Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Não preciso de igreja, padres, pastores e ate papa, pra falar com DEUS. Mas se eu quiser chegar até a esses que mencionei! tenho que levar dinheiro...(Patife)
Se essa minha certeza, soubesse agora dessa minha incerteza, com toda certeza eu não estaria nessa incerteza...
(Patife)
Eu mesmo não sei nada de mim, mas a historia poderia bem contar, cade os nossos registros, cade nosso museu onde se conta a nossa historia, precisamos de uma sala cultural, onde as fotografias, objeto e utensilio de nossos ancestrais que ao longo do tempo foram esquecidos por nos. Vamos resgatar a nossa historia e contar ao jovem com palestras e visitas a essa sala cultural, quem sabe algum jovem se interessa em não deixar morrer nossa historia...(Patife)
Não quero mais teu abraço, não quero mais teus carinhos e nem teus Beijos. Na verdade eu não quero mais você...(Patife)
Tempo.
Eu não quero te perder, não, eu não posso te perder.
Não posso te perder de novo, o tempo está me esmagando.
É como se as horas não passassem, cada minuto dura um século sem ti.
As flores nascem e morrem, a lua some e volta, até mesmo o grande mar se expande e evapora.
Eu vejo o tempo indo embora.
Será que ainda temos tempo? Será que pode me dar alguns minutos? Só mais uns minutos...
Não, não pode ser.
Não faça isso! Ainda temos tempo!
O monitor cardíaco se equilibra e vejo aquela maldita linha verde vagando calma pela tela.
Aonde está a lua? As flores?
O oceano...
Talvez eu o tenha transbordado pelos olhos...
Você perdeu seu tempo.
Adeus, minha flor.
Eu quero ganhar flores.
Não, eu quero que alguém se importe comigo ao ponto de querer me dar flores.
Sem eu ter que implorar, sofrer ou chorar por isso.
Eu quero flores, não por elas em si, mas pela atitude de quem as der.
Por lembrar que amar também é doar.
E por lembrar de mim.
Por se importar.
Eu espero um dia ganhar flores.
Minha mãe sempre me falou que quando eu crescesse eu iria Saber das coisas.
Só não imaginei que esse dia chegaria e que o Saber viria acompanhado de responsabilidades e angústias.
Naquela manhã de bons ventos eu tinha ainda seis anos de idade.
A rua não era asfaltada e eu me gabava por conseguir correr descalço naquele lugar.
Minha paixão sempre foi o céu, olhava pro alto e tentava entender seus encantos.
A cor do céu é linda e as nuvens sempre me preparavam formas que até pareciam quadrinhos contando uma história.
Na outra quadra havia uma praça, onde, naquele dia especial, crianças em alvoroço corriam atrás de uma novidade.
Avistei a fileira da meninada que ia e voltava da praça contando, uns para os outros, o que estava acontecendo por lá.
Corri para ver e não acreditei. Meu passaporte para entender melhor o céu estava nas mãos de um homem.
Um homem que vendia aviõezinhos coloridos feitos de isopor!
A criançada em volta daquele nobre homem que segurando por uma linha fazia os jatinhos levantar vôo e irem até o alto no céu.
Entrei pelo meio da garotada, empurrando e garantindo meu espaço perto daquele encantador de crianças.
Quando num flash o seu olhar eu consegui, perguntei logo a ele o quanto custava a pequena maravilha que me levaria as alturas.
Como relâmpago corri para casa, onde minha mãe preparava já o almoço.
Naquela época nós não tínhamos muito, meu pai trabalhava duro, nossa televisão era uma Colorado preto e branco, por onde eu enxergava o mundo que não conhecia.
Tinha eu um cofrinho, estampado com os quadrinhos do SUPER-MAN!
Pois eu era fã daquele herói que dominava o céu e voava de verdade.
Pensei que meu cofrinho poderia ajudar!
Minha mãe me deu a tão almejada autorização para que rasgasse o cofrinho de papelão.
Contei as moedinhas debaixo dos olhos atentos da minha querida mãe! Que logo viu minha tristeza por não ter a quantidade necessária para pagar o sonho de voar.
No entanto, minha mãe tinha também um trocado, e com um belo sorriso maternal me olhou e mandou abrir a mão.
Da mão dela caíram as pratinhas que iriam garantir o meu sonho.
Corri, novamente, como um relâmpago e o homem ainda tinha um aviãozinho!
Feliz da vida peguei a maravilha! A máquina feita de isopor e cola que agora conduziria minhas fantasias e me fariam entender o céu.
Passei de frente de casa gritando minha mãe para que ela olhasse o quanto eu estava feliz manejando aquela máquina voadora.
Fiquei por alguns minutos me divertindo e aproveitando o vento que soprava diferente. Soprava como se estivesse também contente com o menino que corria imaginando estar dentro da máquina que voava tão alto e bem perto do céu.
As nuvens estavam próximas e o chão tão pequeno!
