Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Para mim o orgulho sempre teve um gosto amargo, então o engolir estava fora de cogitação. Hoje o preparo com um pouco de coragem e uma pitada de braço a torcer. E não é que o orgulho tem se tornado um dos meus pratos favoritos.
Lá estava, eu como sempre fazia nos finais de ano, sentado em um banco de aeroporto esperando o meu vôo que havia atrasado. Com uma xícara de café na mão, e um cobertor verde musgo que havia ganhado no natal passado de uma das minhas tias do interior, eu observava as pessoas que ali passavam sempre tão apressadas e fechadas.
Em meio a esse "corre" de pessoas um casal me chamou muita atenção, então comecei a observá-los de forma mais atenta. Uma mulher morena, de cabelos longos e lisos, de idade aparente de 25 anos, estava com seu namorado, um jovem alto de pele bem clara e que aparentava ter seus 27 anos de idade, o jovem na verdade parecia bastante ocupado, sempre ao notebook ou ao telefone. Enquanto eu observava a jovem, tão inquieta e incomodada vendo-o de um lado para o outro e nunca se quer trocara uma frase, a não ser aquele típico "vou fazer uma ligação" que ele falava desde o momento em que haviam chegado.
Após alguns minutos, ainda me encontrava mesmo que sem querer, reparando naquela situação de um jovem casal, vi de longe a moça se levantando, irritada, eu percebi pela forma que ela se levantou, de mãos fechadas e o rosto rígido, a garota se aproximou do namorado pegou seu telefone, jogou-o no chão, a ponto de se tornar alguns pedaços, e com voz escandalosa, (intencionalmente) começou a falar: "São 3 meses que já se passaram e tudo o que eu pude ver, é como em 3 meses alguém muda sua vida pra pior!". Logo depois vi que a garota pegou sua mala marrom, de rodinhas, à qual estava tão pesada que teve dificuldades para arrastar, e saiu. O rapaz, já com o rosto choroso e arrependido, dirigiu-se a atendente da linha aérea, trocou algumas palavras e saiu pela porta da frente.
E depois disso tudo, eu ainda com a xícara de café, já vazia, e a mente cheia de pensamentos, me pus a questionar, e cheguei a conclusão, que um amor mal aplicado, dói muito mais que estar sozinho.
Por que sociedade?
Por que quando um soldado morre ele estava cumprindo seu dever e quando um bandido morre ele é vítima do abuso de poder?
Por que o tiro do bandido é um grito de desespero e o do soldado é um ato de crueldade?
Por que sociedade?
Por que acham normal um soldado morrer em serviço deixando a família desamparada, enquanto o bandido dorme e come as custas de quem ele frequentemente rouba?
De que vale escrever nas nossas bandeiras a palavra liberdade se nessa terra precisamos de grades para nos proteger?
Quem realmente está preso? O bandido que tem tempo e energia suficientes para procurar um cidadão indefeso ou o trabalhador que muitas vezes enfrenta duas jornadas (sem tempo e esgotado)?
Até quando aceitaremos o silencioso toque de recolher? Não há gritos nem sirenes marcando a hora de ir para casa, mas nosso cotidiano é certo e quando anoitece, piora, ninguém está seguro. - Volta senhor Liberdade, para seguras e lindas grades de sua restrição, e torça, torça para não ser invadido!
Até quando sociedade?
Até quando vamos esquecer dos soldados que morrem nas guerras do outros?
Até quando vamos dar dignidade para quem rouba sonhos, tesouros e vidas alheias?
Vivemos em uma temporada de caça, mas nem todos os dia precisam ser do caçador!
Precisamos aprender a trocar as póstumas por odes aos heróis.
Acorda sociedade!
Ela não gostava de mim, só estava comigo porque não tinha ninguém.
Toda minha dedicação por um momento me pareceu ser em vão,
Os meus sentimentos foram colocados no lixo no momento que me deixou, sem ao menos se importar comigo.
