Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Quarta-feira.
uma chuva passageira,
uma chuva repentina.
No céu o arco-íris estava lá.entre o céu nublado pra me avisar.:
Entre a escuridão tem sempre uma luz.
Entre o cinza pode ter um colorido.
Entre a chuva o sol uma hora ou outra retorna a brilhar.
De repente estava certa.
De repente não.
De repente para uns é o certo.
De repente para outros não.
De repente é o céu e o inferno,
onde tudo é incerto.
De repente é o errado e o certo,
onde me encontro imerso.
E a chuva passou.
O que vejo é lama. Onde esta o que estava aqui?
Não há mais nada. Apenas a espera de alguém para ajudar.
Onde esta minhas coisas que sumiram?
Que água é essa? Onde estamos?
Alagoas alagou. As pessoas, onde estão?
Sem comunicação, sem comida, sem casa, sem abrigo,
sem pessoas, sem vida, sem fé.
Onde estão as coisas? Que água é essa?
Um dilúvio que chegou, passou, levou tudo e alguns,
nos deixando sem nada.
O desespero do medo, o alivio de estar aqui e a revolta de nascer aqui.
A cidade. Que cidade?
Aqui era minha casa, ali meu colégio, lá era um mercado ao lado o posto de saúde e agora não existe mais, desceu tudo, enchente, desceu tudo, tristeza.
Aqui ficava uma coisa, aqui ficava outra e no meu coração ficou o vazio levado pelo rio.
É água, Barreiros Pernambuco, barro.
Interditado. Não entra nada, uma cidade triste,
de dor, de medo.
Onde era aqui?
A água não quis saber de nada, de famílias, de posses,
de construções.
A água não quis saber de nada, apenas levou, lixo, fome, sede, lições de vida e esperança.
Casa do operário, do prefeito, do lavrador,
casa de quem for.
Estamos retirando da lama uma vida que sobrou.
E minha vida foi para dentro do rio.
O destino é recomeçar.
Perdi casa, perdi família, perdi amigos,
perdi as lagrimas.
A comida é do chão? É a que tem!
Subi no teto para viver, emoção, fiquei vivo, sou forte sou nordestino, sofro por seca por enchente,
sofro por tudo, por todos.
Estou só, sem comer, sem beber, muita água do rio, enchente, desaba e leva. Casa, carro. Gente.
Tudo se foi na enxurrada, e o dicionário nos ensina que enxurrada é: ‘’Grande quantidade de água que corre com violência, resultante de chuvas abundantes; águas selvagens, aguaça, enxurro, fluxo, jorro de águas sujas ou de imundícies. ’’
A vida ensina que o rio leva o que temos, onde perder tudo significa que estamos vivos para contar a história, contar que vamos ter que recomeçar.
E não sobrou nada, não sobrou choro, não sobrou desespero, nos resta limpar as ruas, o tempo,
o pensamento, limpar, a dor das perdas,
desaparecidos e mortos e água.
Estamos limpando o coração. Agradecendo a ajuda, do Brasil, do mundo, de todos, de nós mesmos.
As famílias que se perderam, se juntaram com as famílias que se formaram nos abrigos improvisados, onde todos moram e choram e oram e imaginam como será a volta, a fé, no acerto, a fé no concerto, na vida que segue, no tempo que passará e no sangue e suor do nordestino, do Alagoano do Pernambucano, que mais uma vez esta no centro de todo sofrimento.
Um Brasil a margem do Brasil que esta sofrendo enquanto nos preocupamos com futilidades.
Um Brasil de verdade. Um Brasil, que luta contra tudo, que se reconstrói. Um Brasil que precisa de ajuda.
(Enchente em Alagoas e Pernambuco 2010.)
Hoje vi algo que me machucou, algo antigo, algo que estava perdido em minhas lembranças. Senti saudades, saudades de algo que me fez feliz, de algo que me fez chorar. Aquela mensagem que foi deixada salva em meu celular. Não tinha o seu número, mas tinha as suas palavras e foi isso que doeu tanto. As suas palavras saiam da boca de outro alguém.
Inúmeras vezes precisei de você.Você não estava do meu lado,pra me ajudar.Quando você gritou meu nome,eu corri até você.Você trapaceou,jogou de um modo falso.Agora você precisa de mim de verdade.Mas eu prefiro não me arriscar,apesar que o meu coração ainda precisa de você também.
Você estava tão preocupado em mostrar pra ela que era homem, que acabou esquecendo de lhe mostrar o que era melhor.
sem culpas
Nunca renegarei quem foi...
...Meus dedos obsequiosos...
Eu estava triste, mas li alguns livros...
Eu estava tardio,
Mas li versos de amor.
Nenhum homem pode trair em publico
Nada pode resistir um lamento.
