Espiritualidade e Dinheiro
Só Deus sabe o que me mata!
Ouvi essa frase.
Nós fomos condicionadas a uma sociedade onde ser vista de forma vulnerável é sinônimo de fraqueza.
Papéis de homens e mulheres foram codificados: mulher faz isso, homem faz aquilo...
Homens não choram, não podem ser vulneráveis e são pressionados a sempre exibir força e controle.
Mulheres, por sua vez, são etiquetadas como frágeis e delicadas, com suas ambições muitas vezes vistas como uma ameaça à ordem estabelecida.
Homens não choram, mulheres não são confiáveis, mulheres não podem confiar...
Cada um sabe o que guarda dentro de si, e tudo isso traz muita força, pois foi através de todas as experiências – tanto as fáceis quanto as difíceis – que se moldou o ser que você é hoje...
O que não é saudável é ficar carregando algo que te mata, porque isso continua te matando conscientemente. Por que você quer continuar carregando isso?
Soltar o sofrimento não vai te fazer mais fraco ou menos merecedor da sua força.
Falar e buscar ajuda para soltar as “mochilas” de dor do passado não te faz fraco.
A vulnerabilidade é nossa maior força, e reconhecer que se precisa de ajuda para soltar é muita força.
O tempo não cura nada; jogar suas feridas embaixo do tapete e não fazer nada a respeito é apenas arrastar o sentimento.
O verdadeiro aprendizado acontece quando você colhe as lições daquilo que lhe causou dor e aprende a soltar o sofrimento.
Quando você olha para aquela história que lhe feriu a partir de um lugar de gratidão, integra-a como uma experiência essencial na sua construção enquanto ser humano, liberando a bagagem emocional que lhe mata.
Buscar ajuda é, sem dúvida, um ato de força.
Karina Megiato
_KM_
25/02/2025 18:44
São tantas em uma: sombras e luzes, reflexos e fatos, imaginação e realidade. Às vezes me perco e, por muitas, me encontro. Sinto-me presa, sinto-me livre, viro e reviro memórias, volto ao lugar e sigo. Onde está a presença? Onde está o imaginário? Onde estou eu? Onde está você? Você está em mim, eu em você, nós estamos em todos... Pensamentos aleatórios de uma poesia desconstruída, sem querer chegar, apenas deixando as palavras rolarem soltas pelas letras que fluem no teclado, tentando assimilar pensamentos com sentimentos que, muitas vezes, é impossível racionalizar... Percebo que criar espaço ao corpo para processar e acessar verdades não ditas, as fugas do coração ou os medos dos medos... sei não! Volto a me perceber, respiro e sei que preciso levantar para continuar. A rotina me espera e, ao encontrá-la, descubro a beleza de simplesmente observar que o que é de fato tão rotineiro aos olhos pode ser o que de fato é real, sem fantasias mentais, dando espaço para fluir e liberar o que precisa ir e o que precisa ficar... Ah, janeiro... Da poesia que vem tarde, mas com a permissão de se falar e explorar apenas quando a sinceridade vem, sem a presença do fazer, na conexão e integração do que se foi e do soltar o que virá.
Karina Megiato
_KM_
04/02/2025
Música 🎸
Quando nosso olhar
Cruzou no silencioso do estar,
Nunca pude imaginar a profundidade que você ia me tocar.
Com uma flor a desabrochar, senti pétalas por pétalas se abrindo, sem necessidade de nenhuma palavra. Você entrou e virou, bagunçou o que eu sentia por mim e por outro alguém, mexeu nas mentiras e verdades que não expus a ninguém... Somente a minha alma vazia e fria, sem entender a confusão da tormenta que machuca e arrebenta com certezas incertas do que era, do que foi e do que não vai ser...
O luto agora chegou, de uma história que nunca se consumou, que foi apenas vivida e sentida na ilusão.
Foi o amor certo no momento incerto? Dúvidas, confusão!
A mente vagueia confusa, sentindo um aperto no peito, uma sensação de vazio profundo, vontade de chorar sem motivo, mas o motivo eu sei bem: luto por alguém que só chegou de passagem, como uma tempestade que vira tudo, bagunça e rapidamente vai embora. Agora ficaram os assombros, escombros, de um sorriso, virando e voltando à mente, sensação impotente de quem luta contra o coração e a razão.
