Estamos Felizes
Estamos acorrentados nas prisões dos outros ,quando importamos com as opiniões de quem nos arrodeiam. Olim Kosta
O tempo passa e o mundo permanece escuro e sombrio, a vida passa e nós estamos na mesma estação e assim vamos envelhecendo de forma a não aproveitar a metade daquilo que desejamos.
''Quando estamos mudando,principalmente nossa vida,seja ela no compromisso pessoal ou familiar com Jesus,não estamos fazendo isso para agradar ''ciclano ou fulano''estamos buscando agradar somente a Deus e mais ninguém.''Jeremias 10;23''
As labaredas crepitam
Até a madeira virar braseiro
O que estamos assando?
Um delicioso carneiro!!!!
mel - ((*_*))
a prova de que nem sempre o que buscamos é o melhor, é o fato de que estamos sempre pré dispostos a ouvir e aceitar mentiras agradáveis à aceitar verdades que contrariem nossas ideias.
Nano quarks que somos, vazios estamos, procurando manter nas lembranças como um arrimo, a tertúlia sonorizada pela voz das estrelas, quando estamos ao lado de amigos verdadeiros ou ao lado de quem a gente acredita ser o amor de nossa vida... ...
E eu não deixo transparecer
É quando estamos sozinhos
Que a verdade nos atinge
A lágrima me escorre
E somos bombardeados de emoção
Meu corpo vira um furacão furioso
Quando te vê, mas não transpareço
Meu coração, minhas células, meus átomos
Tudo, tudo em mim, fica mexido.
Mas eu não deixo transparecer
A raiva que tenho ao te ver
Uma raiva e angústia tanta
Que só não choro por vergonha
Coloquei-te num pedestal tão alto
Mas eu não deixo transparecer
Essa palpitação, esse teu assalto
Pois roubas-te a paz do meu viver
E vou adiando, mas até quando?
E eu não deixo transparecer
A tristeza em mim ao te ver
A raiva de mim se apoderando
Eu só sei que em cada dia, menos tempo pra poder correr eu tenho, afinal, todos nós estamos morrendo.
O nosso amor teve um pretérito mais-que-perfeito. No presente, estamos nos conjugando. Todavia, o futuro não será simples.
Estamos vivendo os últimos momentos para o maior evento da humanidade, as escrituras estão cumpridas, a apostasia tem tomado conta das nações, o mundo está em perplexidade anti ao terror e ao mercado financeiro, países inteiros vivendo sobre forte influencia do cavaleiro da morte, as nações sendo açoitadas pelas o demônio das drogas que tem matado jovens, homens e mulheres, e levado caos as sociedades odiernas, acontecimentos climaticos globalizados, Terremotos, vendavais, meteoros em direção a terra, placas tectônicas se deslocando em alto mar, os humanos distorcendo a sexualidade em meio a provocações ao seu criador, homens amantes de si mesmo e corrupção em todo mundo assolando os gonvernos terrenos.Nunca se viu , nem se ouviu o tempo como esse!!!
Pense, reflita, leia a palavra de Deus e veja a catastrofe nas nações...
Pr.Enéas Barbosa.
Estamos No mundo do pó e da pedra cristalina ,onde o sol nasce negro e neva todos dia, e a noite fria de manha ha sempre um que se consistipa.
Todas as faces de uma poesia anacrônica
De qual poesia estamos falando?
Da sua, da minha ou da de Drummond?
A qual classe social pertence os teus versos?
Pois se falas de um sobrado com vistas para o mar,
a poesia é uma.
Se falas de um puxadinho a beira córrego,
a poesia é outra.
Se escutas o estampido seco dos disparos ao longe,
mas não vês a cor do sangue que pinta a calçada de vermelho
e o choro triste da mãe que escorre em silêncio de seus olhos avermelhados
e envolve o corpo morto de seu filho, ainda (adolescente), caído na sarjeta
a poesia pode até te dizer algo, talvez, não te diga tudo.
E o mais provável é que não te diga mesmo tudo!
Mas dirá algo com toda certeza.
Mesmo que pense, (in)conscientemente, não ter mais nada a ser visto.
Se não vês o sangue urdir a tua consciência
e tomar-te de indignação por completo
de certo, talvez até critiques o que lê.
Pois não sabes de que poesia se está falando.
Não sabes de qual estética poética falo
e eu de certo, na mesma medida que ti,
não faço ideia de que versos você se veste
quando investe sua ira contra mim.
De quem é a poesia?
De quem a escreve,
de quem a lê,
de quem?
Dizem que a poesia não tem classe social, gênero, cor, raça, etnia, religião...
Tudo mentira!
A poesia é pretensiosa, escolhe e se faz escolher, manipula.
A poesia se disfarça e se versa em faces diversas,
só para manter o disfarce, da grande farsa que somos todos iguais.
Inclusive quando escrevemos versos.
Eu minto, tu mentes, ele mente...
Drummond, não.
Estamos sendo alimentados, influenciados e alienados por tecnologia, prostituição e televisão, para que não vejamos, nem prestemos atenção em nossa retaguarda e assim perdemos o foco do verdadeiro motivo de nossa existência (sobrevivência).
De todas as coisas que acontecem na vida, nunca estamos 100% certos ou 100% errados. Temos a tendência de nos focar somente no que acertamos, colocando os erros debaixo do tapete para serem esquecidos, pois queremos sempre ter razão.
Porém, quando queremos ter paz e ser felizes, o processo deve ser o inverso: focarmos somente no que erramos, colocando os acertos debaixo do tapete. E assim nasce o PERDÃO.
Não há sensação mais maravilhosa, de todas as sensações humanas, que a de perdoar e ser perdoado. Não há benção maior, não há lição maior, não há transformação maior, não há poder maior que o poder de dar e receber perdão. Isso é o milagre da vida de todo ser humano que se diz cristão. Essa é a verdadeira fé de todo aquele que crê no Deus do Amor e Senhor do Tempo.
E a pergunta de todas as circunstâncias da vida é: Eu quero ter razão ou quero ter paz?
"Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."
(Filipenses 3:13,14)
Fico abismada com tanta coisa feia, errada e fora do lugar. Estamos vivendo em crises: crise política, crise financeira, crise hídrica, crise na educação.. mas, em meio a todo tormento, dói mesmo é onde o sapato aperta. Me aperta. A realidade é que, por mais que nos revoltemos com toda a bagunça do país e que queiramos que valores essenciais sejam levados a sério, com ética e decência, nunca vamos lutar enquanto não alfinetar o nosso conforto. A cada dia ficamos mais individualistas e despreocupados com o próximo. Eça de Queiroz diz que "dói mais uma dor de dente que uma guerra na China", e eu reafirmo. Dói mais a degradação da minha justiça e a minha falta de dinheiro. Dói mais a minha sede e as minhas dificuldades. Mas, admitindo tudo isso, o que realmente fere é minha miséria como humana. A grande lástima é perceber que toda essa baderna é a consequência de olhos fitos no próprio umbigo. Não devíamos questionar tais deficiências enquanto não questionarmos nós mesmos. Porque, na verdade, a mais catastrófica crise é a falta de humanidade.
