Eu Errei me Perdoa Poesia
Você é assim
Por vezes, eu me detenho para contemplar as estrelas. Elas estão muito distantes, mas ainda assim consigo ver seu brilho. De vez em quando, olho para o sol, mas o faço por pouco tempo, pois seu calor intenso acaba por ofuscar minha visão. Já peguei a mim mesma admirando a Lua, mas logo ela ficou oculta pelos prédios que a encobriram. Também já me dediquei a observar as nuvens, e nelas consegui imaginar castelos, animais, peixes, corações e outras formas que ocasionalmente surgem.
Assim é você! Sabia disso? Você é a estrela que eu gosto de acompanhar, o sol que traz calor ao meu dia, as nuvens nas quais construo meu mundo encantado e a lua que ilumina toda a minha essência.
Você é a luz que clareia meu caminho, a brisa que traz frescor ao meu coração, o sorriso que brilha no meu dia. Você é a razão pela qual acordo sorrindo, a pessoa que desejo ter ao meu lado em cada momento.
Você é a estrela que me guia, a luz na escuridão, a minha paz em tempos de tempestade. Você é a pessoa que eu amo, aquela que admiro, e com quem quero passar toda a minha vida.
Assim é você, a pessoa mais importante do meu mundo, a quem eu amo com a totalidade do meu coração.
Na história da vida, cada um escolhe o papel que deseja interpretar. Eu escolho ser protagonista, não por vaidade, mas por propósito. Ser protagonista não é ser o centro das atenções, é ser a força que impulsiona, que busca a vitória não apenas para si, mas para o coletivo. Porque quando todos vencem, a vitória se torna mais justa, mais saborosa.
Infelizmente, muitos optam pelo papel do antagonista – olham apenas para si, vivem na sombra do egoísmo, sem estender a mão ao próximo. Mas o verdadeiro triunfo não está em ser melhor que alguém, está em crescer junto.
O mundo precisa de mais protagonistas que pensem no coletivo, que façam a diferença sem precisar apagar a luz dos outros. Que sejamos aqueles que constroem, que unem, que elevam. Porque no fim das contas, a melhor vitória é aquela que compartilhamos.
**"Eu entendo — todos nós temos nossas batalhas silenciosas, nossos dias pesados, nossas dores que ninguém vê. Nunca fui do tipo que cobra presença constante, nem atenção forçada. Mas, com o tempo, a vida me mostrou uma verdade amarga: muitas vezes, o valor que enxergam em nós está condicionado ao que podemos oferecer. Enquanto somos úteis, presentes, disponíveis… existimos. Quando nos calamos, quando não temos mais o que dar, passamos a ser esquecidos. A ausência se instala onde antes havia afeto, e o silêncio toma o lugar da palavra.
Não é sobre ego, é sobre respeito. Perceber isso dói, mas também desperta. É nesse momento que a gente aprende a se retirar, não por orgulho, mas por amor-próprio. Porque permanecer onde não há espaço para a nossa essência é se diminuir a cada dia. E mesmo que a vida seja dura, não preciso me rebaixar para ser aceito.
Hoje eu escolho me olhar com mais ternura. Escolho me dar o valor que esperei dos outros. E ainda que doa, sigo. Em silêncio, mas com dignidade."**
Hoje, eu decido voltar para mim.
Depois de tantas esperas, silêncios e gestos que nunca vieram,
hoje eu paro de procurar fora o que sempre mereci dentro:
respeito, presença, delicadeza, reciprocidade.
Fui ficando em silêncio por medo de perder,
quando, na verdade, eu estava me perdendo.
A cada não dito, a cada gesto ignorado,
a cada vez que eu quis ligar — e não pude —
um pedacinho meu ficava mais longe de mim.
Mas agora, não mais.
Não é que eu deixei de amar.
É que comecei a me amar também.
E isso muda tudo.
Percebi que o que me machuca não é a ausência de lembrancas fisicas.
É a ausência de significado por trás disso.
É a ausência de presença.
É a ausência de mim na vida de alguém que esteve inteiro na minha.
Eu me entreguei. Me doei.
Esperei sinais, aceitei migalhas, li entrelinhas.
Mas agora, eu leio meu próprio coração.
E ele grita por mim.
Hoje, eu volto para mim.
Para a mulher que cuida, que sente, que merece ser cuidada também.
Para a mulher que não quer viver de "quases",
mas de inteiros.
Se alguém não sabe me amar, tudo bem.
Eu sei.
E vou recomeçar — daqui, de dentro, com calma e verdade.
Porque eu sou minha. E isso… basta.
Hoje, eu volto para mim.