Ela tem um coração vazio, e eu enchi o meu dela.
Todos os momentos que passamos juntos foi muito bom, pra mim, pra ela talvez apenas um passatempo.
Me apaixonei por aquilo que eu criei dela, não por quem ela realmente era, isso, eu conheci após o nosso termino (isso ainda não tenho certeza)
Ela me trocou, me abandonou e nem pensou em “nós”, foi egocentrica a ponto de me deixar do nada.
Talvez ela me amasse, ou gostasse de mim 1/5 do que gostava dela, isso seria mais que suficiente para mim, pois o quanto gostava dela não se media.
Ela é uma pessoa boa, me fazia muito bem. Talvez esse seu coração vagabundo seja pelas porradas que a vida lhe deu, e comigo, que sempre a tratei bem, pensou estar sendo enganada mais uma vez. E foi enganada, não por mim, mas por aquele que a tomou de mim. Lhe iludiu, me difamou, conseguiu convencer ela que eu não prestava.
Um relacionamento que surge dessa forma não tem como vencer. Ela e eu, eu faria vencer, porque ela me fazia bem, e com isso, enfrentaria o mundo pra ve-la bem também.
Ela é uma japa linda, mas sofrida, sem oportunidades e com a mente muito inoscente, ou não (isso ainda não tenho certeza) me apaixonei por ela, e iria lutar muito para que ela vencesse essa batalha comigo, uma batalha criada por ela, mas que eu iria estar na infantaria para lutar.
Ela me trocou, hoje, eu me sinto um lixo por não ter conseguido cuidar dela. Era tão simples, mas o fim não foi por mim nem por ela, foi por um terceiro que conseguiu engana-la. Mais um engano na vida dela, enquanto o bem que eu fazia/faria estava ao lado dela e ela nao viu.
Hoje ela criou um ódio de mim por falsas palavras a ela dita, mas como todos sabem, a verdade sempre vence. Um dia ela virá conversar comigo e não lhe falarei nada, apenas mostrarei esse pequeno rascunho que aqui escrevo. Acho que não falta nada.
Quando vi já estava indo...
Liguei, em vão...
Caixa postal
Um oi, empurrar a porta...
Mudaria a história !
12/04/2018
Inimigo Virtual
Era mais que amigo
Um acompanhante
Um querido
Além do palpável
Estava no virtual
Me tornava viral
E seu teclado derramava likes sobre meu corpo
O nu era quase exposto
Cada toque era um gosto
No entanto certo dia
Tanta poesia virou agonia
Como poderia possuir-me se era apenas fantasia
Se minha criação confundiu-se com a realidade
E a tecla delete tornou-se banal
E sem a menor linha
Apagou toda linha do tempo
Como se a cibernética fosse mais real que a carne
Como se o sangue não fosse todo esse fluxo de informações e mutações constantes
E em forma de rebeldia
Deletou aquela história pública com um simples toque
E tudo que foi construído então parecia desaparecer da memória
Esqueceu que a CPU é um coração virtual
E que formatar deixa marcas n’alma
E o bloqueio apenas deixou o seu choro mais exposto
A realidade vai muito além do virtual
E os cabos que foram rompidos
Tiraram apenas a imagem do monitor
Mas o coração grafou antes nas memórias eternas espelhadas em outras linhas de tempo
E o que pareceu desaparecer com um simples delete
Ficou eternizado na internet.
Ela não sabia o que se passava com ela mesma. Estava chateada? - Não, não estava. Tinha um problema? - Não, não tinha. Foi então, que ouvindo suas músicas preferidas, sentindo a brisa e comendo uma coxinha... Que finalmente descobriu, que era fome o que ela tinha.
Um dia,
Uma noite, talvez.
Um dia, não muito distante do presente
o meu coração estava fechado para o amor
Foi difícil voltar a amar,
Mas por ironia do destino a que estou todo entregue
Voltei a abrir o meu pobre coração
Voltei a dar a amarga oporunidade ao Amor...