Karina Megiato
_KM_
Pupila, do verbo dilatou quando te viu,
Inundou de saudade quando partiu.
Pupila, do intransitivo, floriu,
Do inevitável, triste, murchou e caiu.
Pupila, do arregalar da insônia,
Ao ficar acordada, em versos e nostalgia.
Pupila, que brilhou no teu sorriso,
Apagou no luto, um vão indeciso.
Karina Megiato
_KM_
26/02/2025 03:04
Como podes clamar por um "Pai nosso" se ages como se não tivesses irmãos e pensas somente em ti?
Como pedes o "pão nosso de cada dia" se, quando o tens, não buscas partilhá-lo?
Se o Pai não é de todos, sou órfão.
Se o pão não é de todos, estou faminto.
Miserável sou, mendigo e solitário, se não encontro Deus nos outros e se os outros não O encontram em minha vida!
Durante centenas de anos foi-lhe dito que o caminho até Deus é muito longo. O caminho não é longo, Deus não está longe. Deus está na sua respiração, Deus está no bater do seu coração. Deus está no seu sangue, nos seus ossos, no seu tutano - resume-se ao simples passo de fechar os olhos e entrar em si mesmo
E no dia em que a sua mente estiver absolutamente silenciosa, sem qualquer perturbação, você terá dado o primeiro passo que o levará ao templo de Deus.
O templo de Deus é feito da sua própria consciência, você não pode ir lá com os seus amigos, com os seus filhos, com a sua mulher, com os seus pais.
Todos têm de lá ir sozinhos.
"Quando o brilho do ouro se dissipa, resta apenas a luz da alma para guiar o caminho da verdadeira prosperidade."
“Não precisamos de muito para sermos felizes. Basta vivermos na tranquilidade do lar, com paz espiritual, com a benção do Cristo, sentindo a Força Suprema.”
Redefinindo termos
Crescimento pode ser visto quando se alcança aumento no faturamento, aumento nos ganhos materiais em todos os modos
.
Progresso pode ser alcançado quando se une o crescimento com a etica: disciplina, honestidade, regras e leis.
.
Sucesso ocorre quando se une Progresso a Humanidade, Moralidade e Espiritualidade.
O QUE FALTA NA PSICOLOGIA?
Falta:
1. Caracterizar a Alma ou o seu objeto de estudo;
2. Incluir a Espiritualidade como seu ramo preocupado com o aperfeiçoamento da qualidade da Alma.
O amor divino transcende as limitações humanas, é uma correnteza profunda que flui com infinita generosidade e compaixão. Enquanto o amor humano muitas vezes é condicionado por expectativas, egoísmo e imperfeições, o amor de Deus é puro, incondicional e eterno. É um amor que não busca recompensa, mas sim a felicidade e a elevação espiritual de todos os seres. É uma luz que brilha nos momentos mais sombrios, uma força que sustenta os corações quebrantados e uma fonte inesgotável de perdão e redenção. O amor de Deus é a essência da vida, a essência da verdadeira conexão entre todas as coisas no universo. É um amor que nos convida a transcender nossos próprios limites, a amar sem reservas e a encontrar a plenitude na entrega completa ao divino
Perdoar é seguir em frente. Não é esquecer a ofensa como se nada tivesse acontecido, mas é ser conhecedor de que ninguém é perfeito. De que todos estamos no caminho da evolução. É perdoar a si mesmo, antes de dirigir esse sentimento a quem te feriu. É dar-se a chance de recomeçar, limpando sua aura de ressentimentos. Porque assim, na verdade, estarás beneficiando a ti mesmo.
O que é o Sujeito Homem?
É aquele que tem predicados desumanos e ou humanos conforme o seu grau de Espiritualidade.
“A força age contínua e eternamente. Não está preocupada se alguém a aceita, se a absorve, se a segue ou não. Ela não existe para ser seguida. Ela simplesmente é!”
"... Que meus pés vá na direção que minha cabeça escolher. Que minha cabeça faça boas escolhas..."
"Às vezes, a maior vitória está em desistir do desejo de ser, e sim, permitir-se simplesmente ser. É nesse espaço de aceitação que encontramos a verdadeira liberdade e paz interior para florescer, abrindo caminho para uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal."