Escrevi uma carta
Revi os amigos
Refiz os meus projetos esquecidos.
Nadei sobre a culpa
Bebi teu leite no azul dos meus sentidos.
Quem voa sabe mais de quem rasteja?
A luz deu sede aos poucos escolhidos.
Vinte e quatro horas por dia
Saem de tudo para abrigarem-se nas sombras.
Saio de tudo para ser ouvido
Por todos os que não fazem mais sentido!...
Ele sabia como tirar ela do eixo, mais ela sabia que não seria sempre assim, essa sensação estava sendo duradoura.
É engraçado aqui dentro esse sentimento. Como uma flor que estava viva, linda e fascinante, nos melhores e mais esplendorosos momentos de seu fascínio.
Mas que do nada, num cair de uma lágrima seca, murcha, morre, se quebra totalmente.
Mas foi como se o menino do dedo verde tivesse a tocado naquele pior instante e ela refloresceu, com tudo de melhor, as árvores e o céu.
E esta voltando mais intacta. Por que ela aprendeu a ser mais forte e decidida. Realmente ela aprendeu a lição.
Roeu unhas;
Não penteou os cabelos;
Espremeu profundas espinhas;
Mas se reconstituiu, mais madura e renovada.
Querido, não brinque com as flores!
Ontem eu estava agonizando estava perdendo o que eu sabia o que eu acredito o que eu sou, o que eu penso o que eu sinto. Mais você me ressuscitou, me sinto melhor me sinto forte me sinto seguro e determinado. Quando pensei em você olhei para o céu e foi como um desejo que se realizou instantaneamente como a chuva em um dia ceco, alegrando o coração e fazendo brotar a vida. Você estava ali me olhando de cima! Quase não acreditei. Naquele momento vi que você me faz bem, o tempo para, eu nem me importo. Você me salvou!
Eu gosto do seu jeito, eu gosto do seu sorriso, da sua pele, de como você fala de como você me olha. Será isso amor? Eu quero descobrir.
Estava falando com o Zé que morreu, mas Zé estava estranho... todo gelado, cara fechada. Deixa de egoísmo Zé! Preciso de um dinheiro.
Borboletas
E quando elas se foram, fizeram falta.
O vazio estava ali, no meu estomago. As borboletas que antes chegavam causar enjôo tinham voado pra longe, longe o bastante para eu não enxergar o desengonçado vôo de cada uma.
Então novamente aprendi, que certas coisas não devem ser ditas. Essas coisas devem ser engolidas, até o fim da digestão. Mesmo que isso mate todas as borboletas. Não se preocupe você logo sentira fome novamente. O tempo se encarregará de cutucar sua gula.
New Moon (Part 1)
Perdido nesta noite estava eu
enquanto não pude ouvir o doce som da sua voz
pois somente ela me guiaria
dentre a escuridão desta selva
somente ela me salvaria de me perder.
Te ouvir é bom,
mas estar com você é ainda melhor,
pois ao seu lado
me sinto seguro,
me sinto confortavel,
me sinto feliz e
sinto que tenho a quem amar.
Meu coração está batendo cada vez mais
por você.
A cada dia que falo com você
percebo que meu amor aumenta
e que não quero que isto seja somente uma curtição.
Quero que dura por muito tempo.
quero que seja especial.
Nesta noite escrevi este poema
pensando exclusivamente em você
pois sem seu amor isto não seria possivel
pois as vezes me faltam palavras
mas com você
não me falta mais nada.
Quero te conquistar a cada dia
te mostrar que nuca desistirei de seu amor
e que tudo que sou
é por você.
Te amo...
No chão.
Foi quando eu estava caído que tudo fez sentido.
Foi nesta hora que eu descobri porque bebo fumo ou porque estou tão só.
Foi por simples vontade, eu quis assim.
Expulsei todas as pessoas de minha vida por egoísmo.
Por achar que eram demais pra mim.
Coloquei-me no mais baixo escalão de amigo, de filho e de namorado.
Sempre com medo de magoar os outros.
Achei que podia segurar o mundo nas costas.
Mas não posso. Nunca pude.
E agora quero dar a volta por cima.
Mas não como antes.
Quero fazer as coisas certas agora, sem medo de nada.
Porque quando se está no chão você percebe o quanto esta sozinha.
E você percebe o quanto precisa de alguém.
Para rir, chorar, beber ou apenas um aperto de mão.
As coisas sem sentido estão em outra parte de meu ser.
Ficaram naquele chão podre. Estão mortas. E eu estou vivo.
Deparei-me hoje com a lembrança...
Ela não estava só...
Acompanhada dela, estava a saudade...
Vieram ficar junto de mim...
E de minha amiga Solidão...
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