Passando dias doces com misturas de amargo,
a responsável pela abertura do meu coração desistiu de me amar...
Talvez por ser um amor proibido
talvez por confundir uma mera paixão e desejo com Amor
Ela amargou o meu coração com as suas palavras de lamento,
alegando que ainda me amava...
que este lindo amor em seu coração,
ela ainda guardava
Ai como foi difícil para convencer o meu coração que noutro hora pensava ser impenetrável
impenetrável contra este sentimento que só machuca e me deixa abalável
Como confortar o meu coração outra vez
como confortar ele de uma perda inimaginável
Como comprender este sentimento incompreensível
Meu coração voltou a chorar,
após um longo período de protecção
Meu coração está desgostoso
Talvez ele fique bem
Mas neste momento está triste
A beleza do amor que residia nele
foi maltratado e destruído pelo engano do amor
Ele ficará bem!
Adeus meu bem!
Um pastor
estava em casa
e resolveu preparar-se
para ir a igreja
de repente
a sua esposa
saiu fora
de casa a chorar
ai! ai! aí! meu Deus!
o pastor pergunta
a sua esposa
o que aconteceu?
a esposa triste,chorando
e disse:
o nosso filho acabou
de morrer
os dois entraram
e viram a criança
já estava morta.
o pastor
já estava preparado
para ir a igreja
e disse
a sua esposa:
vamos a igreja!
a esposa ficou
indignada
e disse :nosso filho
morreu e vamos a igreja!!?
o pastor disse sim!
e lá se foram
deixando o bebê
na cama já morto
o pastor
na igreja
estava a pregar
a igreja estava
bem cheio
e todos Irmãos
alegres
no fim da pregação
o pastor disse:
Irmãos o meu filho
morreu!
todos ficaram triste
e foram a casa do
pastor
encontraram
a criança
a brincar,
⇨BUSCAI PRIMEIRO
O REINO DO CÉU
DEPOIS TUDO VOS SERÁ
A ACRESCENTADO"
QUEM ACREDITA
EM DEUS?
Diz Amém
QUEM NÃO
ACREDITA IGNORA porque a
bíblia diz quem mi-
negar diante dos homem neste
mundo eu
negarei diante ao Meu pai
Hoje acordei e me deparei que estava penssando em vc, logo se abriu um imensso sorriso em meu rosto. ENTÃO EU DISSE!( Não podia ter começado melhor meu dia).
Larissa estava sozinha na casa. Era um sábado, em meados dos anos noventa, e seus pais saíam às compras: ela tinha quinze anos de idade e fazia a sua prática de piano. Pedira emprestado o despertador de seus pais e colocava-o em cima do piano para que o tempo passasse. Tantas lições de vinte minutos para fazer, parecia ter de ficar lá para sempre. Enquanto ela estava tocando, muitas vezes olhou para o relógio, querendo forçar o tempo passar. Às vezes ela apenas olhava fixamente para o relógio, deixando seus dedos vagarem ao acaso ao redor das notas.
Pensava que nada neste mundo pode tomar o lugar da persistência. Nada é igual a uma pessoa perseverante. Talento? Não. Não haveria de ser: nada é mais comum do que os homens sem sucesso esbanjando talento. Gênio? Gênios não são recompensados e isso é quase um provérbio. A educação: o mundo está cheio de educados negligentes. Persistência, tenacidade e determinação, sozinhas, são onipotentes.
Ela estava trabalhando com os exercícios em um livro de Arnold Schoenberg sobre harmonia, mas Larissa gastou toda a esperança que sentiu quando começou as aulas de piano naquele livro. Ela sabia que não era particularmente boa, e que o piano não era a resposta que ela esperava para o que não estava resolvido em si mesma.
