Eu Desejei mais do que Voce
Eu não sei em que parte da minha vida me tornei assim.
Assim que eu digo é, ser aquela pessoa que tenta enxergar a vida da maneira mais clara possível.
Aprendi a não dar importância as coisas e nem as pessoas porque elas querem que eu dê, mas sim, se for para me importar, que seja por mim mesma.
As pessoas parecem esquecer de viver e cuidar da vida delas. Ficam ali, esperando, observando, desejando, que você faça ou fale alguma coisa para que possam falar de você.
E mesmo quando não fazemos ou falamos, muitas delas comentam do mesmo jeito.
Portanto, aprendi a não dar atenção a isso, dar atenção ao que sinto, penso e desejo, se eu quebrar as cara, sofrer, me decepcionar, ao menos não terei feito porque queriam que fosse desse jeito, mas sim porque eu queria, porque essa vida aqui, é MINHA!
Voltando ao início, não sei em que parte da minha vida me tornei assim, mas com toda certeza do mundo, não me arrependo nem um pouco de ter me tornado!
♥ Eu não sei me decidir entre ouvir a minha cabeça ou meu coração. Eu sei que minha cabeça diz que eu não devia te amar ainda ... mas meu coração se sente tão solitário sem você.♥
Vou te dizer o que eu nunca te disse antes, talvez seja isso o que está faltando: ter dito. Se eu não disse, não foi por avareza de dizer, nem por minha mudez de barata que tem mais olhos que boca. Se eu não disse é porque não sabia que sabia – mas agora sei. Vou te dizer que eu te amo. Sei que te disse isso antes, e que também era verdade quando te disse, mas é que só agora estou realmente dizendo.
O meu oculto é perigoso. Não queira saber o que tem além do meu rosto apático. Talvez eu possa ser o que você não quer. Ou eu sou o que precisa.
surfando karmas e DNA
não quero ter o que eu não tenho
não tenho medo de errar
surfando karmas e DNA
não quero ser o que eu não sou
eu não sou maior que o mar
RECADOS DA PRIMAVERA
Tantas estrelas no céu
No dia em que eu parti...
Era meados de abril
Fugi, voei pra longe dali.
Recados da primavera
Guardei no meu coração:
Regar as flores do mundo
No inverno, no outono e verão.
Pela estrada eu fui caminheiro
No caminho fui só solidão
Procurando atalhos sem fim
Pelas veredas da inspiração.
Andei por tantos lugares
Por mares, montanhas e sertão
Desvendando os mistérios da vida
E dela arrancando a lição.
Hoje eu saco primeiro da arma
E acerto o seu coração...
São tantas palavras que atiro,
Pois tenho muita munição.
Se eu tivesse um mundo só meu, tudo seria um absurdo. Nada seria o que é, porque tudo seria o que não é. E aconselhável contrário, o que é, não seria. E o que não seria, seria. Você vê?
Sinto que ainda permanece aqui, um pouco da mariposa perdida no caminho que fui… eu fui. Segui a pé a estrada da nossa despedida, sem lenço no bolso, sem nenhum vento para soprar a direção. Passando por todo o espinho que insistiu em me açoitar, com a mala tão pesada que me exprimia a coluna, com a vida tão frágil que sem ver, meus pés se molhavam com minhas próprias lágrimas. Virei estátua de sal, parei só pra olhar em teus olhos uma vez mais, um sonho a mais. Permaneci, intacta, como a mariposa que não consegue mais bater as asas, tão maleável, tão diminuída a nada, uma poeira… que a gente varre e deixa longe, tão longe…
Permaneci, com o retrato de nossa história, com as fotos empoeiradas, preta e brancas agora, com o som de um martírio não mais dividido, com o adeus. Só o adeus. Permaneci, com o retrato do que você era, só olhando, como se eu pudesse resgatar o teu sorriso, o teu olhar caído encima de mim, você. Esperando só um pio de respiração que viesse da sua alma, mas perdi.
Eu fui, estátua de sal, que espira teu sorriso em troca do amor, que congela a vida pra viver em outra hora, que congela o tempo porque, às vezes, ele é triste demais… perdido demais. Fui, o desenrolo de toda a canção que os poetas um dia, escreveram, só pra mostrar com outros olhos a vida que passava atrás da porta, lá fora, o dia que se abre por trás do sol, porque viver é mais. Maior que toda a obrigação que esfregam no nosso rosto, maior que todo o bater de pés, maior que todo o cansaço, que todo o tempo congelado, que todo o estrago, que todo o abismo que vive dentro de nós. É maior do que a vontade de parar, e se tacar no buraco e esperar a chuva para morrer afogado. É maior que ser uma mariposa e perder as asas. A vida, amor, sempre foi maior que eu. E sempre será maior que nós.
