Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
De que adianta?
De que adianta eu ter um dom e enterrá-lo no quintal de casa? De que adianta eu ter uma voz e não usá-la para o bem? De que adianta saber que minhas mãos receberam o dom de curar e, ainda assim, eu não tocar ninguém? De que adianta possuir o dom da palavra se eu escolho o silêncio quando eu poderia semear esperança?
Que tudo o que eu tenho, todos os meus dons e tudo o que sou, sejam colocados a serviço do bem que nasci para fazer!
Que tudo o que eu toque se multiplique, inclusive, eu mesma. Que tudo o que eu toque prospere. Que, em todos os lugares por onde eu passe, eu espalhe o amor. Talvez assim, eu tenha feito a vontade daquele que é superior.
Nildinha Freitas
que te acompanho
eu sigo teus beijos
de cada banho
reflete como me vejo
perfeição em paixão
mentira que se desfaz
por cada erro, tua mão
como posso ver mais?
essa mente coletiva
parasitas e demônios
adoram e a comem viva
daqui por mais quilômetros
te importo de bondade
luxúria se dissipou
mesmo que terá verdade
não sou o que buscou
bastardo eu pensar
que teria algo especial
ao teu lado, sensacional
para nunca mais terminar
abrirei para trancar de vez
meu coração
orarei para que tu livrareis
minha condição
te dê surdez, e não ouvirá
minha canção.
Eu já disse vai embora, quando eu queria dizer fica aqui comigo,
Eu já disse coisas que machucaram, num ato de me machucar novamente;
Eu já disse nunca mais, quando nunca deixei de querer;
Eu já disse nem pensar, quando tudo era só pensamento;
Eu já disse que cansei, quando eu ainda tinha forças para lutar;
Eu já disse que não amava, quando eu amava perdidamente;
Eu já disse que não me importava, quando eu só me preocupava;
Eu já disse que estava bem, quando eu só chorava;
Mas...Nunca disse que tinha orgulho
E sem orgulho, consegui dizer tudo que sempre quis...
Eu perdi a confiança e então você morreu.
É curioso pensar que hoje eu posso ler algo escrito por alguém que viveu dois séculos atrás e me reconhecer ali, como se aquela pessoa ainda respirasse no mesmo tempo que eu.
Há uma comunhão invisível entre quem escreve e quem lê, uma ponte que desafia a distância do tempo.
Escrever é, de certa forma, se eternizar no efêmero.
Variedade
No que eu creio! Primeiramente creio num facto que é uma realidade! Em cada igreja, há uma crença; cada igreja tem uma doutrina sobre a bíblia! Cada igreja tem uma doutrina sobre teologia; cada igreja interpreta a bíblia de uma maneira. Isto inclui todos os assuntos da Bíblia: Deus, Jesus Cristo, idolatria, escolas de escatologia, etc, etc. Cada igreja tem uma interpretação. Por isso existem milhares de igrejas e milhares de interpretações bíblicas. E não me falem de amor ao próximo, pois ninguém ama alguém. Pois se amasse, não se separariam uns dos outros, a ponto de se separarem e magoarem.
Só hoje tive consciência disto; Depois de me ter apercebido de doutrinas diversas sobre: trindade, unicismo e tanta escatologia. Confesso que depois de ouvir: Judeus messiânicos, negando a trindade. Afirmando que os Judeus messiânicos, são a verdadeira igreja, a igreja igual à primitiva, que o Apóstolo Paulo era judeu messiânico; que não reconhecia a divindade de Jesus Cristo. Confesso que fiquei paralisado. Depois ouvi debates entre pastores, unicistas e trinitarios. E ao longo dos anos tenho ouvido tanta diferença de doutrinas, que se fosse olhar a isso , já seria ateu. Mas não sou ateu, ainda!
