Escrever uma carta a uma Criança

Cerca de 6077 carta Escrever uma a uma Criança

⁠Não escrevo
para agradar
a ninguém,
Para o poeta
escrever já é
a tão almejada
vantagem,
Escrevo para
contar sobre
fatos sem
conexão com
o General,
Mas que fazem
parte do que
vem ocorrendo
na Nação dele;
Porque para ele
só peço mesmo
é a libertação.

Se o quê levou
o General
a prisão foi
uma única
mensagem
em questão,
Já deveriam
ter pedido
ajuda ao relator
da liberdade
de expressão;
A vida pede
de todos nós
desembaraço
e compaixão.

Faço-me eco
da voz da irmã
que nada sabe
do General
há um mês,
Só se sabe que
ele se encontra
incomunicado;
Por favor, mesmo
que as minhas
palavras para ti
nada representem,
Peço que me
ouça gentilmente
e colabore,
Não nos deixe
em dúvida se
ele se encontra
até mesmo
não mais vivo,
Porque mesmo
distante aqui
há um coração
que por ti sente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Dicas para quem quer escrever um poema para a sua cidade

1- Não se preocupe em ser certinho na hora de escrever, manifeste o seu sentimento afetuoso pela sua cidade,
escreva como se estivesse conversando com uma pessoa que você admira muito.

2- Não tenha vergonha de elogiar as pessoas da sua cidade.

3- Conheça a História e os aspectos geográficos da sua cidade.

4- Elogie a História, a Natureza, a Cultura, a fé e as festas ou algum outro aspecto que você ache interessante em registrar no seu poema sobre a sua cidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com as duas mãos vou

escrever poesia no ar,

Vou entrar na roda

de Dança das Pretinhas d'Angola

para o teu coração

de longe de vez capturar;

Os meus quadris vão se soltar

e com minha saia vou sarandear,

E você vai acabar se declarando

para mim quando menos pensar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Conselhos para quem quiser escrever um poema de amor para os seus respectivos amados e amadas:

1- Inspire-se na história de amor de vocês. A História de amor de vocês é única e não queira se parecer com qualquer outra história ou outro poeta. Você pode até ler outros poetas, mas concentre-se na história de amor de vocês.

2- Descreva o cotidiano de vocês.

3- Elogie e se quiser dizer explicitamente eu te amo, não economize.

4- Se quiser descrever os sentidos e os sonhos que este amor provoca em você dependendo do seu ambiente cultural e do nível de profundidade do seu relacionamento também escreva.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu moro em Rodeio,
posso escrever
sobre a Crimeia
que pertence a Ucrânia,
também sobre Karabakh
que pertence ao Azerbaijão,
Porque sempre posso ir
onde a imaginação permitir
e sem sair do meu lugar.

E posso continuar morando
aqui nesta bela cidade
do Médio Vale do Itajaí,
em plena quarta-feira
dando tudo de mim por aqui,
e abrindo as asas da minha
autoria e existência literária.

Porque eu vivo aqui e não
onde você quer que
a minha autoria sobreviva.

A mentira tem pernas curtas,
e a minha poesia está ainda
mais viva do que antes
e do que se tem tido notícias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As Guaricicas saúdam a tarde,
e escrever um poema pensando
no teu amor é consequência
mesmo que me digam que
o Romantismo não compensa,
Estarei sempre nadando
contra tudo aquilo que sufoca,
Prefiro mesmo é florescer
com a insistência da flor que brota
rompendo com lógica asfáltica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poeta sem vergonha

Disseram-me que eu deveria
ter vergonha de escrever poesia
porque a minha escrita é comum,
Graças ao meu bom Deus
que muitos dizem me entender, diferentemente da tal
pessoa que disse não gostar
e desconfio que ela não sabe ler.

Ler não é o ato isolado de ler,
existe gente que só de escutar
ou até simplesmente tatear
sabe com maestria entender,
Na vida só se pode dizer
que sabe ler só se você
de fato consegue entender.

A tal infeliz ainda ratifica que
eu deveria ter vergonha do que
escrevo e de ser chamada de poeta,
Vergonha mesmo eu não tenho,
porque ser poeta sem vergonha
é só para quem nasceu com talento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vivo em flerte com
o nosso Folclorismo,
e por escrever poesia,
busco, revivo, danço
e reúno na minha
mesa as tradições,
Inclusive aquelas
que não têm a ver
comigo para que
da memória não
sejam esquecidas,
Como as batidas
de frutas típicas,
a Cachaça,
o Vinho quente
e o Quentão
da Festa Junina,
Se tiver calor
eu bebo suco,
e se tiver frio
vou mesmo é
de Chocolate
quente com Paçoca,
A opção sempre
é ficar sóbria
para nunca perder
o trem bão da História.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Estrelado se encontra
o céu que pedirei emprestado
para escrever poemas
com cores latino-americanas
para o meu divino amado.