Havia alguma coisa em que sua mente estava conectada com os sons que seus dedos estavam fazendo. Além disso, a sua professora de piano, que era gentil e sensata, gostava de Larissa em primeiro lugar porque estava disposta a tocar peças modernas e atonais: a maioria de seus alunos preferiu ficar com Bach. Amargamente, ela se dirigiu a si mesma, as linhas do cenho franzidas entre seus olhos, para uma das peças de criança de Bartók, quebrando-a como devia, praticando a mão esquerda primeiro, repetidamente.
Houve um alívio em bater os acordes repetidos, que não eram satisfeitos nem repousavam. Sua mão direita estava enrolada em seu colo, palma para cima, uma coisa inútil. Sentimentos despertados pelo toque da mão de alguém sob o piano, o som da música, o cheiro de uma flor, um belo pôr do sol, uma obra de arte, amor, riso, esperança e fé: todos trabalham tanto no inconsciente quanto nos aspectos conscientes do eu. A música possui consequências fisiológicas também.
Com quadra violência súbita, Larissa sentiu frio. Ainda estava fresco dentro de casa e ela desejava um casaco curto de lã que emanasse estilo, beleza, cores, formas, texturas, atitudes, caráter e sentimentos.
Pensava que quando as grandes concepções melódicas e harmônicas estavam vivas, as pessoas pensantes não exaltavam a humildade e o amor fraterno, a justiça e a humanidade, porque era realista manter tais princípios e estranhos e perigosos desviar deles, ou porque essas máximas estavam mais em harmonia com a seus ritmos folclóricos e sincopados. Sustentavam-se a tais ideias musicais porque viam nelas elementos de verdade, porque os ligavam à ideia da realidade, fosse na forma da existência de algum deus ou de uma mente transcendental, ou mesmo da natureza como um princípio primevo.
Este quarto na frente da casa era sempre escuro, por causa das castanheiras para fora da janela. Eles o chamavam de sala de jantar, embora o usassem para jantar apenas em ocasiões especiais, ou quando sua mãe tinha alguma ideia um jantar sedioso; um certo programa gastronômico. Principalmente, eles assistiram televisão aqui. De fato, naquela noite estava planejado um jantar, e a sala parecia estar preparada antecipadamente: as notas que Larissa tocou caíram em um silêncio alerta. A televisão estava em um canto, em frente a um sofá baixo coberto de algodão verde oliva. A mãe de Larissa tinha feito as cobertas do sofá e também as cortinas do chão em veludo amarelo-mostarda. Todo o piso térreo - a sala de jantar, a cozinha e o salão - estava assentado com azulejos pretos e brancos, presos a chapas de madeira pregadas sobre o velho assoalho de mogno.
Os pais de Larissa ensinavam em uma escola secundária moderna. Muitas pessoas naquela época não gostavam de viver nessas casas geminadas em ruínas, de modo que um professor e sua esposa podiam pagar uma, se tivessem imaginação e pudessem fazê-lo sozinhas. Eles haviam contratado um construtor para derrubar uma parede entre a sala de jantar e o salão, mas o resultado exasperou a mãe de Larissa. Ela tinha uma visão da casa que ela queria, elegante e minimalista. Uma lâmpada em um globo de papel branco japonês foi suspenso em um flex longo do teto alto. Larissa tinha acendido esta luz quando desceu para fazer a sua prática, e à luz do dia brilhou fracamente e nada hospitaleira.
Acima da lareira da sala de jantar havia um espelho de moldura dourada que sua mãe encontrara em uma sucata e reparava. Ela também tinha feito lâmpadas com velhos garrafões de vidro e garrafas de cerâmica, com seus próprios tons de seda. Seus efeitos parecem esparsos, hemostáticos e raquíticos, amadores, em comparação com a maré volumosa de gastos e decoração que veio mais tarde. Mas essa inocência é atraente, e não incongruente com os quartos georgianos de teto alto, sempre pintados de branco.
Algo me veio em mente.
Um segundo e já estava pensando
em você, a como sua meiga imagem
me faz enlouquecer....
