Estrada
E quando você chegar no fim da estrada, e descobrir que errou caminho e a estrada de retorno desmoronou?
Sempre haverá uma longa estrada à ser percorrida., o que não podemos aceitar, é para no meio de tudo como se o nada acontecesse.. Com podemos ver as estradas estarão sempre abertas para continuar em frente... Siga Deus sempre estará no comando da direção.
Ser feliz é um dever, opção; você pode!
A vida é curta
A estrada é longa
Quando somos crianças, queremos crescer.
Quando crescemos, queremos voltar a ser criança.
Sempre, começos são feitos de sonhos.
Deixemos na estrada
nossos tristes instantes…
Diante do futuro,
que o passado seja coadjuvante.
Que o instante do agora
tenha sempre mais valor…
Recomeços são feitos de aprendizados e intensas realidades!
Atrapalhada imaginação.
Um ano fragmentado já se foi...
Entramos numa nova estrada...
Rasuras de uma ciência...
Vagas descobertas...
Cedo ou mais tarde , todos veremos...
Vagando como uma nave no espaço...
Vejo a escola da vida nos ensinar melhor que outras escolas...
Encalhados versos em minha mente começam a surgir..
Jogado...
Mais não estou dormindo....
Decidido....
Me atrevo...
Um risonho conteúdo...
Anoto em uma folha...
Bacharelado na poesia...
A automação não me acompanha...
Sigo meu engenho...
E vejo as minhas descobertas...
Resolvido...
Vou Atrapalhadando a minha imaginação...
Vou retorcendo..
Causando rabiscos e arranhões...
Sem machucar nem uma...
Das Minhas inspirações...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Um cowboy satisfeito.
O poeta é eterno...
E a estrada boiadeira é longa e estreita...
O gado é nelore e holandês...
Vacas mochas do ubro leiteiro...
Uma tropa de veludo...
Em um tudo...
Cavalos ingleses e atrevidos..
O escritor descreve....
O ponteiro vai na frente chamando com o berrante cantador...
Sopra forte...
Tão alto que ecoa na gruta...
Atravessando rios e nevoeiros...
Na garupa aveludada...
Ancas roliças...
Laços fortes vão balançando...
Espingardas cartucheiras...
E um facão desordeiro....
Afiados como navalhas...
Amedrontando até seus parceiros...
No cochilado roliço...
Vai também um pesqueiro...
Os arrreios são retirados e postos no cercado...
Bacheiros ensopados e banhados...
Escoa molhando o chão do mangueiro....
Terreiro de terra batida...
Estremus e Seringas vacinantes...
Agulhas grossas e certeiras...
Cupins de couro maciço...
Saltos no cercado...
Garrotes vão pinotando para o alto...
Dando coices na brechas...
Canelas avariadas...
E mocotós machucados...
E um cowboy satisfeito....
Imagine que você está sentado no acostamento da estrada. Você só tem que ficar sentado ali e observar os carros. Os carros são seus pensamentos. Parece fácil, não é? Mas o que normalmente acontece é que nós nos sentimos meio inquietos com o movimento do tráfego. Então vamos para o meio da estrada e tentamos parar os carros, ou até mesmo acabamos perseguindo alguns deles, esquecendo que a ideia era só ficarmos ali sentados.
Meu amor vive em uma cabana
No final da estrada
A porta está aberta
Mas minha alma está trancada
A solidão senta ao meu lado
Descortinando qualquer desculpa
Que impeça o famigerado amor próprio
De revelar a sua culpa
O vazio inebriante nada oferece
Mas entristece minha esperança
Sigo o sentido do vento que me chama a fugir
Mesmo sendo difícil existir, me tire daqui
Me deixe correr
Me ensina a viver
Me permita estar inteira para quando eu te ver
Não perecer
Não consigo não te esperar, só sei te esperar
O faço porque a ti pertenço
Vem ao meu encontro, que seja em sonho, meu coração grita
Mas permaneço em silêncio
Em algum lugar do cosmo reside uma alma inquieta
Compartilhando a mesma dor
Sucumbindo em ruínas, assistindo apagar
As fagulhas desse pseudo amor
Meu anjo desapareceu
Na penumbra luz do dia
Sem tempo de defesa
Sem hora predefinida
Vejo o denso vazio que guarda escondido o eco de suas carícias
Os rascunhos de minhas declarações
O desejo de mais, mas não há, ainda que intrínseco, nada concreto
Do que parecia infinito nesse imenso deserto
A solidão singela e lenta retira de mim um pouquinho a cada dia
Corrói minha vontade de ser, tão forte e fria
Carnaval sem alegria, o arco-íris cinza
O amor em cadeados a cada esquina
Nas lágrimas não há violência, são brandas, mas constantes
A saudade latente suga e consome
Vago a sua procura
Meu anjo codinome
Exponho a vulnerabilidade do meu sentimento
Me mostrando em toda luz e sombra
É ardiloso explicar para nossa alma que ainda temos que esperar o momento
Pra viver lá fora o que já existe aqui dentro.
Fui me alinhavando até o fim da estrada.
Queria voltar pra reatar alguns pontos,
mas perdi o fio da meada.
Quando você está a 300 metros de distância de um semáforo em uma estrada reta sem nenhum carro na frente, você vê o sinal vermelho. Está fechado. Você freia ou mantém seu ritmo? Você deve manter o ritmo, porque quando chegar lá o sinal, provavelmente, estará verde. Caso continue fechado quando chegar lá, aí sim você freia. O mesmo se aplica às crises. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
A estrada para o inferno está pavimentada com ossos de homens que não sabiam quando parar de lutar.
Na estrada da vida, seja o condutor e não o carona, aprecie a paisagem, mas não perca o foco da direção
Caminho sem fim.
Nessa estrada,vejo ao longe um vulto,,
Apresso o passo,mas esta cada vez mais distante
Quero entender,onde fica o fim desse caminho..
Eu reduzo a velocidade na estrada bruscamente; eu me deparo com um violentíssimo capotamento, e com uma família inteira dilacerada, presa às ferragens do veículo; eu saio do meu carro e tento ajudá-los; outros automóveis também param diante da cena dantesca; eu percebo que, enquanto alguns de nós prestamos socorro às vítimas, diversos outros cidadãos se ocupam em saquear carteiras, bolsas, relógios, bagagens e ainda celulares dos feridos. Pergunto: há alguma esperança para o nosso povo depois disso tudo?
A vida é como um beco sem saída, um carro sem partida, um fim sem chegada, um caminho sem estrada, um coração sem amor, um sentimento sem dor, uma agulha sem a linha, uma fada sem varinha, uma coisa difícil de explicar, e dificil de entender, mas um dia saberemos o sentido de nascer.
