Escreva
Pra Criar
Pegue algo que escreva
papel
e olhos fechados.
Ouça o que o mudo coração tem a lhe dizer.
Tateie sem as mãos os lugares, pessoas, instantes
que quiser como inspiração.
Agora, abra os olhos e descreva o que viu.
As palavras que me perseguem e me martelam até que eu as escreva em uma página, então eis que elas susegam, palavras duras...
Talvez tudo que eu escreva, aconteça comigo, talvez tudo que eu escreva faça parte da minha imaginação, ou talvez aconteçam com os meus amigos, aredores, talvez!
Escreva, expresse o que o coração sente
inspiração na frustração infelizmente
Mais eu sigo em frente não quero que tenham dó de mim
Talvez seja melhor que eu me mantenha só assim.
Sou um poema inacabado.
Guardado.
Esperando que se escreva o final.
Sou o bem.
Nunca o mal.
Sou flor seca, murcha.
Na rua estendida.
Um ser quase sem vida.
Que guarda na sua essência a própria vida.
Sou sabe o quê?
O que sorri quando tu passas.
Que faz graças.
Pra ninguém.
Eu sou o bem.
Minha linda.
Sou bem.
Mesmo neste mundo que me julga um ninguém
O ser humano é tão, tão (escreva aqui) que encontramos mais motivos para analisar e achincalhar, do que escrever odes. Até pode, mas soa falso no mundo real. Talvez um poema de ódio, inveja, preguiça, luxúria, mentira, mesquinhez, etc, faça mais sentido. Mas, não se incomode, você não está entre esses tantos, como tantos dizem não estar, mas que dão alcunha ao escrito anterior...Você nunca está...
Sabe o seu coração? Esse que tem um seleto espaço, permanece em branco?
Se estiver, escreva o meu nome!? Se bem que quero mesmo nele ser estampada. Isso talvez pode lhe parecer audácia; então... escreva à lápis. Se precisares um dia, apague. Eu torço que não precise e que muito menos tenha borracha.
Escreva sua história sem plágio
Confronte seus desânimos.
Reveja antigos perigos.
Lembre-se onde reside seu paraíso.
E faça por merecer os sorrisos.
Escreva sua história sem plágio
Confronte seus desânimos.
Reveja antigos perigos.
Lembre-se onde reside seu paraíso.
E faça por merecer os sorrisos.
Não escreva de caneta em meu coração se sua intenção não for ficar... Pra sempre! Escreva a lápis eu encontro uma borracha qualquer pra apagar.
Todos nós
Talvez o que eu escreva
Não sirva para nada
Nem mesmo para vida de ninguém
Mas nas incertezas do nosso dia a dia Todos nós queremos
Alguém que nos faça deixar
Nossos dias mais alegres
Todo nós queremos
Uma pessoa para conversar
Para dividirmos nossos problemas
E também nossas alegrias
Um carinho de um olhar
O simples sorriso
No instante de algum momento
O abraço muito mais que apertado
Retribuindo o sentido do "gostar"..
E o mais curioso é perceber
Que a cada dia tudo fica escasso
Que a cada primavera, pelo menos
Uma flor não vai encontrar
O seu sentido a sua essência
Emoções, sentimentos
Tudo é artificial
Hoje em dia
Mas eu ainda acredito no amor
E continuarei assim
Até o meu último suspiro.
“Um dia talvez você fale e escreva o que pensa e como pensa e sobre o que pensa. Mas só um dia. Só talvez.
Essa imprecisão de tempo - e da própria possibilidade de acontecimento - talvez, novamente talvez, constitua uma boa característica do que você é, e do que escreve. . ou não. Algumas coisas não precisam ser entendidas se podem serem sentidas apenas. A complexidade do sentir ultrapassa a insignificância do entender.
Uma parte de você é decisão, outra é convicção, e tudo isso que você acha que é - e talvez seja- e quase nada perto da insegurança de não saber quem se é, e pior de quem se quer ser. Talvez não se deva escrever sobre tudo, talvez nunca se deva falar de si mesmo. Falar sobre si, sobre o seus sentimentos em particular seria estupidez, e eu arriscaria dizer que talvez - novamente talvez - seria tentar decifrar o indecifrável, como se você fosse inutilmente capaz de julgar o conteúdo pela capa, o interior de um livro que você nunca poderia ler.
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