Estratégias
Todo profissional que vai em busca das melhores estratégias para alcançar suas metas tem seu mérito, desde que não viole os direitos humanos.
Quando o momento se torna insuportável, é comum as pessoas recorrerem a duas estratégias evasivas amplamente reconhecidas: tentar adiantar as coisas ou adiá-las. Até mesmo uma simples ida à praia pode ser transformada em uma fuga para evitar o autoconhecimento mais profundo.
Grandes guerreiros analisam seus ideais, valores, direções e estratégias para seguir adiante mais determinados, otimistas, confiantes, encorajados e fortalecidos.
Dentre as estratégias para vencer os medos, destacam-se: a inocência e a petulância, da inexperiência, e a calma, conquistada pela maturidade.
Pense, crie estratégias e chegue onde você quer chegar.
A rainha ainda está no poder, os homens ainda são os mesmos.
E o tempo? Bom. Esse não para!
O objetivo do PORTAL é contribuir para consolidar estratégias eficazes, apresentando metodologias e resultados positivos, e também possibilitar a construção de novos caminhos de combate à pobreza no Brasil. A premissa é que não podemos nos conformar apenas com a gestão diária da pobreza: ela pode e deve ser superada.
Quando aparece os problemas é,também uma chance de reiventar nossos passos.Estrategias são feitas,bem elaboradas,colocadas em marcha,mas acontece que tudo precisa da orientação de Deus.
O amor é como um teste supresa não quer estudo nem estrategias é só se entregar pra ver o que vai rolar. Se tens medo de decepçionar-se jamais saberás o que é o AMOR
Um caçador de sorte busca todos os dias as oportunidades para viver, já a caça cria estratégias para não ser surpreendida pela sorte alheia.
"Experimente realizar tudo aquilo que desejas.Crie estratégias para alcançar seus sonhos.Pense que suas tentativas serão infalíveis, e que é possível que os teus pés saiam do chão.Solte-se, liberte-se do seu casulo, livra-te de tuas amarras e então levante vôo, como
borboleta."
Estratégias sim, máscaras não... As máscaras se desfazem com o tempo, as estratégias se refazem no decorrer do tempo.
A mera destruição física dos traficantes como aconteceu por anos, proporcionada por estratégias que privilegiavam visões extremistas, não deu resultados positivos promotores de tranquilidade pública e paz social, como não poderiam dar. Verdadeiramente só serviu para gerar uma espiral de ódio entre a população pobre e as forças policiais, fenômeno facilmente compreendido na medida em que os favelados viam seus filhos morrerem pelas mãos do Estado, e as forças policiais viam, igualmente, os seus integrantes tombarem pelas armas do tráfico.
As estratégias de Satanás são para te derrubar, mas as estratégias de Deus são para você não cair, porém, ainda que ele permita a queda, tem propósito de ensino para que você se torne mais forte. Desta forma, se torna ainda mais difícil para seu inimigo te derrubar daí pra frente.
INSURGÊNCIA
A fome e a seca no Nordeste não foram tragédias naturais — foram estratégias. Sintomas de um projeto político que tem donos: da terra, da água, do poder.
Desde o período colonial, o Nordeste foi desenhado para sangrar. As mãos que aravam a terra nunca foram as que a possuíram. E, assim, condenaram um povo inteiro à miséria.
E o que ficou no Nordeste? A terra rachada… e as mulheres.
Elas não migraram. Ficaram.
Ficaram para segurar o mundo nos ombros, com os filhos no colo e a esperança entre as mãos.
Mesmo quando não havia farinha, comiam palma. Enganavam o estômago das crianças com caldos ralos, enquanto rezavam para que a noite não levasse mais uma vida.
E é aqui que começa a insurgência.
A insurgência dessas mulheres foi não morrer. Foi não ceder.
Foi insistir em existir onde tudo ao redor pedia silêncio e desaparecimento.
Suas mãos calejadas, seus pés rachados, seus olhos secos de tanto chorar — tudo isso é marca de uma luta que nunca foi reconhecida como deveria.
A verdadeira insurgência nordestina tem o rosto dessas mulheres.
Elas são a terra que não cede, a raiz que não morre, a memória que não se apaga. Lilian Morais
Há momentos em que a arte não representa.
Ela confronta. Ela insiste. Ela se ergue.
Insurgência, como nos propõe Lilian Morais, não é revolta ruidosa, mas fogo subterrâneo que ascende em silêncio e cor.
Esta exposição não se limita a apresentar obras: ela se recusa a calar afetos.
Cada traço, matéria e composição é um fragmento de um corpo que pulsa — corpo individual, corpo social, corpo-mulher, corpo-luta.
A insurgência que Lilian nos convoca é ao mesmo tempo íntima e coletiva: nasce de dentro, mas se espalha para fora, como se cada tela estivesse tentando respirar pelo mundo.
Numa época marcada pela normatização dos gestos, dos desejos e das imagens, sua arte desvia.
Desvia do esperado, do domesticado, do permitido.
E ao desviar, revela:
revela o que foi silenciado, o que foi esquecido, o que nunca teve nome.
A escolha do título Insurgência não é aleatória: é afirmação.
É o reconhecimento de que a arte pode — e deve — ser território de fratura e reinvenção.
Aqui, as cores não decoram; elas denunciam, acolhem, provocam.
Os vazios não são ausências; são respiros.
As formas não obedecem; elas insistem em ser o que são.
Lilian Morais entrega sua insurgência com elegância firme, com delicadeza dura, com beleza que não fecha feridas, mas as mostra com dignidade.
É arte que se posiciona sem se explicar.
É arte que não se curva — e por isso toca.
Numa cidade como Salvador, onde os tambores da história ainda ressoam nos corpos das ruas, a exposição Insurgência não poderia encontrar lugar mais vivo.
É nesta Bahia de lutas e encantos, de dores e reinvenções, que a artista instala sua travessia.
E convida:
não apenas a ver, mas a sentir.
A escutar o que vibra dentro de cada imagem.
A insurgir-se, também — ainda que só por um instante.
Por Humberto Silveira
Todos sabem ir mesmo quando estão em silêncio, a vontade de ficar requer forças estratégias pra fazer nova morada.
Venceremos várias batalhas, mas se não atualizarmos as estratégias perderemos no final por falta de discernimento.
