Escrever

Cerca de 9154 frases e pensamentos: Escrever

⁠Para me dois exemplo edificam o meu ego, escrever textos poemas musicas cordel, é viver o bom da viva vivida todos os meus dias.

Inserida por Raimundo1973

⁠Escrever é um contexto indefinido inexplicável não a saga nem razão, apenas administra pensamentos no qual não conhece o universo em reflexão.

Inserida por Raimundo1973

Sabe hoje eu queria ter alguma coisa especial para escrever até mesmo para dizer mas não tenho, a unica coisa que tenho é vontade louca de abraçar o que meus olhos não vêem, beijar e me deliciar não no mel mas de onde brota o mel, não olhar mas tocar o céu e fazer parte da pintura do seu lado quando olha para o céu como a mais linda pintada por Deus nesse mundo de papel...

Inserida por Adeluz

⁠Queria ter o dom de pintar minhas emoções. Mas, tenho o dom de escrever, então as escreverei.
Oh céus, até quando minha amargurada alma ansiará por perdão?
Minha ingratidão foi imensa. Então devo ansiar por ela em silêncio, até o fim de meus dias.
Talvez algo mude até lá, ou não. Mas, viverei como desejar, até esse dia chegar. Sem me importar com as consequências.

Inserida por jhenyfe_aguiar

Terapia de poeta é escrever,
o papel é o divã,
onde suas emoções
deitam.

Inserida por thataosorio

⁠Temo algum dia não possuir mais ideias para escrever, para dizer... Mas quando começo a temer, percebo que para mim basta o dia e você.

Inserida por Ruptura

Escrever é ser o mais sincero na verdade das letras.
Nas frases, a sua alma.
No conjunto delas, sua dádiva.

Inserida por Ruptura

⁠Biografia.
Queria ser como todos, escrever livros e não perceber,
Ser único, ter sabedoria e deixar-me ver...
Queria ler sem me cansar, brincar sem crescer...
lutar com meu ego e vencer...
Inundar sorrisos onde for, agradecer aos céus o que for...
Queria mesmo poder compartilhar sonhos e a realidade...
Adaptar-me à minha idade, ser o novo que posso ser e menos velho que deixo transparecer... Afinal... a vida é feita de instantes e cada instante é um livro...

Inserida por Ruptura

⁠Sou poeta... Uma das minhas maiores fraquezas é não ter aprendido a escrever a vida!

Inserida por Ruptura

Status: tentando escrever alguma coisa que não conote a ideia de alguém.

Inserida por amaurivalim

Amo escrever palavras simples
Já que viver deveria ser assim
Não preciso ser um filósofo
Para entender como preciso de você
É bem simples mesmo
Viver ao seu lado
Minha princesa
Pois é como o dia e a noite
Um não existe sem o outro
Eu preciso somente olhar para você
Pra saber que fui abençoado
Com a dadiva de poder amar
Você é poesia em minha vida
Seus versos estão guardados em minha alma
Não sou mais um livro em branco
Você é minha história
Meus versos e minhas palavras

Inserida por poema

⁠Escrever é assumir um compromisso de iluminação com a Sociedade.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Para escrever é preciso sentimento. Para sentir é necessário viver. A arte da vida está em cada olhar que toca a alma.

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Para lembrar de mim no pós-vida, basta pegar uma folha em branco e escrever: — Sua alma era pura poesia.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Todos nós nascemos escritores de uma história única... Com medo, recusamos a escrever a última linha da vida.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Escrever é arrancar a própria pele e depois remendar só a essência...

Inserida por PoetaFernandoMatos

Escrever é a forma mais Viva em meio a um mundo condenado a morte...

Inserida por PoetaFernandoMatos

Escrever é registrar os anseios de vozes emudecidas...

