Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

Cerca de 354426 frases e pensamentos: Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

⁠"Quem diria que o tempo é um vício, um vício que é incapaz de te deixar em êxtase."

Inserida por HenriqueSamael

⁠A maneira como você escolhe reagir é um reflexo do quanto já aprendeu sobre si.

Inserida por fabiane_galhano_1

O medo é um sentimento capaz de roubar nossa paz, matar nossos sonhos e destruir a esperança de uma vida próspera, honrada e excelente.

Inserida por leonardomenin

Do diário trancado à timeline escancarada

Antigamente, tínhamos um diário.
Capa florida, cadeado minúsculo, segredo guardado a sete chaves — e uma raiva danada se alguém ousasse ler.

Era ali que a gente chorava amores, reclamava da escola, escrevia o nome do crush mil vezes, sonhava com o futuro e desabafava tudo o que a boca não tinha coragem de dizer em voz alta.

Era íntimo. Era nosso.

Hoje?
O diário virou feed. O cadeado virou senha de Wi-Fi. O que antes era segredo virou post programado com filtro.
E o que antes nos irritava — alguém lendo — agora nos desespera quando ninguém lê.

Vivemos uma era onde a exposição virou afeto.
A curtida virou abraço. O compartilhamento virou aceitação.
E a ausência de reação virou rejeição.

Mas será que estamos realmente sendo vistos… ou só sendo exibidos?

As dores de antes eram sussurradas entre folhas. As de hoje são gritadas em posts. Mas será que alguém escuta?
Será que alguém realmente para para sentir o que há por trás de uma legenda melancólica ou de um “bom dia” automático com filtro de pôr do sol?

Talvez o problema não seja o quanto mostramos, mas o quanto estamos carentes de conexão real.
Falta olho no olho. Falta tempo. Falta silêncio. Falta abraço sem precisar postar.

O velho diário guardava sentimentos.
A nova timeline cobra aplausos.

No fundo, seguimos os mesmos: querendo ser ouvidos, vistos, compreendidos.
Só mudamos o palco.
Mas o coração… continua querendo o mesmo: verdade.

✍🏼Sibéle Cristina Garcia

⁠Com o uso de práticas integrativas e humanizadas, podemos criar um ambiente que não só pratique o cuidado, mas transforme a maneira de cuidar!

Inserida por AlexanderHayflick

Onde há democracia verdadeira, há liberdade, justiça e a esperança de um futuro mais igualitário para todos.

Inserida por alessandro_ferreira

⁠Parabéns por essa bênção que está a caminho! Que o chá de bebê seja um momento de celebração e de encher o coração de amor e alegria.

Inserida por Tavaresjose

⁠Olha para mim.
E me diz o que você vê.
Por que eu não vejo nada.
Além de um cara triste.
Que acreditou em pessoas.
Que decepcionou pessoas.
E que foi deixado para traz por pessoas.

Inserida por Negro_Dhill

⁠Tudo que vivemos pode significar alguma coisa. Talvez você precise olhar de um ponto de vista diferente pra perceber que em tudo existe um propósito!

Inserida por Honeymoonn

⁠"A vida é um espetáculo absurdo, sem roteiro, e ninguém está vindo nos salvar".

Inserida por HeliezerdeSouza

⁠"A felicidade não é um destino, mas uma maneira de viajar. As vezes nos encontramos quando achamos que estamos perdidos."

Inserida por sadicacarvalho

Senhor, obrigado por mais um dia. Hoje Te entrego meu coração, minhas lutas e meus sonhos. Enche meu dia de paz, livra-me do mal escondido, fortalece minha fé e sustenta minha alma. Que eu veja Teu cuidado em cada detalhe. Multiplica a bênção sobre mim, sobre minha casa e sobre tudo que eu colocar as mãos. Sei que o Senhor está comigo e com Deus, tudo é possível! Salmo 37:5 "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará." Em nome de Jesus, Amém!
Bom Dia Paz E Graça.

