Pequenos textos sobre esporte
Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.
E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.
Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.
E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.
E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.
E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.
Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.
Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.
E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.
Siga sua vibe e seja feliz de verdade, seja no esporte, no estudo ou na arte
Não importa, somente siga sua vibe
Eu não quero dirigir-me às portas do céu em um carro esporte brilhante, vestida com roupas estonteantes de grandes costureiros, com meu cabelo cuidadosamente penteado e com unhas perfeitas.
Eu quero chegar num carro de família, com lama nas rodas por ter levado as crianças ao acampamento dos escoteiros. Eu quero estar lá com sapatos manchados com a grama que eu cortava para a irmã Lúcia.
Eu quero estar lá com creme de amendoim em minha camisa, devido aos sanduíches que fiz para as crianças de uma vizinha doente.
Eu quero estar lá com poeira embaixo das unhas por ter ajudado a tirar as ervas-daninhas do jardim de alguém Eu quero estar lá com as marcas dos beijos grudentos de crianças de em minha bochecha e com lágrimas de um amigo em meu ombro. Eu quero que o Senhor saiba que eu realmente estava aqui e que realmente vivi.
Fico me perguntando o que essas pessoas que "magoam por esporte" tem na cabeça, se acham isso divertido, se veem graça no chôro alheio. Cansei de ser visto apenas pelos meus erros, de enxergarem uma agulha em meio a mil balões. Este é o último texto que dedico a você, porque eu não vou mais trancar minha vida a seu favor. De que isso me valeu? Eu vivi os últimos dias a favor de seus sonhos. Mudaria de cidade, de estado, de planeta e de universo se me pedisse. Bastaria uma única ligação pra eu direcionar minha vida ao que deseja. Mas e os meus sonhos? E os meus planos? E os meus gostos? Onde foi que eu me perdi? Quando foi que deixei de viver pra mim?
Transformarei todas as lembranças do pouco que fomos nós e do muito que eu senti, em algo bom. Que valha a pena ser recordado futuramente. Mas tocarei meu caminho, porque não vale a pena parar, nem muito menos retornar. Repito. Não vale a pena. Você tinha meu corpo pra espetar, furar e machucar quantas vezes quiser, não tem mais. Não tem o direito de me tirar do meu conformismo e voltar a me por no chão. Irei reconstruir minha casa que está aos quatro ventos, destruida, e irei me recompor. Seguir em frente, sabe?
Há sempre um novo horizonte a ser visto, e eu aprendi isso com muita peleja. Quem dera tivesse aprendido antes, economizaria muitas lágrimas que de fato, arderam. Perdoa minha forma - otimista - de seguir. Não significa que eu não esteja ou não vá sofrer, porque estou, e vou. Apenas aceitei a sua decisão de uma forma definitiva.
Cansei de me doar sempre me doendo. Vou olhar pra quem olha pra mim de volta e devolver cada pitada de sentimento que também forem transmitidas a mim.
E o futuro? Quem é que sabe... A Deus pertence.
O povo brasileiro em sua maioria é hipócrita em demasia se tratando de esporte. Um atleta, um time quando desclassificados, são tratados como os traidores da pátria, não há outra definição. Sendo que nem ao menos metade da população sabe o que cada um passou para chegar até uma competição de tão aclamado e máximo nível. Se marca ponto, se ganha, se faz gol, são adorados. Quando o mesmo acontece, porém, contra nós, são desmerecidos e até xingados. Procure saber no mínimo a definição e histórico de cada esporte, de cada história, muitas vezes lição de vida, para por conseguinte fazer julgamentos e taxar quem é merecedor ou não de aplausos!
"Se me permitem: - Drogas, prisão disfarçada de viagem, esporte...
'Uma vez ou outra', pode não ser passageira...
Essa encantadora ilusão tida como 'hora, momento'...
Não traz a certeza a ceta do caminho de volta...
O esporte é tão incrível que não muda só sua saúde, mas seu hábito, sua rotina, suas metas, seu corpo e consequentemente sua vida.
O esporte também responde a essa questão de probabilidade quantos jogos tanto quantas tentativas podem ou não obterem a vitoria.....
Não existe adversário no esporte, apenas filosofia de vida em busca de um único objetivo. Reinaldo Vasconcelos
O esporte ensina não só a ser campeão, mas a ter disciplina, força, garra, amizade e a nunca desistir...
" O Esporte e a Música são os únicos meios de comunicações que atravessam fronteiras, trazendo alegria e sorriso a uma Nação..."
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