E não me deixo mais sozinha.
Deixe ir
Deixe fluir
Deixe fugir
Deixe te deixar
Eu nunca quis ir
Mas você se foi
E não quer voltar
Então deixei ir
Deixei ir do meu coração
Deixei ir da minha vida
Deixei...
Que sejamos felizes.
Abandono.
Nos teus versos calados,
Na tua alma chorada,
Perco-me nos teus braços.
E neles, eu clamava.
Clamava para a dor sumir,
Para os ventos se perderem,
Para então eu fugir,
Para nunca me verem.
Meu coração ja não aguenta mais,
Muito menos meu corpo,
Só sou um simples rapaz,
Que se desfaz com um sopro.
E nos passos descalços da alma,
Que pede e clama por socorro,
Peço que vá com calma,
Antes que me perca no abandono.
Confissão de um artista incompreendido
Eu só sou artista quando escrevo.
Tocar, cantar — tudo isso, por mais que me habite, me degrada. Há um processo silencioso de deterioração da minha alma artística quando tento me expressar fora da palavra. Como se algo se perdesse no ar. Como se aquilo que eu sou, no fundo, não coubesse no gesto ou na voz.
Minhas melodias? Eu as crio em catarse. Elas nascem do abismo, do indizível, mas raramente alcançam quem ouve. Alguns me dizem, com um sorriso breve: “muito legal.” Outros me parabenizam — por educação, talvez. Mas eu percebo. Eu sei. A língua que falo, com minha arte, não chega audível aos seus ouvidos.
Eles não escutam o que eu ofereço. Escutam outra coisa. Um som qualquer. Um ruído bonito, talvez. Mas não escutam eu.
É por isso que, quando escrevo, me sinto inteiro. Porque sei que um — um só já basta — um leitor, em qualquer tempo, há de entender. Há de perceber. Há de aprender a língua secreta do meu ditirambo. Porque a palavra escrita não exige pressa, não pede aprovação imediata. Ela se deixa ler por quem for capaz de ouvir o silêncio entre as sílabas.
E é ali, nesse instante invisível, que eu sou artista por inteiro.
em alguma noite que eu fiquei acordada
tentando contar as estrelas que eu não consigo ver no céu da capital pernambucana
me perguntei o porquê do medo de te amar
adorar tua pele, teus olhos, teus fios bagunçados
sempre foi tão fácil, sempre foi tão genuíno
mas eu fui covarde
e te perdi pra mim
-deceasednysmia
e foi nasruas do antigo
onde eu nunca cheguei a te levar
que eu percebi que meu corpo anseia por ti
que teu cheiro mexe com meu cérebro, mesmo sem perfume
deixa-me em êxtase
naquele dia molhadas de água salgada
quando vejo, já estou a abrir minha caixa
tentando buscar meu lar
eu disse que ficaríamos juntas
mas me pego questionando
se algum dia
tu vais querer voltar.
- depois de todo esse tempo, eu ainda te amo
"Eu voltei no tempo e vi você
Tão diferente do que eu costumava imaginar
Quem é este cara ao seu lado?
Ele te conquistou
Mas como pode a vida ser assim?
Eu era um sonho ou sei lá
Te vendo deste lado
Você só tinha 17
As lutas e desejos eram mais do que você podia imaginar
E este rapaz ai do lado fez você se apaixonar
Eu posso ver nos seus olhos
Que vocês serão assim
Uma mistura de tudo que há em mim
Reconheci na mesma hora
Pai e mãe, sou eu aqui
Estou revendo suas lutas
E revisando o meu passado
Pai e mãe sou eu aqui
74 era o ano
E quase que não resisti
Leva a criança, ela é sua
Pra poder se despedir
Oh mãe senti seu pranto
E foi Deus que me deixou
Ficar e ter você pra mim
E cada ano que passava
A luta pintava um quadro
Cores vivas do suor
Uma maquina , mil panos e um menino
É eu sei. Sou eu ali
Meu irmão nasceu depois
Eu sorri, já somos dois
Duas bocas pra comer e quatro corações pra ter
Ter coragem pra ser mais
E o mais chegou no 3
3 crianças reunidas
Compensando seus desejos
De poder nos dar amor
Mãe você é mais
que tudo aquilo que sonhamos
É um presente feminino
E o amor que encontramos
Mãe você é mais
que tudo aquilo que sonhamos
É um presente feminino
E o amor que encontramos"
Eu não vivo de trabalho.
Vivo do dinheiro.
O meu trabalho já passou.
Fui roubado.
O meu trabalho de hoje é de outra pessoa.
Elogiar com verdade é um gesto de generosidade e presença.
