Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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Tapas nas costas vindos de cones e não ícones é como pó a passar pelo vento momentâneo para ir menos ainda do que a idealização cordial, são os dos movimento⁠s de demostrar mais que da prática são exilados ajudadadores esses sim merecem nosso respeito.

Inserida por LucasCampos10

⁠No natural de cada hoje nasce novos desafios e com os quais temos que lidar, porem como faremos isso nos permitirão avanços ou retrocessos no caminho, portanto boa leitura das possibilidades podem nos ajudar a ter êxitos..

Inserida por Jacksalves

⁠Os ignorantes gritam mentiras, como se fossem verdades, enquanto os inteligentes calam as verdades por seu silêncio, como se fossem mentiras.

Inserida por CARLOSNOVAIS

⁠"Não é possível ser gente, sem saber lidar com gente como gente que somos". Falei isso há alguns dias atrás para um grupo considerável de pessoas, e não mais esqueci das reações diversas naqueles rostos, que esperavam, eu creio, ouvir algo mais interessante. Mas então, me pergunto: o que pode ser mais interessante que gente? Cada um com suas peculiaridades e dilemas. Cada ser, uma caixinha de surpresas. Certamente, o conviver, o observar e ouvir as pessoas tem sido um exercício surpreendente. Falar tem sido algo cuidadoso e pontual para mim. No entanto, os fatores: a quem ouvir, e o filtrar serão sempre determinantes .

Inserida por barbaramelosiqueira

⁠Assim como se cuida de algo precioso não se deixe ficar preso a tristeza.

Inserida por valdirene_pereira

INÍCIO

⁠Desprezavam meus sentimentos;
Me tratavam como máquina;
Colocavam-me em potes,
E os abriam na hora errada.

O oxigênio se esvanecia com o tempo;
O medo tornava-se meu aconchego;
E a precipitação do infarto,
já era de se acontecer.

Fingiam se importar com a minha morte;
Quando na verdade choravam pelas minhas mãos;
Naquele momento eu já não podia;
executar nenhuma ação.

A bolsa que me protegia, estoura;
Viver sem oxigênio,
Já não me importa;
O mundo me espera;
A terra me afoga.

Inserida por JuanVicthor

⁠Acredite e persista, não deixe ninguém desanimar você. Você já é um vencedor, se vista como tal.

Inserida por wesleycastroamorim

⁠Temos de parar de representar a figura feminina como um ser frágil e de pouca inteligência sem raciocínio próprio.

Inserida por valdirene_pereira

⁠Seja como a lua que, mesmo em noites frias, ilumina, recria. Transforma a noite escura, em alegria.

Inserida por wesleycastroamorim

⁠Conheça primeiro o significado das palavras para só depois usar como adjetivo de si mesmo.

Inserida por valdirene_pereira

A desmotivação lançada por um adversário deve soar como o combustível de ânimo aos ouvidos.

Inserida por Felipebasi

⁠E nestes sonhos de tirilene, enfaixados como cornucópias,
Ilustres entre si, impopulares com os outros.
É nesta interferência de intumescência ogre, que vigora em tons lilás o sepulcro esquizofrénico de Dalila.
Foi neste pressuposto, ostracidado e asfixiado de notas soltas, numa sinfonia inacabada de lençóis brancos de alfazema mental, sintonizada em mordomias lustres, belas reais e infinitas. que Dalila fez amor nesse antídoto, escondida nas esferas, entranhas amigas, de confissões antigas.
o ilustre busto, magnifico e singular, era em si toda a ortodoxia de um pensamento ainda virgem, robusto, todavia.
No altar, de indumento vermelho forte, cabeção floreado branco o homem cursava, ostentando ouro nas mãos. Pregara durante longos minutos o anúncio tão esperado.
Ofélia, que escondia o rosto imaculado em óculos de massa pesada, preta, vinha timidamente. Era raro sair do esconso, mas percebia que aquela cintilância que desabrochava por entre as ruas lhe dava uma percepção de emancipação, não evidente para ela, mas compromentida com ela.
Foi nesse caminho que ambas, Dalia e Ofélia, se cruzaram e olharam-se intensamente. Tão intensamente que os ombors descairam.
Enfaixadas, vencidas pelo vaticínio, as mulheres fizeram amor ali mesmo.
Da mesa consagrada, o homem de vermelho assiste ao fundo, fora de sua casa ao enlaçe das duas mulheres.
Num olhar disfarçado, fita os fíeis. Mas como era tentador o que lá se passava fora, tão tantador que o homem não sabia se o seu orgão estava a traí-lo. Não podia ser, pensava ele… não era possível não ter controle sobre aquela obescenidade, tão crua, tão animal… mas tão real.

Inserida por Reguengos

⁠"Pequena e nobre,filha,amor que não se mede,radiante como o Sol,Aline,te amarei eternamente."

Inserida por ricardo_a_lima

⁠O som do mar penetra nos interstícios dos meus sonhos e logo oscilam memórias d' amores, como velhas roupas no estendal a secar... enquanto o vento rodopia na turva memória, o coração convida o amor a ficar. Garboso o mar, afaga-me com seu forte azul, onde canta a primavera.

Inserida por nataliarosafogo1943

⁠Seja claro, ninguém tem bola de cristal. Se você não diz não tem como o outro saber, não guarde só para si o que sente, às vezes, o motivo para ficar que a pessoa precisava, era aquilo que por orgulho ou medo de parecer vulnerável, você não disse.

Inserida por ednafrigato

⁠Não use as suas experiência como critério de análise para julgar a experiência dos outros. Coisas que para você foram fáceis para outras pessoas podem ser extremamente difíceis e dolorosas. Cada um sabe o peso da dor que carrega e não cabe a você se colocar na condição de juíz da dor de ninguém. O fato de você não ter vivido a história e nem ao menos tê-la represenciado já torna você inapto a julgá-la.

Inserida por ednafrigato

⁠O ateísmo e a conveniência andam lado a lado, por isto, muitos religiosos agem como loucos.

Inserida por Adolfin007

⁠Te amar é como se as larvas virassem borboletas dançantes no meu estômago

Inserida por Luc1an00

⁠Assim como nosso nascimento nos trouxe o nascimento de todas as coisas, assim nossa morte trará a morte de todas as coisas. Por isso, chorar porque daqui a cem anos não estaremos vivendo é loucura igual a chorar porque cem anos atrás não vivíamos. A morte é origem de uma outra vida.

Michel de Montaigne
Os Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

Nota: Trecho do ensaio Que filosofar é aprender a morrer.

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Inserida por AdrianoDornelas

⁠como é gostoso poder sentir o vento gelado batendo no meu rosto, ao me balançar sobre as águas...nunca perdi minha essência de criança.

Inserida por EdivaniaSantos670