Porque a saudade nunca te fará reviver o passado, nunca me fez, nunca me restou nada do que eu tanto amei, senão lembranças. E nenhuma delas totalmente intactas. Pois a verdade de toda essas horas em que nos desesperamos, é que perdemos. Perdemos, essas tais lembranças de que falei, perdemos, alguns laços em torno dos dias, perdemos a nós mesmos em certas épocas, ou pra toda a vida. E nunca mais achamos, nunca mais conseguimos encontrar o verdadeiro eu que se escondeu em algumas das inúmeras estradas que trilhamos. Perdemos… o caminho e a força, hora ou outra, a coragem. Só pra mostrar que somos grãos de areia, cinza… etceteras.
E no fim, só a alma sabe o quanto permaneci, com minhas asinhas quebradas, com meu amontoado de malas. E mesmo com as horas sufocantes tentando catar pedaços de mim perdidos pelo caminho, eu ainda, mantive a respiração. Pois você sabe, quantas coisas a gente perde no meio do caminho… dentre elas, o coração.
E ainda tenho aquela dúvida de: "será que ele gostou de mim?" Não sei, mas às vezes eu fico meio perdida quanto a isso. Nem eu, nem você sabíamos que estaríamos ali, mas estávamos e eu não sei se fui a única que percebeu, mas havia algo além de mim, você e minha amiga. Não, não tô falando daquele que eu nem lembro o nome, eu tô falando de algo que não se vê. Eu ainda tenho as minhas certezas meio incertas, minha carga meio pesada de coisas que eu precisei guardar pra não parecer tão tola, questões que eu preciso por em prática, e sei lá, eu queria um tempo pra nós, pra te conhecer bem, pra poder me mostrar a pessoa que eu sou e acabei não mostrando, por não ter cara, nem coragem, ou por tão somente ter ficado um pouco perdida naquela multidão de qualidades que me corriam sobre os olhos sempre que olhava ao lado. Você é lindo sim, e com o respeito máximo da palavra: você é bom demais! E eu não vejo problema nenhum em te querer um pouquinho. Na verdade eu não vejo problema nenhum se eu te quiser demais e se você me quiser de volta. É que eu tenho essa mania meio sensata de sentir coisas bonitas, de ir sempre mais além, de avançar o sinal vermelho, ir correndo no amarelo, você entende? É que eu sou assim meio extrema e opto por tudo ou nada, vai ser ou já foi, mergulho sempre de corpo inteiro. Então por favor, saia do meio-termo, do morno me serve, do "o que tiver de ser" e entre comigo nessa!
Nem mesmo o palhaço, com todo seu disfarce, conseguiu esconder as lágrimas. Imagina eu, que não sei disfarçar.
Eu gosto da minha sinceridade e sei lá, gosto também da minha objetividade. Acho que tudo seria muito mais fácil, simples e prático se as pessoas fossem mais diretas e sinceras umas com as outras. Não vejo porquê complicar tudo, não vejo porquê dificultar a vida.
Ai as pessoas teimam em me dizer que estou errada, que devo dizer "não" quando quero dizer "sim" e que devo complicar quando posso simplificar.
Mas e dai? O que mais tem por ai é gente infeliz botando banca de forte, mas que na verdade, tudo que queria era ter coragem de falar o que sente. E é por isso que eu falo, opinião alheia nunca mudou minha postura, não é agora que isso vai mudar.
Já que tenho o direito do livre arbítrio, que me permite escolher,
eu escolho não ter escolhas, e escolho entregar esse direito à você.
Eu gosto tanto do mar. O mar me da liberdade. O mar me faz lembrar e esquecer. No mar eu sei o que é viver E o que é sonhar..
"Eu amava escrever, sabia de côr todas as linhas que poderia me expressar e me soltar completamente, e escrevia tão bonito...
Mas aí você apareceu. Bagunçou minhas linhas e me deixou feita de borrões.
Não sabia mais o que era escrever, porque me vicei a falar, descobrir que me expressar de verdade era mais prático. Uma ilusão. Ninguém tem paciência de ler até o final, quem dirá ouvir?"
Quem sabe
Pelas veredas da vida
Eu continue andando
Por esta incessante saudade
Eu vá te procurando
Quem sabe
Pelo fascinante segredo do amor
Eu fique contigo a sonhar
E mesmo em pensamento
Possa com você me encontrar
Quem sabe
Pela beleza das flores
Eu continue te amando
E em cada canto dos jardins
Seu semblante vai mostrando
Quem sabe
Eu prossiga avançando
Algumas vezes sorrindo
E outras vezes chorando
Largada pela saudade
Eu siga peregrinando.
Quem sabe...
Quem sabe...
Um dia encontre meu amor
E com ele vou amando.
Eu poderia ganhar um salário maravilhoso, mas me sentiria
totalmente fracassado se as pessoas a quem lidero estivessem
infelizes e desmotivadas.
Ah! Ela foi embora
Eu perdi as horas
Acreditei no seu amor
Não tive como evitar a separação
Pois meu coração não sabe o que é sofrer
Anda por aí brincando de ser feliz
Como sempre quis distraído na solidão
Ah se eu soubesse de alguém que me adore
Amor não chore
Foi tudo uma ilusão
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