazo, não tem preço, não tem momentos e não tem lugar.
Nós como pessoas não temos o direito de julgar o amor de duas pessoas que se amam então para quê estragar o amor deles.
Sábio mesmo ...
É o Tempo!
Que nos mostra
quieto ...
Em silêncio
Quem Sim
Quem Não e
Quem Nunca mais !
Muitas das vezes paro para refletir, àqueles que não trabalham são marginalizados pela sociedade, a sociedade paga o seu imposto, e por sua vez paga caro por sofrer com a corrupção dos seus representantes político, sanguessugas do plenário.
A quadrilha se encontra tanto dentro quanto fora da presidência, a sociedade na verdade não tem mais em que votar, e por sua vez tem de se humilhar para fazer o que o governo manda, e a biometria por sua vez vem sendo uma dessas humilhações, que obriga o cidadão a fazer para que não tenha os seus direitos vetado. O sistema é assim, este sistema sustentado por nós mesmos, cidadões que busca cumprir com todos os direitos, paga os impostos, trabalha, e a cada dia vem sendo roubado pelos orgãos público...
A inspiração surge, quando menos se espera, e muitas das vezes parece que não vem e foi embora com alguma bailarina, e depois volta ao som, e ao dançar da bailarina, a inspiração é joia rara, que mesmo em sua leveza, busca ser lapidada.
Quero mais que uma poesia,
De amor, – não quero poesia
Sem lâmina, sem sabor,
Sem cheiro, sem sangue,
Sem o pulsar de coração,
Sem elementos de vida,
De esperança. (Quem sabe apenas
Um ponto – o silêncio,
Menos suspiro e reticência
– ataque fulminante).
Amanhã quero um conhaque,
Um cigarro qualquer,
E uma mulher,
Que não viva me fazendo
Juras de amor,
E minta todos os dias
Me amar.
Quero sentir o perigo da rua,
Da curva da poesia,
E da amada.
Não é pouco que eles pagam para que agridam manifestantes com bala de borracha, gás lacrimogêneo... Eles subordinam os que nada tem com uma gorjeta a mais para bater nos que nada tem...
No coração do revolucionário,
Se não circula esperança,
Compaixão, amor,
Acaba vestindo a rouba
Do rival – se iguala à ele.
O artista tem de ser livre, e não se subordinar aos orgãos públicos na busca de um cargo, quem sabe como ministro. O artista tem de ter a liberdade para poder opinar em ambos os lados.
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