Escravo
Eu escrevo para não me tornar um escravo delas, pois as palavras fluem por minha cabeça em um ritmo enlouquecedor, talvez seja por isso que de vez enquando escrevo sobre dor, essa rotina a monotonia me irrita, mas será ou deverás? não sei!.., e o que posso fazer, pois me tornei escravo de minha consciência que se manifesta em um ser, somente por que sabemos um ou dois versos bonitos de ser escrever, ou sera que nao era para ser escrito, pois como tudo começou: tudo se acaba onde começou, com pensamento nas alturas!?
Pensamento com rédeas é um pensamento escravo de outro tipo de pensamento. Uma mente limitada é uma jaula particular.
De:Seu escravo pela eternidade.🔫
Encontrou-me perdido pelo seu olhar, sendo cortado pelo seu amor e sua boca me fazendo gritar e chorar,
Sei como eu reagi ao seu corpo gélido e seu toque suave me fazendo enlouquecer, sem coragem de te perder novamente, aqui estou pronto para morrer e te servir pela eternidade... sempre em seu coração!
Para:Morte😱
Não te permitas ser escravo de uma relação desestruturada que não lhe convém.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
(...) Não sou escravo dos "padrões sociais" tão pouco senhor das minhas paixões, o que me interessa da vida é apenas viver de forma intensa de janeiro a janeiro...
"Nunca neguei minha procedência, é tão boa a sensação de liberdade, não ser escravo de ninguém e de nada,e assim continuar mantendo o desapego."
Em certo momento crucial para o Rio, aquele da transição entre o trabalho escravo e o trabalho livre e entre a Monarquia e a República, a cidade encarou os pobres como elementos das “classes perigosas” (a expressão foi largamente utilizada em documentos oficiais do período) que maculavam, do ponto de vista da ocupação e reordenação do espaço urbano, o sonho da cidade moderna e cosmopolita.
Ao mesmo tempo, era dessas “classes perigosas” que saíam os trabalhadores urbanos que sustentavam – ao realizar o trabalho braçal que as elites não cogitavam fazer – a viabilidade desse mesmo sonho: operários, empregadas domésticas, seguranças, porteiros, soldados, policiais, feirantes, jornaleiros, mecânicos, coveiros, floristas, caçadores de ratos. Pouca coisa mudou nesse embate disfarçado de cordialidade desde então.
"O grito de independência ou morte, o povo continua escravo do pecado e morto de espírito."
Giovane Silva Santos
Aquele que vive na ignorância é feliz, porém um escravo. Aquele que desenvolve o conhecimento e trabalha para sair da ignorância é infeliz, porém um ser livre.
Se o seu desejo é ter muito dinheiro e consegue, porém dele vira escravo; certamente será um pobre por definição.
O escravo moderno que decide sair da caverna carrega uma cruz tão grande e pesada que desestimula outros a seguirem pela mesma trilha.
