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Escrevo

Cerca de 4318 frases e pensamentos: Escrevo

Meu refúgio é escrever
Escrevo para não enlouquecer
Quero poder um dia
Sorrir, Como já sorri
Quero poder um dia
Ter amigos, como já tive
Quero poder um dia
Te amar, como já te amei
Quero poder um dia
Viver, como nunca hei podido viver.

Carta para dizer que eu ainda te amo.
Eu sei que você detesta quando eu escrevo e foi por isso que decidi me despedir de você. Por saber que você não vai ler. Eu não saberia dizer isso olhando para dentro de você. Sou covarde, sabe?
Só queria te dizer que você me ofereceu coisas maravilhosas, me ensinou coisas para vida, me fez sentir viva e me fez viver um grande amor. Ainda não descobri como você chegou, nem como apareceu na minha casa. Tenho certeza que não te liguei. Também não consigo entender como consegui te fazer permanecer, meu jeito desarrumado não facilita muito meus romances. Você era a estante e eu era aquela montanha de livros empilhados, saca? Mas você ficou e parecia querer continuar, onde até eu teria desistido de tentar arrumar a bagunça.
Eu me apaixonei em cada mensagem, me encantei com tua criatividade. Passados quase três anos, esse encanto apenas aumenta. A distância me leva para longe, mas o meu bem-querer me trazia de volta. Eu sei que sou clichê, como você mesmo diz que todas as garotas são. O equívoco é esse: todas as mulheres apaixonadas são garotas clichês vistas em filmes adolescentes. Mas um dia você vai entender que amor “abobalha” as pessoas.
Eu dei meia volta algumas vezes, mas nunca te deixei de verdade. Nesse meio tempo, houve rosas, raivas, beijos, mágoas e abraços de urso. Você se tornou meu porto-nada-seguro, mas ensinou que Merthiolate nas feridas não precisa ser mais doloroso. Foi você quem cantou para mim no telefone quando meu mundo e o de todo mundo que me rodeava tava desabando. Eu tinha que ser forte, mas não era. Você cantou para mim e de repente, a paz invadiu o meu coração. De repente se encheu de paz, como se um vento de um tufão arrancasse meus pés do chão. Depois de muitos dias doente e tendo que parar no soro, foi você quem me mandou uma mensagem dizendo que anjos não adoecem, mas descansam suas asas para poder voar novamente e abençoar as pessoas.
Naquele baile, você me tirou para dançar. Aquelas luzes, os papéis caindo e você comigo. Não poderia ter sido mais perfeito. Seus braços na minha cintura e os meus no teu pescoço, como num laço ou enforcamento desastrado, e eu não conseguia pensar em nada. Nada mesmo. Eu tava ali vivendo, dançando, olhando para dentro de você e não pensava. Acho que meu modo automático me mantém afastada da solidão e me traz para perto. Acredito que você não tenha reparado na música que tocava na hora, mas a mulher que cantava, dizia que há mil anos ela vinha amando aquele rapaz e o amaria pelos próximos mil. Abraçada a ti, eu só respirei fundo e me deixei levar.
Queria que você soubesse que estando juntos ou não, você será sempre meu amor. Vou sentir inveja de qualquer mulher que cruzar a minha visão periférica com você e fingir que queria o sapato dela, mas meus olhos, meus cachos, meus lábios e a palpitação não mentem. E prometo seguir teus conselhos. Eu vou conquistar o mundo, pode deixar. Vou descobrir lugares, mundos e outros universos para imaginar onde a gente poderia ter se amado por mil anos a mais.

O que eu escrevo é menos do que eu posso dizer.
E o que eu posso dizer,agora,é menos do que eu sinto por vc.Tanta verdade se perde do caminho do coração ao cérebro,do cérebro à boca,da boca à mão,da mão ao papel...Agora eu quero que vc saiba tudo o que eu sinto,sem perdas pelo caminho.Sem desperdícios.Quero que vc percorra meus caminhos de volta,dos papéis ao coração.
É aqui!
É aqui dentro que vc tem que morar,meu amor!

Não escrevo a lápis para não poder apagar o que foi escrito. Nada deve ser omitido.

Raphael Montes
Suicidas. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

Enraiza em mim pensamento
e flui sem ter hora nem porque
so sei que vem de dentro
e escrevo pra não esquecer.

Como faço para ninguém ver o que escrevo ?........