Enamorado com grandeza
sei que ele me retribuirá
com a devoção de quem
guarda a fortuna no cofre
seguro bem trancado.

Encantado o coração se fará
rendido muito mais do que
em mil e uma noites de amor
e com você nos braços viverá
para fazer o nosso amor honrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Alagoas sublime Alagoas,
sob o teu Ipê-amarelo
construí um abrigo tranquilo
para escrever os meus
Versos Intimistas mais lindos
da minha vida para espalhar
paz, amor e poesia
por este mundo que às vezes
os dois lados estão errados
e a única coisa que temos
a fazer é ter paciência
em nome da convivência
que imperativa nos obriga.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não é preciso
inventar história
para ter o quê para
o mundo escrever,
basta ter um
bom ouvido e falar.

A poesia da noite
também pertence
aos observadores
da cena que veem
a democracia desmaiada,
as lideranças retraídas
e a prisão a cada dia
com muros mais altos,
portas e janelas fechadas.

Não é possível que
não haja uma saída,
a justiça é um poder,
mas não uma ilha,
não me permito
acreditar na desdita.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você me disse

que tenho o dom

de escrever,

Eu por antecipação

me vi tocando

as estrelas contigo,

Assim admito

que no teu

universo

vou me perder.


Só me aproximo

se você deixar

Os teus olhos

lindos e cansados

são tão claros

quanto um riacho

para mim,

Que mesmo sem

ouvir a sua voz

Neles não canso

de me banhar.



Queria ter o poder de adivinhar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Prometo escrever uma canção:

Feita de areias, mar e paixão.

Para ser cantada pela morena

Nascida para a tua rota acenar,

E tomar conta do teu coração.



O Farol em dias de Sol,

E em noites de luar e calma.


Ao som de uma boa prosa

E malemolentes sambas de roda,

O vigia será sempre o Farol.



Chamego os versos para você:

Versos que ainda não escrevi

Ainda na Bahia eu não vivi.


O cheiro, o cafuné e o beijo,

E o banzo para embalar a alma.




O Farol da Barra que vive brilhar,

Do Céu provém a inspiração,

Eu sinto a emoção marulhar

Na Bahia de Todos os Santos,

O encontro na beira do mar.



Esqueço e deixo tudo para trás,

Jogo firme a rede no mar,

Sou embarcação para navegar

Sou o vento a enfunar,

O Axé, a poesia e a paz...



Disseram muitas coisas...,

O Forte é de Santo Antônio.

Ainda vou até a Bahia,

Encontrar este meu sonho.



Dizem quem já foi à Bahia,

Não se esquece mais;

Se enamora para sempre,

E não volta atrás.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Resolvi escrever este verso

para dizer sem engano:

- Que o meu desejo é maior

do que todo o [oceano.



Acolhi a bailante rima

para remar na corrente,

Quero o teu beijo quente,

Que a vontade [atiça].




Percorri o dobrar das ondas

para dizer sem delongas:

- Que te quero além...,

E que você já é o meu [bem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para brindar a calidez da tua pele,

Eu hei de escrever além do céu

Com as gotas que caem de ti,

Eu hei de beber o saboroso mel.



Para sorver os seus suaves lábios,

Eu hei desabrochar em flor

Com as carícias que saem de ti,

Eu hei de provar o seu sabor.



Não desejo ser comportada,

E tampouco [recatada]...,

Sim, declaro-me subversiva;

E por talento culpada...,

Eu sou a própria poesia.



Não existe ser pensante

E poeta [inocente]...,

Sim, declaro-me misteriosa;

E por excelência atrevida...,

Eu sou a chama perigosa.



Quero a quentura dos teus lábios

Incendiando os meus poros,

Quero o melhor dos teu abraços,

No 'troca-troca' de colos.



Quero a ternura dos teus desejos,

Beijando os meus lábios,

Quero desabrochar como as rosas

Que se alimentam dos orvalhos.



Quero a urgência das madrugadas

Rasgando os espaços entre as estrelas,

Quero experimentar a mágica fúria,

Para me alimentar da tua volúpia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu posso escrever livremente

nas augustas linhas deste verso:

- a divinal proposta

Para a gente se percorrer...,

É desta forma que nós vamos

daqui para frente nos entender.

