Escrevo e parece que não Leio
O que eu escrevo são apenas alguns segredos que resolvi contar, saia correndo se descobrir os outros deixo guardado.
Ser chato🤔
Escrevo muito e as palavras borbulham em minhas mãos: como uma cachoeira repleta de sensações... Alguns, acho que pela agitação da vida😃😃 me chamam de chato🤔🤔, mas continuo escrevendo mesmo assim... Sobre a beleza da vida, o amor, a paz, a amizade, o carinho, a gratidão, a simplicidade no viver e a imensa flora que nos abriga e alimenta. Porque a paz está em procurar viver feliz, em semear essa luz nos corações dos que andam sem saber para onde ir e em ter Cristo no coração😍😘 E assim vou, mergulhando nessa chateação abundantemente, contagiante e iluminada
Namastê
Porque escrevo tanto...
Muitos me perguntam
As vezes respondo:
Que andando pelas ruas
Tropeço em uma pedra
Vontade de palavrão
Mas a pedra me olha feliz
Contemplativa
E me diz:
_ Gratidão por ter me tocado...
Estava sozinha, solitária,
Solidão
Ninguém me via, ouvia
Decepção
Vivo estagnada, paralisada
Mutilação
Não consigo andar
Só sinto o ar, poeiras echuvas
Por isso, sou grata
Por sentir a sua vida
Sua pele, seu cheiro
A beleza do teu ser!...
Agradeço e continuo a caminhar
Emoções tocam-me
Pó da terra a me envolver
Matéria, condensação...
Mostram_me o ciclo da vida
Evolução
A inspiração explode
Big bang no ar
Meu acelerador de partículas
Explode sem cessar
Imaginações etéricas
Universos paralelos
Entro em ebulição
Começo a escrever
Chuvas magnéticas
Contaminam meu ser
Por isso tantas partículas
Do meu infinito mundo
Começam a aparecer
Super novas
Cosmogênese
Contagiação
E tudo surge para você
E assim vou renovando
A minha e a nossa
Atmosfera do coraçã
Paz e evolução
Eu ouço algo,
escrevo uma frase,
uma palavra, e vou
por aí dizendo versos,
dialogando com a
dona poesia.
Escrever
Gosto de escrever...
Enquanto escrevo meus pensamentos vão além
Minha imaginação voa
Minhas mãos deslizam
E sai um poema.
Adoro escrever...
Enquanto escrevo é em você que eu penso
Minha alma canta
Meu coração bate descompassado
Ao descrever o que sinto.
Amo escrever...
Enquanto escrevo a tristeza não chega
A felicidade explode
A vida enaltece
A saudade não bate.
De tanta paixão pelos escritos
Deixo aqui minha vida
Na certeza de nunca ser esquecida.
Dê-me um motivo para escrever sobre a felicidade, que eu escrevo um livro volumoso, motivado na alegria no Senhor.
Eu tenho uma poesia para bordar
em fios de algodão colorido.
Escrevo com a liberdade que só
a poesia concede, e nenhuma arte
se [atreve...
Poeticamente posso escrever ainda
o quê nem sequer foi vivido,
- e mesmo assim ter muita história
para [contar
Acabei de chegar na Paraíba para
visitar dois amigos: Ariano e Solano.
Porque na Paraíba tudo rima,
até a dor vira poesia.
E no fundo todo brasileiro também
é [paraibano.
Quem abriu primeiro a porta
foi o Seu Marinheiro que logo disse:
"- Temos visão privilegiada do
nosso jardim para o Rio Sanhauá."
E o respondi:
"- Frei Pedro Gonçalves me contou
que o pôr-do-sol mais belo visto do
Rio Sanhauá no Brasil outro igual não há."
Três crianças acenaram da sacada
desejando a minha feliz estadia,
escutei os nomes entre as risadas:
Cícero, Cassio e Vital.
Fiquei admirada
com a empolgação da criançada!...
Porque hoje na Paraíba ainda há
um misto de esperança e desesperança
de um povo que se reinventa debaixo
do sol ou da chuva - e enfrenta a seca
com bravura, e jamais abandona a
ternura...
Na costa bem desenhada e na poesia
tramada com fino algodão, em verdade
voz digo:
"- Paraíba [joia menina], tu moras em meu coração."
Escuta esse poema, pois.
Escrevo com a gentileza
De quem ama e rejeita todos
Os ditados e teoremas,
- porque para amar não
Há nenhuma receita correta
Ama-se ou ama-se.
Aconchega sem dilema, pois.
Esparramada entre as ramas
Da pequena alfazema, arrumei
Um espaço para caber nós dois.
Entenda esse poema, pois.
Vinde comigo, e com jeitinho
De quem sonha com uma noite
De verão enluarada,
- não quero me ver desgarrada
Estou trilhando o nosso caminho,
Quem ama jamais está sozinho.
Provoca loucamente, pois.
Estou atiçada para incendiar
Porque somos um fino palheiro,
Loucos para o fogo nos tomar.
Eu o consumo com louvor,
É vinho tinto, pura safra,
Prazer que não se encerra;
Prelúdio infinito de um amor,
Grande como oceano,
Dominador como o céu,
Fonte do mais puro e saboroso mel.
Talvez o quê eu mais deseje
de ti seja intangível,
- escrevo.
Ou talvez não,
nada que a poesia
Não possa tocar o teu coração,
- incrível...
Numa insegurança
implacável
Está este corpo,
Nada que o teu
Colo não resolva,
- se ele for amável...
Carinhoso e inefável.
Neste meu canto de exaltação,
- desfaço-me por ti e sem fim...
Sim, assumiria para você
Que ainda sonho contigo,
Se você tivesse reparado
O quê é importante para mim.
Tenho nos meus abismos
mais escondidos
- inscritos -
os teus beijos
ofertados à eles;
ali estão os teus
beijos habitantes
dos meus recôncavos,
e nestes beijos
estão os afetos afogados.
O coração é bicho bom,
- é instrumento fino,
Quanto mais se aperta,
Mais se acerta [o tom]...
Estou correndo
na noite brumosa,
E desatada de mim
mesma na ágora
infante cercada
por essa relva azulada
- correndo de mim
para ir até você -
insinuando-me amorosa
aos caminhos
entreabertos que por ti
foram despertos.
Nunca correrei de ti,
só te espero;
Espero como quem
espera um milagre,
Um sinal celeste.
Dei para ti o meu
corpo sublime,
E com vocação amante
com a fé de quem ama
Crendo que poderá seguir
adiante - assim te espero.
Na verdade, eu escrevo versos
Livres do juízo e com a ânsia
De viver o nosso paraíso.
É justo e necessário dizer:
- Que sem você não há mais como
- viver -
Quero te pertencer.
O coração bate forte
De amor e de sentir saudade,
Sabes bem que é de ti
Que tanto preciso;
Por isso, corro riscos
Nesses versos imprecisos.
Esses versos livres
São para você saber:
Que todo verso livre é feito
Para dizer que o amor existe.
Estes são versos de extrema fé,
E humanidade para você saber
Que o amor escreve a verdade.
Deixo você de sobreaviso:
- Que o meu amor é indiviso,
Ele é inteiriço.
O coração não tem nada de indeciso,
Ele está plenamente decidido.
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