Espaço
Perceber quando somos impelidos a seguir adiante, pois não mais ecoamos neste espaço, é dançar entre a resignação involuntária e o brado autêntico da rebeldia.
Saiba que até mesmo no teatro de fingir que já não me importava, reside um ato de bravura. Enquanto sua suprema covardia se revelou em culpar-me pela minha reação.
O homem já implantou seu DNA no espaço...
Recentemente descobriram um planeta muito parecido com a terra; KEPLER 45-2b
Sonhar não ocupa espaço, não tem cheiro nem cor. Ninguém pode ver, tocar ou imaginar o seu tamanho, se você não quiser. Só o seu cérebro é o seu cúmplice nesse sonho. E ele não julga se é bom ou ruim, ele apenas aceita o que você quiser e se mobiliza para conseguir. Tenha o tamanho que tiver o seu sonho, o seu cérebro considera estar preparado para realizá-lo.
Cérebro não tem juízo de valor.
Quem julga é a consciência.
Grande ilusão morta no espaço tempo...
Do fundo do copo...
Disfarçando a espera de um qualquer sofrimento...
Pelas saudades que lhe aterram...
Procurando no amor a felicidade...
Entre conversas vãs...
Entre os descasos sem cuidados...
Pertencer a quem souber...
Apreciar os trejeitos...
No íntimo mais profundo...
Ignora o silêncio e o eco...
O que o coração murmura, a voz não diz...
Entorpecido sente-se feliz...
E vão-se em mar a fora...
Os sentidos embriagados e mal sentidos...
Que tudo é ilusão que esta alma sente...
Se nada há de novo e tudo o que há...
Sentir prazer em deitar-se com o perigo...
Que alguém lhe mostre a tua imagem, como tantos, sem sentido...
Sem expor à vergonha...
Sem alardear seus gemidos...
Pobre esperançado...
Que anda crê na ilusão…
Do amor…
Da fantasia...
Que nas portas dos bares aguarda...
Alguém a lhe acompanhar pelas ruas...
Tudo posso esquecer em minha vida...
As visões em minhas estradas percorridas...
Só não consigo me esquecer no entanto...
Dessa figura de alma nua...
Sandro Paschoal Nogueira
MÃOS DE VERÃO
Incontrar-se com os lhos, o espaço de um tremor.
Comunicar-se com a mente, enquanto pensa no amor.
Brincar com o olhar, por trás do último véu.
Deixar-se transportar, enquanto se apaga o céu.
Confundir o sabor do sal com o suor. Depois apertar os lábios e escutar o mar.
Um piscar de olhos, desejo, prazer. Palavras sufocadas...
Mãos violentas e doces... Em uma praia, um verão...
Não ocupe um espaço por ocupar. Recuse-se terminantemente a ser um "cone". Na empresa, na família, num grupo teatral, na direção de alguma entidade, se assumir um papel, uma função, dignifique-a, faça o seu melhor, entregue-se por inteiro. Não se economize! Sei que falo como um coach. Não é meu propósito. Só estou cansado de ver gente fazendo coisas meia-boca.
O presente é um estado de atenção que absorve, conscientemente, as informações do espaço, transformando-as em tempo, memórias.
O amor é burro, pois ele corre de mim e o talento está comigo até hoje sem precisar dividir espaço com algo do nível dele
Acredito que é muito limitado respeitar o "diferente" apenas dentro do seu espaço.
A diversidade precisa e deve caminhar de mãos dadas, dentro e fora dos quadrados.
" O vazio é tão avassalador que falta lugar para ele preencher ainda mais o espaço que não te cabe mais."
" O vazio é tão avassalador que falta lugar para ele preencher e ocupar ainda mais o espaço que não te cabe mais, isso torna-se sufocante para alma."
Às vezes, é preciso se distanciar do que nos machuca para permitir nosso crescimento e abrir espaço para o que realmente nos faz feliz.
O fraco não tem espaço e o covarde morre sem tentar.
Alma angustiada
Perdida no espaço e tempo
Não encontra calmaria
Nem mesmo o refrigério
Alma cansada e aflita
Por vezes se pergunta
Onde estará o meu porto
Eu hoje estou vazia
Ondas de sentimentos
Silêncio sufocante
Alma perdida
Quando encontrarás seu caminho?
Livre sentir
Se perde por aí
Alma querida
Não me deixe ir.
Poesia de Islene Souza
Querido...
Nós fomos algo.
Nossas ideias não habitarão o mesmo espaço, nosso corpo e o ressentimento um do outro não irão se encontrar mais pelos corredores e o silêncio será um pouco maior do que era.
É o universo finalizando nossa trajetória de vez. Minhas mãos vão se esquecer do formato das tuas mãos e meus olhos irão esquecer e se acostumar com a impossibilidade de te enxergar perto de mim.
Te deixarei de lado, em qualquer lugar em que eu não volte para te encontrar outra vez. Não vamos ter mais atritos com nossas divergências, elas ser quer vão coexistir e pela falta de atenção que daremos a elas, todas irão desaparecer com o tempo.
É o nosso corpo finalizando o que fomos.
Não vou contar de você aqui não vou dizer que eu gostei muito de ter te conhecido e que faria tudo outra vez. Não vou contar que o lugar em que meu amor mora aqui dentro é mais bonito depois de você... Não meu bem. Não vou falar sobre nós.
Porque falar sobre nós é tentar resgatar algo que se perdeu no oceano é tentar explicar Deus para um cético, é ver primavera se tornar outono. Como que por respeito aos finais definitivos, você não me trará mais amores, eu não te entregarei mais textos feitos a mão como essa aqui.
“Empreender no espaço lusófono é transformar desafios comuns em oportunidades coletivas.“
Rafael Serradura, 2025
Esqueça a multidão — você é a prioridade. Chegou o momento de se destacar, de assumir seu espaço. Rompa a multidão, agora é a sua vez.