Depois pensei! Mas quantas interpretações tem a Bíblia? Não é só uma! Ou mais do que uma? No que creio eu? Eu sou pós-tribulacionista, Pré-milenista, um pouco preterista, mais futurista. Ainda creio na trindade, divindade de Jesus Cristo, Jesus como criador de todas as coisas. Depois pensei afinal não são só os Russelistas, mórmons e outros a terem certas doutrinas! Os Evangélicos também, cada cabeça, cada doutrina! E eu também tenho as minhas doutrinas! Mas estarei eu certo? Então orei ao Senhor Jesus: Ajuda- me! Sim tu és o único que me podes ajudar!
“Já estou na estrada faz algum tempo e o vejo passar. Tudo que levo na bagagem sou eu mesma.”
#bysissym
#blogzoom
O homem se adapta e vive!
Há lugares que eu nunca imaginei viver, mas quem vive lá ama.
Tudo é adaptação e suas raízes.
#bysissym
Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira
“Nem toda criança consegue falar o que sente…
Mas toda criança mostra.
Eu transformei histórias reais em práticas pedagógicas para ajudar educadores a enxergar além do comportamento.
Esse é o projeto Gotinhas de Amor.”
A menina sonhadora
Eu era uma menina sonhadora.
Daquelas que acreditavam
que o amor era capaz de unir tudo.
Por amar demais minha família,
guardei meus próprios sonhos
na última gaveta do coração.
Sendo filha única,
fiz do cuidado minha missão.
Enquanto muitos corriam atrás da própria vida,
eu estendia as mãos
para segurar a dos meus pais.
Mas havia segredos...
Segredos antigos,
guardados pelo tempo e pelo silêncio.
Meus pais se casaram depois de dezoito anos,
e eu...
nem sequer fui convidada.
Conheci aquele dia
pelas fotografias.
Aos vinte e dois anos,
construí minha própria casa de boneca.
Casei, tive uma filha,
e acreditei que ali
morava a felicidade.
Então a vida virou a página.
Meu pai adoeceu.
Minha mãe carregava feridas
que nunca cicatrizaram.
E aquela menina,
agora mulher,
voltou para a casa onde nasceu,
com uma filha pela mão
e um filho crescendo no ventre.
Descobri também
que meu casamento estava desmoronando.
Era dor demais
para um único coração.
Perdi meu pai
quando meu menino tinha apenas um ano.
Depois veio a separação,
as discussões,
as ausências,
e o silêncio de um pai
que deixou de estar presente.
Aos trinta e seis anos,
eu era filha,
era mãe,
era pai,
era abrigo.
Enquanto enfrentava
a Síndrome do Pânico,
levantava todos os dias
como quem veste uma armadura invisível.
Criei dois tesouros:
uma menina
e um menino.
Cuidei da minha mãe,
forte e rígida,
mas também guerreira.
Aprendi que, às vezes,
a força nasce
quando ninguém mais pode nos sustentar.
Vieram críticas.
Poucas mãos estendidas.
Mesmo assim,
eu continuei.
Houve uma chance
de recomeçar no Sul.
Mas o amor pelos filhos
falou mais alto.
E eu fiquei.
Mais tarde,
conheci outro homem.
Sabia que ele não seria
a rocha firme dos meus sonhos.
Mas ambos carregávamos
nossas próprias tempestades.
Talvez não fosse amor perfeito...
Talvez fôssemos apenas
duas pessoas tentando sobreviver.
Os filhos cresceram.
Construíram suas histórias.
E eu...
perdi minha mãe para a COVID.
Perdi muito também
do que havia construído.
Ainda assim,
não perdi tudo.
Porque ninguém consegue arrancar
de uma sonhadora
a capacidade de sonhar.
Hoje,
eu não imploro mais por amor.
Aprendi que a paz
vale mais do que qualquer companhia.
Minha casa ficou silenciosa.
Meu coração,
mais reservado.
Mas existe uma diferença.
Antes,
eu sonhava pelos outros.
Hoje,
eu finalmente começo
a sonhar por mim.
E talvez...
esse seja o sonho
mais bonito de todos.
Eu só queria encontrar comigo num desses vaivém da vida pra saber se ainda sobrevive a mulher que um dia existiu.
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