Mas o vento se descuidou por um instante e soprou o galho de uma grande árvore que chegava até o céu do meu aviãozinho!
O pequeno jato entrou por entre os galhos da árvore que insistia em atrapalhar o vôo tão sonhado do menino que agora olhando para o alto ficou a pensar!
Mas com todo o carinho comecei a puxar a linha, bem devagar!
Por longas "horas" insisti lutando com aquela árvore.
Ela tão forte e eu me sentindo tão fraco!
No entanto, não desisti, com mais cuidado ainda fui persistente para que minha máquina voadora não se quebrasse com o solavanco da árvore que desejava tomar para si o meu brinquedo, o meu direito de sonhar.
Ouvi um estalo! A asa da aeronave caiu ao chão! Pronto estava quebrado, estava acabado o Sonho de Ícaro, o sonho de chegar até o céu.
Aos choros fui para casa onde minha mãe me consolou.
Não havia mais dinheiro e mesmo se houvesse o mágico homem, que me vendera a aeronave, já tinha ido embora.
Agora adulto noto que minhas lágrimas, naquele dia de bons ventos, de certa forma mudaram minha sorte.
Talvez por que a minha persistência foi lapidada com a dificuldade daquela manhã e a partir daí, quando eu quero algo sou muito persistente.
No mais, o TODO PODEROSO se comoveu ao me ver chorar e decidiu soberanamente preparar meu futuro. Um futuro onde eu não paro de voar.
Ao menos as nuvens e o céu agora eu posso ver, como adulto, do alto em minhas viagens por este Brasil tão belo e grande! E que ainda me tem muito a oferecer.
"Me diz em quê teu amor é baseado ou se é apenas um baseado...
...Porquê eu não fumo, não que eu seja careta, mas não quero uma brisa passageira"...
Não há necessidade de respostas.
Não, eu não sou alegre o tempo inteiro
Eu digo sim mas muitas vezes era não
Eu preciso sentir o que sentem por mim
Mas principalmente me distanciar de um fim.
Eu não tomo decisões difíceis
Pois uma só mudou tudo e me marcou
Cada dia pra mim é intenso
Mas sempre fica um vazio imenso.
Já ouvi que não posso entristecer
Não tenho esse direito, e que isso é frescura
A felicidade ao redor é mais importante
Logo, sorriso plástico pra mim deve ser o bastante.
Não tenho o direito de querer
Principalmente se for algo próprio
Propositalmente meu coração sempre quer
Algo que sempre não posso, por motivo qualquer.
Reciclar felicidade, é a mesma de ontem
Às vezes fico feliz por ouvir música
Fico feliz por ter ajudado alguém
Mas nunca por receber sentimentos de ninguém.
Quando olhar para mim lembre do sorriso
Que carrega toda responsabilidade
De fazer com que você se sinta bem
Apenas siga, e sorria também.
Não tente adivinhar o motivo de tudo isso
Eu apenas não consigo ser alegre o tempo inteiro
Não aconteceu alguma coisa
O que eu sinto;
Está acima do meu próprio limite de compreensão.
Eu não tenho nada além de mim mesmo, hoje eu percebo que tenho tudo o que preciso pra conseguir o que quiser.
"Se eu pudesse escolher
Qualquer coisa pra fazer
Não iria me exitar em dizer
Que queria abraçar você."
Eu não me cobro mais
Eu não tenho que tentar
Eu não deixo de querer
Eu não espero mais pra ter.
Agora eu cobro, viver
Agora eu tento, a tentação
Agora eu quero, agora
Agora a espera, é pelo sol lá fora.
Partida
Não tive chance
Não houve oportunidade
Amigo, eu sinto tanto
A falta do nosso canto.
Diz pra mim que é passageiro
Que ausência e tristeza
É uma viagem breve
Deixa as memórias, não as leve...
Então não vai embora daqui meu amor,
Se tudo ta difícil, imagina sem?
Eu penso tanto em ficar a sós nos dois,
quero ver se tu vai ficar com esse desdém...
Amor maior
Não necessito de um amor maior
Eu só preciso do seu amor,
Por quanto em mim
Desejo-te cada dia mais e mais.
E se outro sentimento
Em mim nascer
Torne-o pequeno por nós dois
E deixe crescer o teu amor por mim.
Essa dependência que me lança ao arredio
Deste frio inverno...
Sem flores, sem perfume, sem o teu calor,
Não sei se corro ou te espero na estação do amor.
Seja como for, eu só quero o teu calor
Pra aquecer esse inverno de dor,
Para chegando a primavera
Levar cativo o seu amor.
Edney Valentim Araújo
Eu procurei
Por tanto tempo eu procurei
E te achando não me encontrei.
Sozinho eu estava
Sozinho eu fiquei.
Se o amor pode mudar o mundo
Deixa-me mudar o teu,
Para que eu me encontre em você
Como você está em mim.
Quem encontra a alma gêmea
Manda embora a sua dor,
De um viver pequeno e frio
Bem distante do amor.
Edney Valentim Araújo
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