Inserida por IcaroJorge86

⁠Eu vejo alguns escritores falarem de bens materiais como se tê-los fosse um crime, fosse feio, indigno ou proibido para quem quer ser feliz de verdade. Mas a realidade é que é o dinheiro que nos proporciona conforto, segurança e dignidade. Sem falar que ainda é ele que nos permite auxiliar quem por algum motivo sente na pele a sua escassez. É o dinheiro que nos possibilita ajudar quem perde tudo em catástrofes ambientes, casas de repouso, creches, orfanatos, ONGs que cuidam de animais abandonados. É com dinheiro que se constrói escolas. É a escola que constrói conhecimento e com raras exceções só com conhecimento é possível mudar a vida e o futuro de nossas crianças. É o dinheiro que financia pesquisas na área da medicina, do meio ambiente, da pecuária e da agricultura. Ainda é o dinheiro que traz uma vida com menos dor para milhões de pessoas que possuem doenças raras. Sem dinheiro seria impossível dar assistência pré-natal, pediátrica, creche para pais que precisam trabalhar colocarem suas crianças. Sem dinheiro todo sistema de vacinas estaria comprometido e muitas crianças jamais chegariam a idade adulta. É o ideal? Não! Ainda falta muito para que a maioria da população viva com a dignidade que merece. Mas a minha esperança em dias melhores não morre. Então, não venha demonizar o dinheiro e insinuar que as pessoas só serão felizes sem ele porque isso é a mentira mais deslavada que conheço. Sem as mínimas condições de sobrevivência ninguém pode ser feliz. Sem as condições básicas de moradia, transporte, saúde, alimentação e principalmente educação ninguém pode ser feliz. Nenhum pai que vê a comida faltar na mesa do filho pode ser feliz. Nenhum pai que vê o filho morrer sem assistência médica pode ser feliz. O dinheiro compra tudo? Não compra, mas todas as pessoas deveriam ter o mínimo que lhes permita uma vida digna. Dizer que dinheiro não traz felicidade é a forma mais feia que há de justificar a distribição desigual de renda que temos. Eu diria que é possível ser feliz com uma condição financeira modesta, mas sem as mínimas condições de sobrevivência ninguém pode ser feliz.

Inserida por ednafrigato

⁠Um relacionamento é um pacto entre duas pessoas, e não uma associação familiar. Se seus parentes estão destruindo o que vocês construíram, é hora de reavaliar prioridades. Amor verdadeiro exige coragem, e às vezes, a coragem está em dizer "chega" a quem só traz caos.

Inserida por andfigueira8

Discutir com um tolo é como segurar o caule de uma bela rosa cheia de espinhos. Por mais que você use as melhores palavras e argumentos, sempre sairá ferido.

Inserida por leonardomenin

⁠A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.

Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.

A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.

O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.

Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.

Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.

Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.

A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.

Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.

O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.

Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.

Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.

A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.

O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.

Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.

Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.

Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.

A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.

Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.

O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.

Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.

Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.

A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.

O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.

Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.

Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.

Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.

A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.

Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.

O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.

Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.

Inserida por DaraAssis

⁠Seguir em frente é um grande desafio quando aqueles que amamos já não estão aqui.

Inserida por I004145959

⁠A vida é um tango mal dançado...
Mesmo assim, arriscamos os nossos passos.

Carta a um Amigo



⁠Ah, meu amigo, se eu te dissesse
Nessas boas, nessas preces,
O amor que eu perdi…
Ah, que solidão me bate,
Cada vez que passei aos bares,
Sem sequer dizer por quê.

Ah, que tristezas vêm nas rezas,
Nas vertes, nas sentirezas,
Que passaram sem me ver…

Ah, meu amigo, por que choras?
Se hoje não é hora,
Nem o dia pra sofrer.
Vê o dia como é lindo —
O tempo vem sorrindo,
Sem pedir pra reviver.

Ah, chora agora, meu amigo,
Mas vê que estás comigo,
E não com um qualquer.
Ela já não te quer — então conversas comigo —
E afoga-te nos bares,
E nos pares que mandei.

Estou longe, meu amigo,
Queria estar contigo…
Mas agora não poderei.
Viajei, a trabalho,
Pra longe e no atalho —
Mas no fundo, não viajei.

Sente a solidão que sinto,
Analisa com carinho:
Toda vez que compus,
Havia um pouco de mim contigo,
Num abraço, num vizinho,
Ou num pranto que reluz.

Chorei mesmo, meu amigo,
E embora não esteja certo
De uma união enfim,
Ela sempre vem e chama,
Pede cama, pede drama —
Mas eu nego, pois em mim,

Vejo o sol da esperança
Como a fé de uma criança,
Que renasce por te ver.

Ah, chora agora, meu amigo,
Mas lembra: estás comigo,
E não com uma mulher.
Ela já não te quer — esquece —
E afoga-te nos bares,
E nos pares que mandei.

Ah, que composição bonita,
Essa tal é minha vida,
Que despista o meu amor.
Hoje estou longe, meu amigo,
Mas, embora, eu te ligo —
Você não entendeu…

Ah, que bom estar contigo,
Cada canto, cada abrigo,
Cada livro que compus.

Inserida por WalyssonLima

⁠Sonho é um caminhãozinho que pode carregar toda a areia do mundo.