Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Eu queria de verdade
Te ver mais uma vez
Talvez tenha outras chances,
Mas o meu querer é de hoje
Não é um adeus
Porque sempre volto pra você
Mesmo que você não volte para mim
'JARDIM DE MARGARIDAS'
E será numa terra bem mais distante
Onde eu preciso plantar o meu cafezal;
Pra mim aqui, não é mais como antes,
Levo-te no coração,amada terra natal.
Pela beirada do caminho, na minha ida,
Na estrada, sementes de flores semear
Pra que eu possa ver a estrada florida
Caso não dê certo lá, um dia aqui voltar !
Terra amada ! Seu encanto as Palmeiras !
Também assim Como suas mangueiras,
Bela Terra muito amada ! é boa pra daná
Lá no alto do abacateiro o canto do sabiá
Vou Precisar engolir a tristeza e choro,
Para seguir em frente na firmeza na vida;
Como se fosse canários cantando em coro,
No remanso suave, no jardins de margaridas!
Autoria:
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Eu aprendi com o tempo! Na verdade mesmo, a frase atrás merece ser reformulada, " O tempo é a cura", até foi por um tempo, até que chegou um tempo, onde o tempo se tornou o maior vilão, até quebrei alguns relógios tentando parar tudo, mas foi em vão, tava só extravasando o tempo que me resta nesse tempo louco que chamamos de vida.
Mas calma, ainda há tempo, ainda há tempo pra tudo, basta voce saber utilizar o tempo ao seu favor.
Tô aprendendo
Talvez o último
Último poema para você Mas eu sempre digo isso Pra mentir para meu coração Pra tentar te esquecer
Talvez o último
Último poema tentando não ser clichê Porque no meu caso só há uma dor Do tamanho do meu amor por você.
Talvez a última
Última Carta para você
Escrevendo e pensando no quanto eu tenho que te esquecer
Talvez eu seja
Um poço sem fim
Que ninguém quer me resgatar daqui. Eu estou precisando tanto de ti.
- Talvez o último (eu disse isso da última vez
Eu tenho a teoria de que, quanto mais a pessoa posta sobre alguma coisa, menos real é e menor a chance de dar certo.
Eu desejo que esse ano
Seja muito arretado
Feito um bom baião de dois
Na base do queijo assado
Um ano de muita luz
Recheado de cuscuz
Bem quentinho e amanteigado
AQUECIMENTO GLOBAL
Eu vou perguntar a Deus
Por que a Terra esquentou
O termômetro subiu
Feito nave, decolou
E não quero ouvir falar
Que é o Sol a irradiar
Pois foi Ele quem criou
O meu pai me ensinou
A olhar além do muro
A lutar honestamente
A fazer o meu futuro
Eu afirmo, muito franco
Mesmo de cabelo branco
Ele é meu porto seguro
Na hora do Sol raiar
Eu acordo e tenho fé
Que o dia vai ser bom
Será como Deus quiser
Mas antes de começar
Só consigo funcionar
Se tomar o meu café
Olhei para ti naquele fatídico dia, esperando ver o seu sorriso novamente
tolo eu...
Mal sabia que aquele seria o nosso ''adeus''
um adeus amargo, sem abraços, sem palavras bonitas, apenas um,
fim.
Laceração
Muitos versos, por certo, eu redigi
Por certo, muitos versos eu cantei
Devaneei, inspirei, lá, acolá, aqui
E muitos, eu, na saudade guardei
E na poética, aquela solidão, vivi
Recebi afagos, também, afaguei
Olhei em volta, outrora adormeci
O singular instante, de amor falei
Das palavras ao vento, doce ilusão
Dos gestos dados, eterna emoção
Muito senti e quis, e pouco sobrou
Então, o fado, de afiado embaraço
Me lacerei no querer um só abraço
E no teu cheiro que no verso ficou!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 setembro, 2023, 19’37” – Araguari, MG
Tem dias mais difíceis.
Estar despertando é um enorme desafio... (e é o que eu escolho, porque) se eu só acordar, ainda assim passo pela vida dormindo, entende?
Eu quero viver, intensamente, o presente da vida. Quero agradecer pela oportunidade de ter por perto pessoas tão especiais como você, agradecer por amar e por ser amada.
Acredito que Deus nos 'soprou' para isso, para aprendermos a iluminar, a nós, aos que estao por perto e ao mundo!
A vida é ciclica e passageira, mas estamos 100% vivos o tempo todo, então ela pode ser bonita!
Dá-me o paraíso,
eu vou com você,
nesse horizonte de amor
eu quero viver,
porque o pouco tempo
é muito
longe de você.
_ Sueli Matochi
Quisera eu, você
Que tanto a Deus pedira um dia
Para sanar a Dor de minha própria companhia
Que se desatina e se faz duvidar de si mesmo todo santo dia
Sem projeção, só buscava uma voz da razão,
Que de tanto me contar verdades que de tanto provar de sua lealdade à tratei com engratidao.
A qual devo um eterno perdão
Pelas feridas por mim causadas que pra sempre traumas e arrependimentos me acompanharão
E um único motivo pra continuar é pensar que nada nessa vida acontece em vão, mero clichê, desilusão essas utopias não aconteceram
Pouco me encontrei são
Idealizar o que eu perdi, que um dia ganhei?! será uma eterna aceitação.
Quisa funciona, apesar de frio
mas que já nao andas em sincronia
As batidas são arritmia
Sofrer é hoje sua única função
Apertado, e angústiado hoje espreito
Seu par perfeito
Criou asas e ha de bater em outro peito
Seu coração.
Nunca nasci, nunca vivi: mas eu me lembro, e a lembrança é em carne viva.
Eu poderia resolver pelo caminho mais fácil, matar a menina-infante, mas quero o pior: a vida.
Se eu ficar sozinha demais procurarei o nosso Consulado. Para rever brasileiros e poder de novo usar a nossa difícil língua. Difícil mas fascinante. Sobretudo para se escrever. Asseguro-vos que não é fácil escrever em português: é uma língua pouco trabalhada pelo pensamento e o resultado é pouca maleabilidade para exprimir os delicados estados do ser humano.
Nota: Trecho da crônica Minha próxima e excitante viagem pelo mundo.
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