Pós-crise
Ventou-se e tudo mudou-se
caiu tudo como um demolição
logo, logo tudo estava no chão
o que restou...
Solidão, tristeza e desilusão que
ocupava a ocasião.
mas uma coisa que se tem certeza
que situação desse tipo é passageira
fortaleceu-se fé e esperança que se
sairia dessa lambança.
Quando chegou o tempo logo veio o
vento e lhe arrumou o alento
paz , alegria e prosperidade fazia parte
da nova fase.
Te vi de longe se aproximando
Você estava chegando perto
Um sorriso brotava em seu rosto
Eu nunca te esperei
Não te esperava
Até o momento em que te vi
Enquanto te vi diminuindo a distância entre nós
Me animei
E ansiosa, quis que seus passos fossem mais longos
E gananciosa, imaginei que estivesse vindo em minha direção
Como eu poderia saber?
Que seus passos estavam apenas se encontrando com os meus?
Que o lugar em que eu estava
Era apenas um lugar que você tinha que passar?
Um Comunista
Muito alto e mulato
Foi aprendendo a ler
Olhando mundo à volta
No que não estava a vista
Assim nasce um comunista
Um Comunista
Que morreu em São Paulo
Baleado por homens do poder militar
Os comunistas guardavam sonhos
Os comunistas! Os comunistas!
Do Comunista urbano que foi preso por Vargas
Por fim, pelos milicos
Muito embora não creia
Em violência e guerrilha
Tédio, horror e maravilha
O Comunista já não obedecia
As ordens de interesse que vinham de Moscou
Era luta romântica
Era luz e era treva
Feita de maravilha, de tédio e de horror
Os comunistas guardavam sonhos
Os comunistas! os comunistas!
Sei que você estava ferida,
volte pra casa além do mar
Estou te esperando voando
Como um pássaro azul no céu.
Você consegue ouvir?
Consegue me ver?
Para estar com você, basta dizer.
Sei que você estava agonizando
Sempre chorando...
Quase a deriva como em um naufrágio.
Mas sempre estive te olhando, sempre estive no controle da sua vida,
mesmo quando não acreditou
Seu Senhor estava perto de você para dizer
Seja livre!!!!!
Em um reino distante, um cooperador do rei que estava designado a chefiar uma província, se achava o todo poderoso. Esmigalhava e subjugava seus subordinados e moradores, para manter o poder e o controle. Era chamado de "O Cobra". Passados alguns anos, o reino entrou em guerra e o rei foi deposto e expulso para outras terras. O novo rei, sabendo das atrocidades do cooperador, mandou decapitá-lo. Os humildes moradores e trabalhadores da Província gritaram: Deus ouviu as nossas preces e cortou a cabeça do "Cobra".
Moral: Nenhum poder humano dura para sempre.
Um Conto Moderno
Era uma vez, uma garota que estava sempre conectada,
Curtindo …
Comentando …
Compartilhando…
e deixando sua vida real de lado,
“só vou dar uma olhada no meu celular”
e lá se vão duas horas do seu tempo, que não voltam nunca mais,
“só vou responder mais essa pessoa”
e lá se vão mais 40 minutos ouvindo fofocas, ou problemas de uma pessoa que ela
se importava e que não ligava a minima para ela.
A vida estava complicada para Lilian tudo que ela fazia era pela metade, por que a outra parte, ficava perdida nas nuvens online.
Certo dia Lilian resolveu dar um tempo, pediu um espaço para suas redes sociais, disse que não podia ter um relacionamento com elas quando ela mesma não sabia nem quem era mais, realmente precisava de um tempo.
Logo que tomou essa atitude as pessoas começaram a questiona-la se estava mal, desanimada ou depressiva.
Lilian então respondeu:
-Não, muito pelo contrario, estou inteira, finalmente tenho o equilíbrio, eu uso o mundo virtual e não mais sou usada por ele.
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