Eu Gosto do Risco dos que Arriscam
"Pode me chamar de melodramática. É fato: eu gosto de transformar emoção em Poesia. De me confessar com as palavras. De ser com elas. E eu sou tão dependente dessa emoção para viver. Sentir pra mim é tão importante. Sim. Eu sou sentimental. Sim. Eu sou romântica. E emotiva também. Eu não me importo que me chamem de Piegas. Eu gosto de falar de amor todos os dias. Aliás, eu gosto de andar de mãos dadas com ele por aí. O amor não pode morrer dentro da gente.
Sei que gosto do que faço. assim como também eu faço muito do que não gosto. mais d uma coisa eu tenho certeza. eu me amo. E é por isso que não quero opinar na vida de ninguém. mesmo que isso me envolva ou me seja questionado. Deus nos deu o livre arbítrio pra isso. Que cada um viva da maneira que achar conivente e que seja melhor pra si e pra sua auto-estima. Mais de uma coisa é certa, de cada andanças que tenho, sempre eu aprendo mais por demais. E sei enxergar meus erros e acertos, minhas vantagens e desvantagens. Meço muito ambos os lados, e sei quando devo me retirar pra não prejudicar a felicidade alheia. Agora pode ter certeza de que só pelo fato d'eu estar aqui expondo meus sentimentos, é porque valeu..... pena que o egoismo prepondera os sentimentos momentâneos.
Tudo o que eu senti foi um gosto amargo de nada quando os teus lábios finos encostaram os meus lábios grossos e a tua mão deslizou pela minha cintura no momento em que a música ficava mais agitada.
Confesso que me senti como um zero à esquerda, entregue a perguntas sem respostas e sentimentos sem explicações.
Quis gritar por alguém naquele escuro silencioso, mas não havia ninguém, nunca houve e nunca haverá, se depender de mim e de você, mas quem é você?
Fico entregue as mentiras e as juras de algo que eu nem sei se é real. Talvez fosse, num momento diferente do qual eu me encontro, onde um desconhecido tiras as minhas roupas deparando-se com a minha nudez e sem pedir licença para tocar-me de um modo bruto e ruim, onde eu tento fugir em pensamentos para algum lugar seguro onde só exista eu e a solidão.
Eu não gosto de você!
Porque gostar... Eu gosto de tomar sundae, sem ficar pensando nas calorias que ele tem.
Gosto de abrir os braços e fechar os olhos quando venta forte, porque me sinto mais livre.
Gosto de andar descalça na grama, gosto de pegar jabuticaba no pé, gosto de ler revistas em quadrinhos deitada na rede, gosto de tomar café forte, gosto de ler poesias...
Gosto dessas coisas...
De você eu não gosto...
Você eu amo!
Por favor, não me pergunte por que eu gosto tanto de escrever. Inacreditavelmente, eu não tenho uma resposta.
Sabe, mesmo sendo bem menina ainda, eu muito lutei para aceitar meu próprio jeito. Passei por poucas e boas, andei por verdadeiros caminhos pontiagudos, sentindo a dor de cada passo e só superei as situações infames as quais vivia me metendo porque escrevo. Esse é meu prazer, meu vício, minha salvação. A escrita é minha terapia diária e os traços são os meus remédios para todas as patologias humanas.
Com meus personagens, descubro vidas diferentes e improváveis. Com eles, vivo coisas que jamais viveria se não os tivesse criado. Deixo amores transtornados para trás, crio encontros perfeitos e acabo com eles sem nem me machucar. Só assim, livro-me da raiva e do apego. Assim não tenho medo.
Desculpe-me se causei algum tipo de frustração por não ter uma resposta muito bem definida. As palavras simplesmente me fazem sonhar e quando a realidade não me satisfaz, fujo para elas.
Eu gosto de todo mundo... Até alguém me chatear... Depois disso.. Já era! Nunca mais será do mesmo jeito.
eu gosto quando você se cuida.
- Eu gosto quando você cuida de mim.
eu gosto de cuidar de você.
- E eu gosto de ser cuidada por você.
Eu gosto do cheiro das coisas...
Cheiro de alma, cheiro de amor, cheiro de sonho.
Gosto do cheiro de estar com você, do cheiro do seu abraço, do cheiro do seu beijo!
Toda essa curiosidade
Que você tem pelo que eu faço
Eu não gosto de me explicar
Toda essa intensidade
Buscamos identidade
Mas não sabemos explicar...
Se paro e me pergunto
Será que existe alguma razão
Pra viver assim
Se não estamos
De verdade juntos...
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Toda essa meia verdade
A qual temos nos conformado
Só conseguimos nos afastar
Nós aprendemos a aceitar...
Tantas coisas pela metade
Como essa imensa vontade
Que não sabemos explicar
Que não sabemos saciar...
Se paro e me pergunto
Será que existe alguma razão
Pra viver assim
Se não estamos
De verdade juntos...
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Toda essa curiosidade
Toda essa intensidade
Toda essa meia verdade
Tantas coisas pela metade...
Eu falo com propriedade, eu sei a cor, o gosto e o cheiro de uma saudade. E é tão real que me parece um braço, natural e automático, ali, vivendo comigo, como parte de mim. Já me acostumei tanto com ela que, juntas, vemos novela, filme de terror, lemos os mais lânguidos livros de amor e, sempre nos consolamos juntas. Bom, a saudade não é de todo o mal. Ela ocupa em mim um espaço muito especial. Aquele lugar que, um dia, foi seu e que agora está perpetuado entre um vazio e eu.
