Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Eu grito como se eles fossem me ouvir. Mas mesmo sabendo que eles não estão me escutando, eu continuo gritando, na esperança, de um dia, eles me notarem ali, no meio da multidão... (De Fã para ídolo)
Ahh!! como eu te amei eu te amei tanto que por você eu fui capaz de deixar de viver e realizar meus sonhos amor esse que por ventura veio me mostrar que ninguém é tão perfeito e podemos errar, o motivo disso não sei acredito que é inocência, inocência de não saber o que estar sentindo ou fazendo ahhh o amor algo que não se explica apenas se sente.
Mario Sergio Santos Costa
Tem assunto que eu só consigo conversar se for na internet, como também tem assuntos que eu só consigo conversar, ou ser sincera, se for pessoalmente. Nem tudo que se escreve se fala, e nem tudo que se fala com os olhos, se escreve.
O verbo naufraga em silêncio
[como de costume]
E eu, avessa a tudo
Levo comigo o cofre com os meus sete desejos
Não há vírgulas enquanto sigo viagem
Há um único e maldito parágrafo
Que grita sem misericórdia!
E eu! Eu hemorrágica!
Nada estanca os delitos
Que saem das minhas veias rompidas
Confesso meus homicídios, mas não peço perdão
Há lacunas, há culpa, há sulcos em minha testa
(e há vultos passeando pela minha sala)
Tempo, tempo, tempo
Lembro salmos, provérbios, versículos
Percebo que desenho minha própria caricatura
[e não vejo graça alguma]
Continuo sangrando e quase desfaleço
Apresento os polos da minha versatilidade
Enquanto volto atrás e lembro-me que azar também é palavra
(mas que não se pronuncia)
Tento a sorte, então
E pergunto por deus...
[que mudou de endereço faz tempo]
Vê, Senhor, o meu olhar de súplica!
Trarias de volta a alegria da minha inocência???
E minha alma? Levaria de vez contigo?
Resgata-me com teus tentáculos de piedade
Ou,
Marca pra mim uma audiência com Cristo
Fala que sou poeta.
E desejo que ele escreva o prefácio do meu livro
Livro da Morte
Onde falo das minhas únicas certezas:
Do fim
Da decomposição da matéria
Dos ossos secos
Das minhas mentiras atenuadas pela licença poética
Ai de mim! Ai de mim!
No Livro da Morte
É onde escondo o meu vocabulário chulo
E os meus medos, os meus enganos, e todo esse meu ódio por ser volátil!
E por estar em um caminho sem volta
Mas há consolo, mas há poesia, mas há canções de amor por toda a parte
Então prossigo
Naufragando com um meio sorriso
Vou reticente...
Sempre.
Até achar o ponto.
Quem dera eu sonhar como uma criança
andas nas asas da esperança
sonhando em um mundo transformar
sem ter medo das pessoas respeitar.
Eu tive vontade de escrever sobre o seu cheiro, de como você mudou. Eu tive vontade de falar como o meu coração ficou enorme ao te ver, de como me senti voltar a respirar. Eu queria falar do calor da noite, do calor da sua pele e da saudade do seu toque fortuito, de como sempre és imprevisível e surpreendente, engraçado e dramático. E descrever todos os detalhes que eu percebi que mudaram, e que olhando pra você percebi que eu também mudei mas aquele velho sentimento não mudou.
Mas eu vou falar só de pizza, porque pizza é bom e não vai mudar nunca.
Então, alguém me aparece assim, de repente, como se fosse preciso me fazer “desamadurecer”. Faz eu ouvir Legião Urbana, beber seu vinho caro e fumar falsas doces realidades. Pulei em câmera lenta e falei das colheitas de algodão. “Jô, eu nem sabia que algodão era planta”.
