Estrada
Sintonia, o segredo das coisas duráveis.
Na estrada da vida tudo pode falhar menos o comprometimento!
Fui voltei pelo mundo rodei
mesmo na estrada na areia fui rei
Caminhando e observando
atitudes alheias
por fora o ouro, dentro pessoas feias
Foi então que decidi, deste sistema partir
já não vale o esforço chorar mais que sorrir
No pôr do sol Divina vida
junto da pessoa querida
e abraçar sem demora da partida.
E nessa estrada, tudo o que acontece é permitido por você. Sua fraqueza é pura permissão, pois ela se alimenta nos momentos que você não acredita em si. Nada nem ninguém poderá feri-lo se você de fato não quiser e, para isso, você precisa se atentar mais ao seu redor e captar tudo aquilo que é bom ou não pra você.
Como entender que a estrada de maior tráfego dá no brejo? É que ela se chama Estrada da Maledicência.
Caminhos do amor.
Sobre estradas e trilhas ando,
Sobre pedras e espinhos sangro, não desisto,
Várias linhas de raciocínio, mais um só coração,
Somente nele acreditar, somente ele a me guiar,
Incansável coração, ferido, valente coração.
Nos trilhos do amor onde a razão não impera,
Tropeçando em decepções e entregue a solidão.
Desvendo as estradas da paixão ainda não compartilhada,
Que haja uma estação no caminho árduo,
Onde possa repousar curar as dores e feridas,
Que a felicidade esteja lá pra conversar,
Que o "a dois" tenha alguém para me apresentar,
Que me dê o pão e um copo de água pra beber,
Que sacie minha sede e não me deixe ir,
Não quero voltar para estrada desta vida,
Este caminho é árduo, implacável,
Sem pudor destina-me a volúpia de minha carne,
Meus pés pisam na lama e sujam minha alma,
Entre as quedas meus joelhos clamam,
Meus olhos direcionam aos céus,
Minhas lágrimas confundem-se com meu suor,
Onde só a chuva esconde,
Meu peito apertado pede teu abraço,
Minhas mãos tuas mãos para caminhar,
Que estejas tu ao fim da estrada,,
Que sejas o para sempre,
Eternamente,
Onde quer que esteja,
Você!
José Henrique
Abandonai tudo aquilo que nunca foi seu, para se perder na natureza. Deixar que a estrada apenas lhe guie, em busca da liberdade de se ser livre. Então diante da solitária praia, eu pude em fim perceber, o quanto Byron e Rimbaud, estavam certos. A vida realmente sempre esteve em outro lugar; e havia sim um enorme prazer nas mantas densas.
No silêncio,
a aranha tece sua estrada prateada
rumo ao nada.
No orvalho da madrugada,
ela espera o futuro ali,
sentada.
Um dia, seu fio a levará ao sétimo céu;
isso, sim, quando for uma aranha encorajada,
gangorrando, dependurada,
na pálida luz que iluminou seus labirintos.
Ninguém morre no caminho na estrada DA vida, mas sim, no caminho da estrada PARA a vida. Vida esta... Eterna.
A vida não é uma corrida onde quem chega primeiro vence, ela é apenas uma estrada, onde quem anda, chega.
Nildinha Freitas
Pela estrada
De chão batido
De uma vida batida
De uma existência abatida
Pela falta de virtudes
Tudo o que você tem
É sua bela e agradável companhia
Teus pensamentos
Teus sentimentos
E teus desejos
Algumas vezes você é a caça
Porém todas as vezes você é a caçadora
Das tuas imperfeições
Tem que domá-las com exímia força de vontade e coragem
De ser um espírito melhor
Ao longo da estrada
Da abençoada evolução!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Então vamos todos
Pela estrada da vida
Pelo destino traçado
Pela sombra e água fresca
Pelo caminho árduo
Porém necessário
Pelos campos floridos
Vamos caminhando
Alguns sem eira nem beira
Sem rumo e nem propósito
Sem algum sinal de vida
Portanto vamos nós seguindo
A luz
A fé
O amor
A esperança
E semeando virtudes
Vamos buscando a saída
Para um dia chegarmos
No plano espiritual
A mando de Deus
Por isto lavei e coloquei
As minhas melhores vestes!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Saltar e voar
Avião que se nega ao chão
Carro solto
Na estrada do nada
Homem correndo do queê?
Homem fugindo pra onde ?
Homem nadando em segredo
Homem, onde ele se esconde?
O amor entre os humanos caminha em uma estrada rumo ao gelo frio e sombrio, que a cada passo se esfria mais e mais.
Lailison Douglas
Contar a vida pelos dedos e perdê-los
contar um a um os teus cabelos e seguir a estrada
contar as ondas do mar e descobrir-lhes o brilho
e depois contar um a um os teus dedos de fada
Abrir-se a janela para entrarem estrelas
abrir-se a luz para entrarem olhos
abrir-se o tecto para cair um garfo no centro da sala
e depois ruidosa uma dentadura velha
E no CIMO disto tudo uma montanha de ouro
E no FIM disto tudo um Azul-de-Prata.