É dizer: “eu vi você”, em um mundo onde quase ninguém mais enxerga nada além de si.
Tem profissional que começa e não faz nada
Dá as caras, cria um blog e é aplaudido
já eu, tenho me esforçado e evoluído
pra poder liderar pessoas fortes.
Se quiserem, depois da minha morte.
Professor com a minha perfeição
Só tirando o meu corpo do caixão
pra clonar ou fazer segunda via
Deus me fez professor porque sabia
que não ia passar decepção.
Eu desisti de desistir.
Meu fim? Só o tempo e Deus conhecerão.
Hoje, decidi que parar não é mais uma opção.
O que sinto não será calado pela culpa de não ter feito diferente.
Minhas dores existem. Minhas angústias também.
Mas nenhuma delas é maior do que a força que vive em mim.
Nenhuma é mais forte que a minha vontade de vencer.
Um passo por vez.
Um dia de cada vez.
Mesmo com dor, eu sigo. Mesmo cansado, eu continuo.
Agora eu entendo: talvez nunca tenha sido por mim…
Mas, já que estou aqui, eu vou lutar — e vou vencer.
A alegria pode não vir com o amanhecer, mas o choro também não vai me dominar.
A decisão é minha.
E eu escolho continuar.
Eu escolho viver.
Eu escolho vencer.
Na música, "As Rosas Não Falam", do mestre Cartola, O eu lírico expressa a esperança de que seu coração volte a bater com a mesma intensidade, mesmo com o fim do verão, que pode simbolizar o fim de um período feliz ou de um amor.
Ao retornar ao jardim, ele já sabe que a tristeza o espera, pois tem a certeza de que a pessoa amada não voltará para ele.
Ele se queixa às rosas, mas reconhece que elas não podem compreendê-lo. As rosas apenas exalam o perfume que roubam da pessoa amada, mostrando como tudo ao redor o lembra dela.
O eu lírico faz um apelo para que a pessoa amada veja seus olhos tristonhos e, quem sabe, compartilhe de seus sonhos, mostrando o desejo de reconectar-se e ser compreendido.
Essa música toca fundo, especialmente para quem já viveu um amor que deixou saudade.
A melancolia e a saudade são palpáveis nesses versos, e a metáfora das rosas exalando o perfume que "roubam" da pessoa amada é simplesmente genial.
Em resumo, a música é uma expressão profunda de saudade e tristeza, onde o eu lírico anseia pelo retorno de um amor perdido e encontra na natureza um reflexo de sua dor.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
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Heus Amor
Por que fui não ser eu, como antes?
Por que mudaste tanto, amor?
Me entreguei de corpo e alma
E de brinde ganhei horror
Vê se esquece meu nome
Vê se morre pra mim
Eu já estou tão triste
Não me machuque assim
Veja nos meus olhos
A imensa melancolia
Veja no fundo dos castanhos meus
E mude sua vida
Volte a voltar, mude ao mudar
Ensine a ensinar, e nada mudará
Vem, segue o meu querer
Vieste a me esquecer?
Vieres sempre a andar a rua,
Ao meio-dia, na sua
Nunca olho a lua
Pois me lembro de você
Nunca vejo o seu brilho
Por que não me concedes me esquecer?
Eu caminhei em um campo de rosas.
Linda, eu pensei que seria para sempre feliz,
Com muita beleza…
Até que eu caí e me machuquei nos espinhos da flor.
Dói, mas continuo correndo.
Está doendo.
Eu sinto meu coração chorar
Vendo aquela rosa que me machucou.
Mas eu a amo tanto…
Por que ela me machucou?
Eu estou aqui, vagando no meio do meu vazio.
Você o iluminou, fez ele brilhar
Com seu amor e carinho.
Eu sinto sua falta…
Estou me perdendo na escuridão.
Eu preciso de você.
A chuva esconde minhas lágrimas por você.
Onde está você?
Eu te amo tanto.
Você me prometeu um “felizes para sempre”.
Mesmo depois doq vc fez comigo, mesmo estando longe eu ainda gosto de você, oq eu sinto por você não diminuiu nem um pouquinho, por mais que eu diga que não mas eu ainda penso muito em você, sempre, tudo me lembra você, eu sempre falo de você, eu sempre estou pensando em você... e como eu te disse um dia eu acho que nunca vou encontrar alguém igual você pq vc é única, você pra sempre será minha menina, mnh doidinha, minha princesa...
04 sempre será o nosso numero, o nosso dia...
Existem histórias que terminam com um final feliz e existem histórias igual a nossa, que terminam de forma triste e confusa, espero um dia te encontrar la na frente, obgd por tudo...