Escrevo-te toda inteira e sinto um sabor em ser e o sabor-a-ti é abstrato como o instante. é também com o corpo todo que pinto os meus quadros e na tela fixo o incorpóreo, eu corpo a corpo comigo mesma. Não se compreende música: ouve-se. Ouve-me então com teu corpo inteiro. Quando vieres a me ler
perguntarás por que não me restrinjo à pintura e às minhas exposições, já que escrevo tosco e sem ordem. É que agora sinto necessidade de palavras – e é novo para mim o que escrevo porque minha verdadeira palavra foi até agora intocada. A palavra é a minha quarta dimensão.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Tudo que penso escrevo é que tenho uma facilidade enorme de esquecer.

Escrevo hoje não por estar com saudades daqueles meses, não porque ainda te amo. Escrevo apenas por que a escrita eterniza certas coisas de um modo mais doce, e caso não o faça, poderei esquecer. Guardarei apenas a sua parte boa, já que elas também fazem parte de mim agora, do que eu me tornei. O amor se vai, mas as lembranças, bem ou mal, permanecem fincadas na raiz daquele solo infértil como uma árvore, que embora infrutífera hoje, ainda deixa cair suas folhas sobre mim vez ou outra.

Penso, logo escrevo.

De verso
... e alma
Eu escrevo poesia
para ti meu amor
És minha alegria
minha vida
aquela intensa
e delirante paixão
Tudo é belo em ti
As linhas e curvas
o teu olhar
aquele sorriso do coração
Tudo se torna poesia
ganha o tom certo
quando o poeta
se utiliza da sua amante
da sua musa
como principal inspiração
Suspiro bem fundo
sentindo desejos
a me deleitar
com tua mansidão
Escreverei-te poemas
poesias em paz
pela eternidade
de nossos seres
Vidas e vidas
com amor e paixão
(30/07/2018)

Prefácio

Em momentos de desabafo
Eu escrevo no meio de livros
Tristezas, alegrias e sonhos
Coisas que sinto
Em pedaços

E trechos sem sentido
Emaranham-se num labirinto
Com personagens estranhos
Como eu no mundo perdido
Vivendo entre olhares anônimos

Sentimentos inconscientes
Fogem de mim
Disfarçados de rabiscos
E desenhos abstratos
Pra morar entre ilusões e jardins
Margens e prefácios

Quando o livro está abarrotado
Cheio de desejo e pecado
Eu brincando de diabo
O queimo...
Junto com histórias
Que eu nem cheguei a ler

E fico olhando a fumaça
Subir ao céu

Escrevo para não enlouquecer. Para me divertir também, e para ter prazer. Tenho um prazer imenso em escrever. Escrevo para me salvar. Mas me salvar do quê? Será que alguém sabe por que escreve, por que faz música? Porque alguma coisa empurra a gente.

Poetisa sonhadora

Sou poetisa, não sei
Sei que escrevo
Me incorporo nos versos
Invento paixões, saudades e dores
Me perguntam!
Por que só escrevo poemas de amor
Não consigo explicar
Minha inspiração é assim
Escrevo o que minha alma fala
O amor é semente que germina
No coração sensível
Sou feliz em poder escrever sobre amor...
Minha alma e coração
Não encontra outra maneira de ser
Gratidão a todos meus leitores
Por me incentivar
A cada dia mais escrever
Meu sonho é proporcionar
A paz e o amor
A cada alma que ler
Um poema meu

Autora: Simone Lelis

– O que escrevo no contrato de um namoro de verdade?
– Nada. Precisa confiar.

Embora uma boa parte das frases
e poesias que escrevo fale sobre
minha relação com o álcool
Eu Não bebo, Mas eu vejo a dor
das pessoas que bebem
E eu consigo sentir,
Ninguém bebe só para se divertir.

Amores

Escrevo um poema,
Pra falar de meu dilema,
De te amar de forma plena.

Amor pode existir
E de mil maneiras coexistir.

Amor de mãe,
Amor de amigo,
Amor de amante,

Mas independente do tipo,
O importante é sentir
Aquele sorriso surgir

Eu escrevo todo dia, por compulsão. Mas agora, aos 70 anos, uma das perguntas que mais me intrigam é o que eu vou ser quando crescer.
Há em mim um velho que não sou eu.

Tudo o que eu vejo,
sinto.
Tudo o que eu sinto,
escrevo.

Sou como o vento ...
Estou aqui só de passagem.
Tudo que escrevo
é Deus me guiando com seu alento.