É que eu afasto as pessoas, entende? Eu não sei ser legal. Eu me sinto como um diálogo que não começou. Eu sou deslocado, desastrado, me perco com facilidade nas coisas. Vez ou outra me pergunto se estou agradando, porque é tão ruim ter essa sensação! Tipo, eu não quero parecer forçado para as pessoas, entendeu? Não sei bancar o amigo de todo mundo e ser o descolado. Ficar rindo o tempo inteiro não é bem a minha. Não sei inventar uma moda que não me agrade. Eu não sei gostar do que os outros gostam. Não sei viver paradoxos. Não sei fingir. Eu sou isso, e eu já nem sei o que sou direito, porque ninguém se parece comigo. É como se eu só existisse dentro de mim, ou, sei lá, talvez não exista.
Eu só não queria terminar meus dias como um desses escritores desiludidos, perdidos e amargurados. Eu só queria que tudo terminasse bem.
Mas você não sai do meu coração tão facilmente.É como pimenta em minha boca;eu posso tomar muita água,comer uma quantidade excessiva de doces,ou tomar algo mais forte como vodca,mas o gosto continua.Meu amor por você é a mesma coisa.
Ele foi sorrateiro,sorrateiro como um ladrão e quando eu vi ele tinha me roubado.Sim,ele me roubou de um modo lento e profundo e depois me atirou facas.Me atirou facas com a elegância de quem atira flores.
Eu só procuro um equilíbrio,assim como a natureza.Tenho que organizar cada coisa em seu lugar,programar meu cérebro para pensar mais e meu coração para sentir menos.Só que eu não sou a natureza porque não sou nem um pouco perfeita,sou apenas uma criança andando de salto alto numa corda bamba em um cai não cai deprimente.
Por isso eu acho que as lembranças são como dádivas e maldições;dádivas porque nunca vão te abandonar e sempre vão te lembrar de como tudo era bom e maldições porque terão o poder de te assombrar para o resto da vida.
Eu sou apenas o reflexo do que as pessoas fazem comigo.
Eu sou apenas a imagem da forma como elas me tratam.
OBRIGADO por me fazerem ser quem SOU...
OBRIGADO por me dedicarem o seu PIOR...
PARABÉNS a todos por alimentarem seu ÓDIO contra mim !
PARABÉNS por envenenarem suas próprias almas decrepitas !
Que DEUS possa lhes dar em dobro
tudo aquilo que vocês me desejam...
"Eu sempre achei difícil entender como duas vidas podem se tornar apenas uma. Mas quando eu te encontrei, eu entendi que Deus tem sempre um plano para nós.
Quando criou você, acho que Ele estava pensando em mim... E eu prometo que eu vou estar ao seu lado, nas horas boas e também nas mais difíceis. E onde quer que a vida te leve, o meu coração vai junto. Não sou nada sem você!"
Eu não sei o que fazer. Não sei como seguir. Muito menos que caminho seguir. Se viro a esquerda. Se faço a curva. Só sei que não posso estacionar. Esse carro não pode parar.
"Eu poderia amar qualquer pessoa,mas como eu poderia não te amar se por alguma razão meu coração já se acostumou a sonhar com você?"
Coração vazio
Eu não sinto nada, nem nunca senti. É como aquele vazio na boca do estomago quando estamos com fome... O engraçado é que eu não paro de estomago vazio e meu coração nunca foi alimentado. Já tive tantos amores que nunca amei e sinto inveja de todos. Eu invejo a forma como se entregaram a mim cegamente, que sentiram o coração palpitar e quase sair pela boca quando estavam comigo e odeio de corpo e alma ter ouvido as palavras de “Eu te amo” tão sinceras. Eu disse “Eu te amo” achando que a mágica de tais palavras me faria incendiar por aquela pessoa. Estava errada.
Sinto-me como se não tivesse coração. Ele está aqui parado, sem se manifestar. E como quando vamos fazer comprar com o cartão de crédito e ficamos encarando a maquininha rezando para que autorize. Eu rezo para que acenda uma faísca e queime todo o pavio. Afinal, um coração vazio não tem razão para existir.
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