A poesia e a sua magnitude

estão começando a se fundir,

E ganhando corpo e nome:

uma promessa de voltar a sorrir.

Eu posso declinar universalmente

nas noites estreladas à espera

- da primavera nossa -

Voltar a florescer...,

É deste jeito que só eu sei fazer;

daqui para frente iremos nos viver.



A poesia em altitude

nas corredeiras da vida

- concede -

O cheque em branco da liberdade,

correndo o risco da perpétua saudade.

Nada há de insensato quando nasce

do teu amoroso coração,

Porque da minha audácia revelada

é mais do que conhecida,

Àquilo que escreves para ti:

na verdade é para mim.

Eu sei e você sabe

da rota de fuga do mundo,

A gente sabe se reconhecer em tudo,

E melhor do que qualquer um sabemos:

- Que sempre iremos nos pertencer.





A poesia das nossas linhas,

que foram todas recolhidas,

Hão de voltar novamente;

É hora de seguir em frente...



É impossível viver longe de quem

se ama e mutuamente se aprecia,

Vem, tens o teu paraíso e o aconchego

viverás sob o meu zelo...,

E assim sob nossas regras: viveremos.

De um jeito que só nós entendemos;

longe de quem diz que ama,

E não cultiva o jardim dos afetos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sei escrever essa saudade

- sobrenatural -

Bem aqui no peito

De um jeito sem igual,

Só por este beijo fatal.



Sei remar entre os canais,

Em busca de você não é,

E nunca será demais...



O amor vira arte:

Literatura,

Conquista,

Cultura,

E semeia com ternura.



Sei amar, e sei ser cais:

De um novo ponto de partida,

Para que tenhas fé na vida...



O amor é um canteiro delicado

De finas tulipas

Que com jeito e trato,

Cabe poesias floridas

De uma poesia interminável

Desta primavera incontestável.



Sei também que o amor reforça a fé

Fazendo de nós uma fortificação,

Nos levando na mesma galé...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho o balanço das amendoeiras

(mãos extremamente macias),

Tempo para escrever poesias

(tenho muito o quê cultivar),

Tempo para ventar versos...,

(para espalhar o meu perfume)

E no teu íntimo penetrar.



Valsa em mim, não durma!

Balançam as amendoeiras,

Lá no meio da rua...,

Assim sendo infinitamente - tua,

Um acorde iluminado pela Lua

Ciente de que és o Sol e regente,

Das orquestras das orquídeas

Dos afetos sem perfídias,

Valsa em mim porque me toca

Algo mui sublime que plantaste

De tal forma que hoje rio à toa.



Tenho tempo porque tenho,

Tempo e o balanço

das amendoeiras,

O que há em mim,

tem tempo para tudo;

Tenho no pulso

O relógio do amor,

Para mim, o amor não passa

E não muda - nunca!



Brisa tão mansa,

Como a infância,

Doce esperança,

Mística cândida,

Sublime poética

De ser trigueira

E madrugadeira

Que balança

Como uma amendoeira.


A minha extravagância

Tão atemporal,

A minha loucura

Tão celestial,

Nascem do desafio

Tal como o vento

Cortante,

No oceano

A desafiá-lo,

Sou um mistério

Inteiro;

Nascido para te desatinar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do nada comecei a cantar

Na beira do mar

Não tive como te abraçar

Pûs-me a escrever nas areias

O belo amanhecer

Recolhi carinhosas conchas

Lindos presentes das sereias

Vendo o barco passar

No balanço das ondas do mar.



Cantei algumas músicas

Todas em espanhol

O meu coração se abriu a sonata

A mais bela celebração apaixonada

Tentativas de quem não sabe

Mas de quem de coragem

De um dia aprender

E os mares cruzar

Só para te rever.


Acariciando o mar

Enternecido amanheceu o sol

E eu bem longe de você

Louca para te amar

Espantando o frio do outono

Resolvendo com tudo romper

A poesia praiana irá te ter

Como o Universo se abre para a Terra

Tens todo o meu amor e minh'alma

Que o Mal do mundo jamais encerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autêntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quê sinto,

Tudo o quê penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satânica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da língua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuário,

Para a tua boca,

e não te basta,

Além das orbes

celestes,

Lá estão

escritos os poemários

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



Você não

se deu conta,

Não escrevo

para você,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixão,

Para esperar

o amor que virá,

Lindo e ardente

como um verão,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusão,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverá

o meu rimário

Desse amor

resguardado

num sacrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt