Escrever
Deixo exalar!!!
Se eu mexer no meu interior, vem sempre a vontade de escrever
Deixar o que o coracao quer falar, e o que gosta verdadeiramente de sentir !!
Simone Vercosa
Escrever e ouvir música; o combustível que dá movimento a minha vida e que me faz transitar nesta partícula do "Tempo", em que me encontro de passagem, com prazer e paz, apesar dos meus defeitos, dos desencontros, das dificuldades e das decepções inevitáveis, simplesmente porque confio em mim e exponho, sem máscara, o meu melhor e o meu pior, sem medo.
Não entendo de Deus, nem falo por Ele, mas tenho a impressão que Ele está me dizendo o que escrever agora.
Falaria muito mais não haveria ninguém para ouvir,
seria fácil escrever, mas, tudo seria apenas um escritos
entre tantos momentos passado pela alienações
que abrange o senso comum, a realidade seria opaca
no fundamental da deles a perspectiva do poder,
refecerem sempre disfunção do estado monetário,
as vantagens para seus bens em contas fantasmas,
em paraísos fiscais, e depois denota se o diga serão palavras
que voam ao vento ,
enquanto a esperança torna se um país do futuro,
seria a vida esperar e superar tudo que vivemos,
diante as tantos momentos de desespero e angustias,
pelo âmbito moral que temos atura pois tudo é aceitável,
até a corrupção seja fato tão comum num senso...
de desastres num paí tão imenso cheio de desigualdades,
quando alguém se rebela o ar que é poluído
de recursos frágeis como destaque no ador do dia a dia.
Toda vez que forço a te escrever, as palavras fogem, e elas me lembra que nesse momento eu não tem capacidade de escrever nada, certamente por que escolheria palavras que não poderiam expressar tudo o que é, do que e capaz e de quão longe pode chegar. Então me desculpe hoje não há palavras para você que expresse tudo que admiro e sinto por ti.
Como escrever uma monografia, dissertação e tese, sem o recurso aos Arquivos como fontes fidedignas? Escrever sem visitar os Arquivos constitui um atendado para aqueles que dedicaram o seu precioso tempo para descobrir a "CIÊNCIA".
Amizade
Era para escrever dor
Mas você apareceu
Logo escrevi amor
Era para escrever decepção
Mas você apareceu
Logo escrevi satisfação
Era para escrever tristeza
Mas você apareceu
Logo escrevi vida
Era para escrever redação
Mas você apareceu
Logo escrevi poesia
Às vezes quero escrever um texto mas ele ainda não está. Ele me vem mas ainda não está pronto. Às vezes me parece que já o tenho inteiro. E quando paro pra fazer, ele não vem. Fica querendo ser bonito e se perde na beleza até que não faz sentido e o abandono. Por vezes parece que sei mais dele do que pra você, mas que pra você ele ainda não é claro. Parece exato em mim, mas se pra você ainda não está completo, me questiono se pra mim também já o entendi. Então sento e tento deixar ir. Mas não psicografo. Como suspeito de Pessoa. Deixo. E um dia ele vem. Muitas vezes com a primeira frase. Bonita. Olho pra ela e penso se ela é o mote ou uma armadilha. Então levanto num impulso, como de madrugada às vezes, e começo. Me guio pelo filme que diz pra um aluno apenas falar palavras aparentemente sem sentido e ver a poesia que aparece. Também lembro da diretora que separava arte das ideias. E olho para as minhas palavras tentando entender se a ordem delas mais quer dificultar do que informar. Se são vaidosas, ou contorções para se fazerem entender. Tenho o texto. E releio em um prazer que às vezes é alimentado pelo retorno dos outros, às vezes mais quieto do que supus, e às vezes constrangedor ao ponto de esmagar meus dedos dos pés até eu apagar. Falo contigo como alguém que quer me ler, e se às vezes sou longo demais, penso que fui desinteressante no começo. Mas o início é preciso, e por isso o comprido para concluir e te fazer entender. Te falo como alguém que segreda e alimenta amor. Que esconde íntimo, mas que se expõe nas entrelinhas. E às vezes me abro de vez de todo. E me guardo até pensar em nós outra vez.
CANETAS
Tentei escrever alguns versos
Alegres
Utópicos
Até sobre melancolia
Mas minha caneta teimosa hoje só quer fazer poemas de amor
Que loucura!
Nunca soube que canetas tinham coração.
Oi...
Pensei que não iria voltar a escrever sobre você, sobre nós. Mas sua imagem me vem à mente, como um tiro, e seu nome solta dos meus lábios, por quê? Por quê?
Tenho que aceitar que você se foi, tenho que seguir, mas o meu caminho ainda guarda fragmentos de ti.
Essa carta que eu mesmo rabisquei e um dia te dei, quando nem pensava pro mundo escrever. Escrevi pra você...
Hoje eu eternizei , pensador eu virei e quem me apoiou Foi você.
Olhando pra você,
De todos os lados,
Eu acho que você deveria escrever suas memórias.
Você já viveu tantas experiências, que deveriam ser guardadas
Para servir de inspiração.
