Escrever
“Escrever é o gesto silencioso de transformar vivências em sabedoria; cada palavra que nasce é um aprendizado que escolhe permanecer e iluminar o caminho da vida.”
Roberto Ikeda autor
Sento-me para escrever estas palavras, mas como posso transmitir a profundidade do que sinto por você? É algo que vai além de meras palavras.
Você é a fascinação que ilumina meus dias. A maneira como seu sorriso toca minha alma, o brilho em seus olhos que me encanta e a sua presença que preenche cada espaço vazio. Você é a mulher que encanta meu corpo, alma e coração de uma forma que eu jamais imaginei ser possível.
Eu a amo. Amo de corpo e alma, em cada fibra do meu ser. Este sentimento consome-me de uma maneira que é ao mesmo tempo avassaladora e incrivelmente bela. Não há uma parte de mim que não seja tocada por você, que não a deseje, que não a adore.
Meu amor por você é completo. É a atração física que nos une e a conexão espiritual que sela nosso destino. Você é o meu tudo, a fonte da minha felicidade, a razão pela qual meu coração bate com tamanha intensidade.
Sabe, gostar de escrever sobre a vida não quer dizer que eu tenho todas as respostas ou que sei exatamente o que fazer com a minha própria vida. É mais como um jeito de encarar as coisas. Cada vez que me sento para escrever, é como se eu estivesse entrando num labirinto de desafios. Às vezes, é difícil pra caramba, confesso. Mas é justamente aí que aprendo pra valer. Cada desafio é uma lição, uma chance de entender mais sobre mim mesma e sobre como lidar com o que vida joga no meu caminho. É tipo um processo constante de aprendizado, uma estrada que não tem fim. E sabe, no fundo, acho que é isso que faz a vida ser interessante.
Desapeguei do que me fazia mal. Virei uma página na minha vida e comecei a escrever novos capítulos, ainda tenho muitas em branco.
A inspiração para escrever pode nascer da vontade de compartilhar aquilo que só você viveu ou aprendeu
Audácia
É preciso inovar
Ser audacioso para escrever
Escrever é um contaste aprendizado
Ha sempre mudanças.
Escrever sobre você sempre foi a tarefa mais difícil, era como se a imensidão de palavras existentes fugissem do meu alcance e tudo bem porque naqueles pequenos momentos nos quais eu te admirava, sei que nenhuma delas descreveria tamanha beleza com a precisão necessária.
Sua beleza sempre estará além de qualquer descrição e por isso sinto toda minha poesia vazia mesmo estando repleta de sentimentos, confusos e profundos sentimentos.
Muita gente acredita que escrever sobre os próprios sentimentos alivia a alma, mas deveria experimentar fechar a porta do quarto, ajoelhar -se à beira da cama e falar tudo para Deus, abrir o coração com total sinceridade. Isso não apenas alivia, mas verdadeiramente liberta a alma!
Hoje resolvi escrever pra você !! Quantos planos fazemos ao longo dessa jornada, onde o tempo é apenas uma dádiva no qual não temos a mínima ideia de quando seremos retirados daqui. Você so entende o valor de um momento quando ele virá lembrança, so entende o valor de uma pessoa quando ela não esta mais por perto. Hoje é resultado de ontém e amanhã é resultado de hoje por isso devemos escolher com sabedoria nossas palavras e atitudes hoje, para amanhã não lamentarmos o ontém. Um dia a cortina da vida vai se fechar, aqui ou acola, o ontem já passou, o amanhã pode nem chegar, e a saudade e a única que vai ficar !
Boa noite.
Escrever é um vício
Um droga de desgustações verdadeiras e inventadas
Consome como refúgio do mundo das sensações inúteis
Alimenta a esperança, uma luz no final do abismo
Escrever para ignorar o caos da modernidade.
Meio que feliz
Eu amo escrever
e derramar minha alma
em tudo que sei e tudo que sinto,
mas a necessidade diminui
quando as peças se encaixam
quando o dia termina
e o mundo simplesmente funciona
e eu sou tão grato, sem um fardo para escrever.
Porque eu estou contente com
alguma aparência de felicidade
com a paz que encontrei
em deixá-la ir,
deixando o passado no passado,
deixando os outros se controlarem,
deixando as coisas funcionarem,
deixando as coisas caírem pelas rachaduras,
deixando o espaço tomar seu tempo,
deixando os momentos passarem,
deixando o mundo girar
deixando as ondas rolarem
deixando as nuvens flutuarem
deixando a chuva cair,
deixando o sol brilhar,
deixando-me ser eu mesmo
em todas as minhas glórias
e todos os meus fracassos
Era hora de ser diferente
de todo aquela tristeza
e ainda estou tentando encontrar o
que mudou em mim
para mudar minha vida
e agora eu sei que é um lindo dia
para falar sobre coisas bonitas
através das palavras que eu crio
neste lindo sentimento
que eu chamo de meu próprio poema
é hora de eu escrever um
que tem um pouco de edificante
para me lembrar de mantê-lo apenas por hoje
com promessa para amanhã.
-Raio de Sol
Aprendi a escrever o amor
Momentos de inspiração
me fazem colocar no papel palavras bonitas.
Uma coisa nova para mim, quem diria!
Pois a Stela antiga, num momento como esse,
nem se expressar saberia.
Mas o quê?
E quem faz saltar de meu coração
essas palavras que, se cantadas,
sim, seriam uma bela canção?
Um amor…
ah, é sempre um amor!
As grandes poetisas,
como Elizabeth Barrett e Alice Ruiz,
também se inspiravam
nessa bela iguaria.
Sim, sim, é claro:
como não se embriagar
com essa coisa
que transborda em meu coração
e o agita com tamanha euforia?
Mas eu, claro,
quando falo desse amor,
refiro-me ao que me traz alegria.
Recuso-me a escrever, em letras,
a parte feia a que amar pode levar:
a tal melancolia.
Prefiro a parte
que me faz ir até ti,
a parte que, ao olhar teus olhos,
me leva a sorrir.
Para que falar do amor que destrói?
Eu prefiro o amor que constrói,
o amor que não fere, não foge,
não promete o céu e depois destrói.
Prefiro o amor que fica,
que enfrenta o dia difícil,
que segura a mão com firmeza
quando o mundo parece impossível.
O amor que encanta a princesa,
sim, como um príncipe ou super-herói,
mas que, sem capa nem espada,
escolhe ficar
e um dia quando tudo parece perdido,
assim sem mera magia ou ilusionismo
nos reconstrói.
E diferente do outro, não, ele não dói.
04/01/26
Fui questionado. Por que não faz poesia romantica, de amor?
Eu não escolho escrever tristeza! Eu registro a vida como ela chega, as dores, os conflitos, as tensões internas, a frustração com o mundo e com as pessoas.
Meu estilo é mais cronista emocional do que romântico. Talvez seja isso. Observo, sinto, processo, e transformo isso em palavras.
o amor costuma ser silencioso, íntimo, discreto. O amor deveria ser obrigatório, nativo...
Enquanto a dor, o conflito e a luta interior são barulhentos, urgentes, empurram pra fora.
Eu escrevo sobre o que aperta, o que incomoda, o que pesa, porque é isso que pede expressão.
Mas vou tentar...