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Máquina de escrever
Entender, sem ser entendido
Entregar tudo, sem receber nada
Acabou a tinta da máquina de escrever
E os papéis não tem nada para ler
É um loop infinito
Onde nos machucamos
E achamos bonito
Por isso ainda insistimos
Em um fogo cruzado
Um amor proibido
Cheio de obstáculos
Talvez com dias contados
Almejam que até os cento e quatro
Mas se assim não for
Aos cento e três
Provável que ainda vivam um conto inventado
Um lugar sombrio
Onde determinam sua felicidade
E dizem que você errou o caminho
Trilhando contra vontade
No peito, a inutilidade
Mas o que o incentiva
A lutar contra a humanidade
Se não resta mais uma gota de tinta
As teclas nunca param de verdade
Mas os papéis continuam em branco
Pra onde trilhou a felicidade?
Se olhar bem, ainda há muita tinta
Mas nada será escrito
Nada será eternizado
Enquanto o caminho não for encontrado
Só que o que fazer se já o acharam?
Ainda há tinta na máquina de escrever
Mas como escrever com as mãos atadas?
A tinta vai escorrer
E as mãos não poderão ser resgatadas
Outras coisas cairão no papel
Numa poça d’água salgada
Toda felicidade
Será rasgada
Se debruçar sob os pedacinhos de papel
Não farão com que aquela folha volte
Se arrependerão de terem a deixado sem tinta
De forma tão cruel
Mas porque deixar a tinta escorrer
Ainda há papel
Na máquina de escrever
Por favor, desamarre essas mãos
Mãos sedentas pelas teclas
Teclas estas que não podem tocar
Pois sua felicidade
Não está para o lado de lá
Ainda há tinta na máquina de escrever
Ainda há papel na máquina de escrever
Ainda há teclas na máquina de escrever
Mas talvez não tenhamos mais mãos
Para trilhar nossa felicidade
De verdade
Na nossa eterna
Máquina de escrever

Inserida por A5passosdalua

CORPUS CRÍTICOS

Hoje acordei com vontade de escrever um pouco (mas pouco mesmo).
Talvez não devesse porque, geralmente, o silêncio é mais sábio e mitiga os riscos de alguma inconsistência.
Mas, afinal, viver é estar constantemente em risco: de adoecer, de morrer e até – pasme-se – de acertar!
Num mundo onde temos uma tendência, talvez natural, de olhar mais para o externo, de julgar, de lançar palavras, de vociferar o que quer que se escute, onde a radioatividade ganha força se o “veneno” for bom, deixando raquítica nossa autocrítica e socrática análise! Pego “aqui carona em fragmentos de um princípio paradoxalmente singular e coletivo - TODOS SOMOS UM SÓ:

“Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Ansiamos amar o próximo,
Mas não amamos a nós mesmos.
Percebo Brahman em tudo,
Mas não percebo a mim mesmo.
Percebo tudo o que está fora,
E não o que está dentro.
Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Não aceitamos nossa arrogância,
Não aceitamos nosso orgulho,
Somos vários em nós mesmos. [...]”

Pois bem: comungamos o pão e o vinho neste plano terreno, representações simbólicas, respectivamente, da matéria e do espírito!!!
Sob tais aspectos, aliás, poderia dizer que minha nutrição espiritual estaria em alta!!!
Brinco - em verdade brindo - porque o bom humor auxilia a desarmar os espíritos!!!
Brincadeiras à parte, bem verdade que tanto corpo como a própria vida moderna dependem, em alguma medida, da matéria: seja para a sobrevivência física ou mínima dignidade social.
Várias vezes ouvi que homem de barriga vazia não tem liberdade.
Não discordo!
Mas homem com espírito vazio também não!
Respeito quem discorde!
Tenhamos nós maior ou menor riqueza – na dupla simbologia dantes reportada – o fato é que devemos buscar o aperfeiçoamento e este só abrirá caminho quando sentirmos, SINCERAMENTE, necessidade de nos fazermos seres melhores.
É sabido que ninguém é o dono da razão, porém, não é apontando às imperfeições alheias que acharemos uma justa medida para a evolução!
Faz-se necessário focar naquilo que depende de nosso próprio empenho e que também está ao nosso alcance realizador.
Lugar comum, mas sempre olvidado, as realidades são feitas das conquistas de pequenos sonhos e, salvo raras exceções, vão se assomando conforme a escalada que torna todo esforço enaltecedor.
Foquemos os “olhos” MAIS para estendermos as mãos e muito, mas muito, MENOS, quando for para ceder às tendências sorrateiras do julgamento hipócrita, geralmente, daqueles que não têm a mesma coragem de “arriscar” empreitada alguma (certo que aqui já me traio com uma capa preta)!
Miremo-nos mais nos bons exemplos, exaltemos as virtudes, rendamos graças à vida e à capacidade para buscar a compreensão de que estamos – TODOS - unidos de alguma forma, sendo que o que fazemos - de MELHOR ou de PIOR - acabará por refletir-nos de algum modo: como um farol ou nos cegando!!!
Encerra-se mais esse devaneio que se espera tenha valido a pena aos corajosos leitores, parafraseando o Livro mais “vendido” (isso é outra história) no mundo:

“O cálice da bênção que abençoamos é a comunhão do sangue de Cristo? Acaso o pão que partimos não é nossa participação no Corpo de Cristo? Como há somente um pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos do mesmo pão” (1 Cor 10, 16-17).

Enfim, reflitamos e transformemos nosso “Corpo Crítico” em “Corpo Autocrítico”!!!

Inserida por alfredo_bochi_brum