Eu Amo meus Inimigos
Eu, tu, nos, vós, eles
Admiração sempre abrupta
Na construção vejo
Aprendizagem evolução e observação
Um poeta em transformação
Carvão sendo lapidado
Oque eu vejo
Tu não vê
Oque tu sente
Vocês não sentem
Oque nós almejamos
Vós não almejam
Quem são eles entre nós
Quem é você?
Porque tu conspira?
Cada um com sua aspiração
Sinto no ar um blefe
Mente ociosa conspirando
Um bruto ou "BRUTUS"
Um apátrida ou psicopata
Promoção, concurso, riqueza
Família, amigos, amores
A minha inspiração
Sempre diferente da sua
Um ser anti-social
Com uma máscara
Cravada na face
Descubra-me!
Será que você sabe que sou, que sempre foi eu? Dizem que escolhemos, fazemos escolhas, não acho. Jamais escolheria lhe amar, mas lhe amo!
Descubra-se!
Será que conhece o amor? Pois lhe digo que deveria conhecer, você seria mais feliz. Assim como eu, que não sabia que era tão bom amar até conhecer você.
Eu não tenho medo de tempo ruim. Nunca tive medo de trovão, raio e relâmpago. Chuva e vento forte, onda grande, a força da água quebrando na pedra, maré alta, bandeira vermelha, nada disso me intimida. Eu não tenho medo de tempestades.
Jamais se esqueça, que entre você e outro. Você é você, sua prioridade. O outro será sempre o outro.
Eu não sou mais o que era ontem; existo, simplesmente persisto; sem almejar ser muito mais do que sou hoje...
"Tem dias que eu gosto das coisas profundas, fico em pé à beira do abismo da Alma humana só para sentir vertigens.
De repente é como se eu tocasse com o dedo, a dimensão mais sublime do Universo - todos eles.
Tem dias que eu passo horas assistindo vídeos de chinês espremendo cravos, tirando unha encravada, ou passeando nas páginas das pessoas mais podres e rasas que eu conheço, só para me sentir superior, experimentar o sentimento de raiva e desprezo. Isso é tão pequeno quanto insistir em um filme idiota, só para ver a mocinha se vingando do bandido.
Não sei quantas Mirians cabem em mim, mas todas elas me surpreendem, às vezes me assustam e outras me dão tédio... então eu começo a inventar (ou desvelar) outras."
Minha existência interna é multidimensional, maior que a caixa de Pandora.
Há camadas, infinitos e indisciplinados vetores, onde tudo se aflora.
Sou instantes além do relógio, sou sentidos confusos do primórdio e do outrora.
Componho-me e logo reformulo, vários eus numa mesma hora.
Isso é magia de antes, isso é o poder de agora.
Há dentro de mim um espaço muito maior do que o fora.
"É isto que vale a pena: Ver em cada canto um encanto, saber que o envolta não volta jamais e entender que não há chegada se não houver caminho."
Encontro-me envergonhado e assombrado, estou em um lapso que compreende o Eu e o Vazio.
Acalento-me na solidão e me junto à partículas que dos meus olhos desabrocham.
Sou esse erro divino que no profundo guarda pingos esquecidos de esperança.
O vazio em pessoa.
Perdi-me de mim.
Sentir medo é uma experiência inevitável.O medo é entre outras coisas um mecanismo de defesa. Mas, o medo de não conseguir controlar o que está por vir é mais que medo é um dano emocional da "abusiva ansiedade". E esse medo precisa ser enfrentado. Tem que ser vencido.
Filosofia, como TUDO no modo viver,
servi-a penas pra nos iludir!
Dentre tantas as outras idiossincrasias devaneistas a religião, arte, cultura e outras miragens. Talvez, por estarmos sempre em fuga, esta insaciabilidade neste refazenda, o fazer NADA que tanto nos acomete de insatisfações.
Onde possívelmente derivariámos insanamente perambulantes por ruas e guetos imersos em devaneios, uma loucura.
